Argentina lidera o ranking de pênaltis nas Copas do Mundo de 2022 e 2026 combinadas

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13 de ago. de 2026Argentina lidera o ranking de pênaltis nas Copas do Mundo de 2022 e 2026 combinadas

Argentina é a atual campeã e também líder em uma categoria muito específica. Nas duas últimas Copas do Mundo da FIFA, a equipe foi beneficiada com oito pênaltis. Isso é o dobro da seleção seguinte da lista, conforme mostra a visão geral do torneio do Sofascore. A Inglaterra aparece em segundo com quatro, enquanto Brasil, Portugal e França vêm logo depois com três cada. Polônia, Suíça, Irã e Alemanha receberam dois pênaltis cada. Outras treze seleções ganharam um pênalti. De qualquer maneira, a Argentina lidera isoladamente.
Esse volume não é obra do acaso. Se espalha por dois torneios e diferentes adversários. Também reflete um estilo de jogo presente na área, com dribles frequentes, ultrapassagens e cruzamentos rasteiros. A imagem deixa claro à primeira vista, e os relatos das partidas confirmam isso. Quem acompanha ao vivo pelo Sofascore percebe quantas vezes os ataques argentinos terminam em contato dentro da área. A grande dúvida agora é se essa tendência vai se manter nos jogos finais de 2026.
Panorama de 2026: três pênaltis, um gol
Até agora, na Copa do Mundo de 2026, a Argentina teve três pênaltis marcados a seu favor. Apenas um resultou em gol, marcado por Lautaro Martínez contra a Jordânia. Dois foram desperdiçados por Lionel Messi: um diante da Áustria e outro frente ao Egito. A taxa de conversão chama atenção, principalmente sendo Messi especialista em momentos decisivos há tanto tempo. Mas o dado revela outro aspecto: mesmo com aproveitamento abaixo do ideal, a equipe segue criando situações de pênalti. É o futebol pressionando no limite.
Esses três lances também mostram variedade nas faltas cometidas. Algumas surgiram por velocidade e habilidade em espaços curtos. Outras aconteceram após cruzamentos, quando defensores calcularam mal o tempo do lance. Em todas situações, atacantes e meias ofensivos argentinos forçaram o contato. O placar nem sempre refletiu o volume de oportunidades, mas o padrão se manteve. É o tipo de detalhe que dá para acompanhar em tempo real pelos eventos e gráficos de momento do Sofascore.
Catar 2022: cinco pênaltis, quatro gols
A campanha de 2022 foi mais movimentada e consideravelmente mais eficiente. Na fase de grupos, Messi converteu uma cobrança contra a Arábia Saudita, mas perdeu outra diante da Polônia. O mata-mata trouxe mais três pênaltis: um nas quartas contra a Holanda, um na semifinal frente à Croácia e outro na decisão contra a França. Messi marcou os três. A Argentina levantou a taça sustentada por uma “história dos pênaltis” à altura do seu ataque.
Esse caminho explica o porquê do total combinado ser tão alto. Foram cinco em 2022 somados a três em 2026, totalizando oito — deixando os demais concorrentes para trás. A Inglaterra aparece em segundo, com quatro, enquanto Brasil, Portugal e França somam três cada. Essa diferença faz diferença justamente porque as penalidades costumam decidir partidas tensas. E também mostra como os craques argentinos ocupam repetidamente áreas perigosas. Quando o adversário é forçado a se esticar na defesa, os erros aparecem.

Por que a Argentina conquista tantos pênaltis
O estilo de jogo é a primeira resposta. A Argentina pressiona alto para recuperar a bola e ataca a área com muita movimentação. Pontas abertos, laterais apoiando e os criadores buscando tabelas rápidas. Isso provoca carrinhos no último instante e toques de mão sob pressão. O VAR também influencia, já que as revisões modernas identificam toques e tropeços que antes passavam despercebidos em torneios antigos. O resultado é um time que vive perto da marca da cal.
A formação do elenco é outro fator. Messi ainda sofre marcação dupla e contato mesmo jogando mais recuado. Lautaro Martínez faz movimentação constante no primeiro pau, exigindo reações forçadas dos zagueiros. O meio-campo trabalha com muita proximidade em espaços curtos, o que aumenta o risco de quem tenta desarmar. O padrão contrasta com Inglaterra, Brasil, Portugal e França, que dividem as finalizações entre vários criadores. Os argentinos concentram mais a bola no centro da área, por isso os pênaltis acontecem mais vezes. É um modelo que se repete e não mera sorte de campeonato.
O que esperar daqui para frente
A pergunta natural é simples: será que 2026 vai repetir 2022, com pênalti em semifinal e outro na final, caso a Argentina avance? Os dados mostram que existe chance. Já são três cobranças nesta edição, reforçando o padrão. O que falta monitorar é a execução, já que foram duas perdas e um gol até agora. Martínez aproveitou a dele. Messi vai buscar uma nova oportunidade para mudar o retrospecto.
Para acompanhar os jogos, o Sofascore traz o panorama mais claro. Dá para seguir os eventos ao vivo, verificar os gols esperados em pênaltis e observar como cada atacante influencia a área. A Nota Sofascore é atualizada a cada toque, desarme e duelo, permitindo uma análise além da cobrança. Com ou sem novo pênalti decisivo, a capacidade argentina de viver na zona de perigo continua sendo o diferencial. Se a história se repetir, não se surpreenda caso uma penalidade decida novamente as grandes noites.
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Esses três lances também mostram variedade nas faltas cometidas. Algumas surgiram por velocidade e habilidade em espaços curtos. Outras aconteceram após cruzamentos, quando defensores calcularam mal o tempo do lance. Em todas situações, atacantes e meias ofensivos argentinos forçaram o contato. O placar nem sempre refletiu o volume de oportunidades, mas o padrão se manteve. É o tipo de detalhe que dá para acompanhar em tempo real pelos eventos e gráficos de momento do Sofascore.
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Por que a Argentina conquista tantos pênaltis
O estilo de jogo é a primeira resposta. A Argentina pressiona alto para recuperar a bola e ataca a área com muita movimentação. Pontas abertos, laterais apoiando e os criadores buscando tabelas rápidas. Isso provoca carrinhos no último instante e toques de mão sob pressão. O VAR também influencia, já que as revisões modernas identificam toques e tropeços que antes passavam despercebidos em torneios antigos. O resultado é um time que vive perto da marca da cal.
A formação do elenco é outro fator. Messi ainda sofre marcação dupla e contato mesmo jogando mais recuado. Lautaro Martínez faz movimentação constante no primeiro pau, exigindo reações forçadas dos zagueiros. O meio-campo trabalha com muita proximidade em espaços curtos, o que aumenta o risco de quem tenta desarmar. O padrão contrasta com Inglaterra, Brasil, Portugal e França, que dividem as finalizações entre vários criadores. Os argentinos concentram mais a bola no centro da área, por isso os pênaltis acontecem mais vezes. É um modelo que se repete e não mera sorte de campeonato.
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