A história do México na Copa do Mundo, contada pelos números

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11 de jul. de 2026A história do México na Copa do Mundo, contada pelos números

A seleção mexicana tem o hábito de marcar presença no maior palco do futebol mundial. Os dados mostram um perfil estável, resiliente e picos de desempenho memoráveis. Eles também apontam para um grupo de 2026 com equilíbrio interessante em todo o campo. Aqui está o retrato da temporada do México na Copa do Mundo sob a ótica do Sofascore.
Frequentadores desde 1966

O México é o 8º país com mais jogos disputados em Copas do Mundo da FIFA desde 1966, com 46 partidas registradas. Esse total o coloca empatado com a Alemanha (46) e logo à frente da Bélgica (45). No topo da lista está o Brasil com 85, seguido pela Argentina com 76 e a Itália com 66. A Inglaterra soma 60 jogos, a França 59, a Espanha 55 e a Holanda 53. Esse ranking destaca o quão consistentemente o México se classifica e compete ao longo dos torneios. Também mostra a densidade da elite que o cerca, onde um ciclo forte pode mudar posições.
A mensagem para os torcedores é simples: o México integra o grupo principal de seleções que dão o tom a cada temporada de Copa do Mundo. Sua presença raramente é posta em dúvida e sua bagagem de experiência é abrangente. No Sofascore, essa confiabilidade se traduz em históricos profundos de partidas, páginas de jogadores e tendências que atravessam gerações. É uma base sólida para qualquer nova era.
1986 em casa segue como o auge
A melhor campanha do México em Copas aconteceu em 1986, quando o torneio foi disputado em casa. O caminho começou com vitória por 2 a 1 sobre a Bélgica, seguida de empate em 1 a 1 com o Paraguai. Um triunfo apertado por 1 a 0 no terceiro jogo da fase de grupos encaminhou o país ao mata-mata. Nas oitavas de final, venceu a Bulgária por 2 a 0. As quartas de final terminaram em 0 a 0 com a Alemanha e a eliminação veio nos pênaltis.
Ao longo dessas cinco partidas, o México alcançou seu melhor saldo de gols em Copas: seis marcados e apenas dois sofridos. Os números retratam aquela campanha como disciplinada, eficiente e pouco vulnerável. Os jogos sem sofrer gols nas duas últimas partidas no tempo normal reforçam essa leitura. Para uma seleção que construiu sua fama em cima da organização e da entrega, 1986 permanece como o melhor exemplo. No Sofascore, essa campanha mostra uma linha de verde e cinza, com pouquíssimo vermelho.
Uma pintura para a história

Um momento ainda salta aos olhos daquele 1986. Nas oitavas de final, o México venceu a Bulgária por 2 a 0 e Manuel Negrete marcou um famoso voleio acrobático dentro da área. O mapa de chutes daquela partida mostra a finalização colada no canto do gol, um lance eterno nos melhores momentos da Copa do Mundo. Naquele dia, Negrete alcançou uma Nota Sofascore de 9.1, reflexo do domínio que exerceu no jogo.
Aquela atuação reuniu os ingredientes que o torcedor mexicano aprecia: técnica, timing e controle. Também mostrou como uma jogada pode decidir o mata-mata. Olhando para a temporada, é o tipo de momento emblemático que serve de referência para as próximas gerações. Ao buscar a chave de 1986 no Sofascore, o 2 a 0 segue ali como marco decisivo. Ainda parece recente porque os números e a memória coincidem.
Conheça o grupo de 2026: recorte das Notas e funções

De olho na Série FIFA World Cup 2026, o México está no Grupo A com ranking FIFA de 15 e Javier Aguirre como técnico. O elenco mistura líderes conhecidos e várias promessas em ascensão. No gol, Carlos Acevedo exibe uma Nota Sofascore de 6.95, com Guillermo Ochoa em 6.70 e Raúl Rangel marcando 6.83. A defesa traz desempenho consistente: César Montes com 7.18, Israel Reyes 7.13, Johan Vásquez 6.81 e Jesús Gallardo 7.03. Os números apontam para solidez, não caos.
O meio-campo mostra variedade e recursos. Orbelín Pineda soma uma Nota Sofascore de 7.26, Gilberto Mora 7.34 e Brian Gutiérrez 7.13. Luis Romo marca 6.95 e Edson Álvarez 6.82. Álvaro Fidalgo contribui com criatividade (7.01) e Erik Lira (6.85) se destaca nos desarmes. No ataque, os principais números são Julián Quiñones (7.52) e Alexis Vega (7.43), com profundidade de Armando González (6.89) e Guillermo Martínez (6.84). Santiago Giménez (6.51) e Raúl Jiménez (6.67) oferecem alternativas para o comando de ataque.
Na soma, as Notas indicam um time equilibrado. O ataque conta com dois destaques em grande fase, o meio-campo pode alternar o ritmo e a defesa é bem estruturada. O objetivo do México na temporada será transformar esse equilíbrio em eficiência no mata-mata. No Sofascore, as barras de momento ao vivo e as Notas Sofascore pós-jogo mostrarão o quão perto a equipe chega.
A temporada mexicana em resumo
Consistência por décadas, um ápice claro em 1986 e um grupo de 2026 com pontos fortes mensuráveis. As tendências são estáveis, mas há espaço para surpreender. Salve esta página e mantenha o app Sofascore à mão quando saírem as novas rodadas.

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Frequentadores desde 1966
O México é o 8º país com mais jogos disputados em Copas do Mundo da FIFA desde 1966, com 46 partidas registradas. Esse total o coloca empatado com a Alemanha (46) e logo à frente da Bélgica (45). No topo da lista está o Brasil com 85, seguido pela Argentina com 76 e a Itália com 66. A Inglaterra soma 60 jogos, a França 59, a Espanha 55 e a Holanda 53. Esse ranking destaca o quão consistentemente o México se classifica e compete ao longo dos torneios. Também mostra a densidade da elite que o cerca, onde um ciclo forte pode mudar posições.
A mensagem para os torcedores é simples: o México integra o grupo principal de seleções que dão o tom a cada temporada de Copa do Mundo. Sua presença raramente é posta em dúvida e sua bagagem de experiência é abrangente. No Sofascore, essa confiabilidade se traduz em históricos profundos de partidas, páginas de jogadores e tendências que atravessam gerações. É uma base sólida para qualquer nova era.
1986 em casa segue como o auge
A melhor campanha do México em Copas aconteceu em 1986, quando o torneio foi disputado em casa. O caminho começou com vitória por 2 a 1 sobre a Bélgica, seguida de empate em 1 a 1 com o Paraguai. Um triunfo apertado por 1 a 0 no terceiro jogo da fase de grupos encaminhou o país ao mata-mata. Nas oitavas de final, venceu a Bulgária por 2 a 0. As quartas de final terminaram em 0 a 0 com a Alemanha e a eliminação veio nos pênaltis.
Ao longo dessas cinco partidas, o México alcançou seu melhor saldo de gols em Copas: seis marcados e apenas dois sofridos. Os números retratam aquela campanha como disciplinada, eficiente e pouco vulnerável. Os jogos sem sofrer gols nas duas últimas partidas no tempo normal reforçam essa leitura. Para uma seleção que construiu sua fama em cima da organização e da entrega, 1986 permanece como o melhor exemplo. No Sofascore, essa campanha mostra uma linha de verde e cinza, com pouquíssimo vermelho.
Uma pintura para a história
Um momento ainda salta aos olhos daquele 1986. Nas oitavas de final, o México venceu a Bulgária por 2 a 0 e Manuel Negrete marcou um famoso voleio acrobático dentro da área. O mapa de chutes daquela partida mostra a finalização colada no canto do gol, um lance eterno nos melhores momentos da Copa do Mundo. Naquele dia, Negrete alcançou uma Nota Sofascore de 9.1, reflexo do domínio que exerceu no jogo.
Aquela atuação reuniu os ingredientes que o torcedor mexicano aprecia: técnica, timing e controle. Também mostrou como uma jogada pode decidir o mata-mata. Olhando para a temporada, é o tipo de momento emblemático que serve de referência para as próximas gerações. Ao buscar a chave de 1986 no Sofascore, o 2 a 0 segue ali como marco decisivo. Ainda parece recente porque os números e a memória coincidem.
Conheça o grupo de 2026: recorte das Notas e funções
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O meio-campo mostra variedade e recursos. Orbelín Pineda soma uma Nota Sofascore de 7.26, Gilberto Mora 7.34 e Brian Gutiérrez 7.13. Luis Romo marca 6.95 e Edson Álvarez 6.82. Álvaro Fidalgo contribui com criatividade (7.01) e Erik Lira (6.85) se destaca nos desarmes. No ataque, os principais números são Julián Quiñones (7.52) e Alexis Vega (7.43), com profundidade de Armando González (6.89) e Guillermo Martínez (6.84). Santiago Giménez (6.51) e Raúl Jiménez (6.67) oferecem alternativas para o comando de ataque.
Na soma, as Notas indicam um time equilibrado. O ataque conta com dois destaques em grande fase, o meio-campo pode alternar o ritmo e a defesa é bem estruturada. O objetivo do México na temporada será transformar esse equilíbrio em eficiência no mata-mata. No Sofascore, as barras de momento ao vivo e as Notas Sofascore pós-jogo mostrarão o quão perto a equipe chega.
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Consistência por décadas, um ápice claro em 1986 e um grupo de 2026 com pontos fortes mensuráveis. As tendências são estáveis, mas há espaço para surpreender. Salve esta página e mantenha o app Sofascore à mão quando saírem as novas rodadas.