Argentina x Suíça: prévia, números, tendências e os astros em foco

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8 de ago. de 2026Argentina x Suíça: prévia, números, tendências e os astros em foco

Copa do Mundo 2026 chega às quartas de final com Argentina e Suíça rumando para o Arrowhead Stadium, em Kansas City. O local pode receber 76.416 torcedores e promete ser barulhento para este duelo eliminatório. A Argentina chega como a seleção número um do mundo, enquanto a Suíça ocupa o 19º lugar no ranking. As escalações ainda não estão confirmadas no momento da redação deste texto, mas a lista atual mostra a Argentina em um 4-4-2 e a Suíça em um 4-2-3-1. A fase é forte de ambos os lados, segundo as sequências. A Argentina soma 12 vitórias seguidas em seu retrospecto. Já a Suíça está invicta há oito jogos e venceu os últimos quatro. O Sofascore trará dados ao vivo e atualizações de Nota Sofascore assim que o apito soar.
Guia de forma e odds
As sequências apontam para um início rápido de parte de uma das equipes. A Argentina saiu na frente em 9 dos últimos 10 jogos e a Suíça em 6 dos últimos 7. O primeiro tempo também tem sido o ponto forte dos argentinos, com 9 vitórias na etapa inicial nos últimos 10 confrontos. As tendências disciplinares são tranquilas para ambos, com menos de 4,5 cartões em 4 das 5 partidas recentes da Argentina e em todas as 5 últimas da Suíça. Os escanteios também têm sido baixos: menos de 10,5 escanteios em 9 dos 9 últimos jogos da Argentina e em 9 dos 10 da Suíça. O mercado 1X2 reflete o favoritismo dos campeões: cotação da Argentina está em 1,70, empate em 3,50 e Suíça em 5,25. O handicap asiático está em Argentina -0,75 a 1,925 e Suíça +0,75 pelo mesmo valor. Todas as odds são decimais. No papel, a Argentina é favorita, mas a série invicta da Suíça mantém o duelo das quartas interessante.
Argentina em números
A Argentina marcou 14 gols e sofreu 5 em cinco partidas neste Mundial, garantindo um saldo positivo de +9 gols. Domina a bola e o ritmo das partidas, com média de 60,6% de posse e 90,7% dos passes completados. No terço final, soma 75 finalizações (32 no alvo) e criou 16 grandes chances, convertendo 12 e desperdiçando 11. A ameaça nas bolas paradas é real, com 2 gols de falta, e também é perigosa nos contra-ataques, com 9 arrancadas rápidas e 3 gols nessas situações. A maioria dos gols sai de dentro da área (10), três de fora e dois de cabeça. O pé esquerdo tem sido arma fatal, responsável por 9 desses gols, contra 2 pelo direito. Defensivamente, a equipe também se mantém sólida: cedeu só 39 finalizações, sendo 9 no alvo, e conseguiu 2 jogos sem sofrer gols, mesmo estando há três partidas sem zerar. O aproveitamento nos duelos é quase parelho (50,4% vencidos), com 50,9% em duelos no chão e 48,1% nas bolas aéreas. O aproveitamento nos cruzamentos (33,9% em 56 tentativas) e nos lançamentos (65,5% em 110 tentativas) mostram um time confortável tanto no toque curto quanto nos passes longos.
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As sequências apontam para um início rápido de parte de uma das equipes. A Argentina saiu na frente em 9 dos últimos 10 jogos e a Suíça em 6 dos últimos 7. O primeiro tempo também tem sido o ponto forte dos argentinos, com 9 vitórias na etapa inicial nos últimos 10 confrontos. As tendências disciplinares são tranquilas para ambos, com menos de 4,5 cartões em 4 das 5 partidas recentes da Argentina e em todas as 5 últimas da Suíça. Os escanteios também têm sido baixos: menos de 10,5 escanteios em 9 dos 9 últimos jogos da Argentina e em 9 dos 10 da Suíça. O mercado 1X2 reflete o favoritismo dos campeões: cotação da Argentina está em 1,70, empate em 3,50 e Suíça em 5,25. O handicap asiático está em Argentina -0,75 a 1,925 e Suíça +0,75 pelo mesmo valor. Todas as odds são decimais. No papel, a Argentina é favorita, mas a série invicta da Suíça mantém o duelo das quartas interessante.
Argentina em números
A Argentina marcou 14 gols e sofreu 5 em cinco partidas neste Mundial, garantindo um saldo positivo de +9 gols. Domina a bola e o ritmo das partidas, com média de 60,6% de posse e 90,7% dos passes completados. No terço final, soma 75 finalizações (32 no alvo) e criou 16 grandes chances, convertendo 12 e desperdiçando 11. A ameaça nas bolas paradas é real, com 2 gols de falta, e também é perigosa nos contra-ataques, com 9 arrancadas rápidas e 3 gols nessas situações. A maioria dos gols sai de dentro da área (10), três de fora e dois de cabeça. O pé esquerdo tem sido arma fatal, responsável por 9 desses gols, contra 2 pelo direito. Defensivamente, a equipe também se mantém sólida: cedeu só 39 finalizações, sendo 9 no alvo, e conseguiu 2 jogos sem sofrer gols, mesmo estando há três partidas sem zerar. O aproveitamento nos duelos é quase parelho (50,4% vencidos), com 50,9% em duelos no chão e 48,1% nas bolas aéreas. O aproveitamento nos cruzamentos (33,9% em 56 tentativas) e nos lançamentos (65,5% em 110 tentativas) mostram um time confortável tanto no toque curto quanto nos passes longos.
Suíça em números e desfalques
O perfil suíço no torneio é compacto e eficiente: 9 gols marcados, apenas 3 sofridos em cinco jogos. Mantém média saudável de 56,6% de posse e 86,5% de acerto nos passes. No ataque, somam 63 finalizações (25 no alvo) e geraram 15 grandes chances, criando 12 e desperdiçando 9. O desempenho em duelos é sólido, com 52,1% de vitórias, destacando-se nas bolas aéreas com 53,8%. Atrás, fazem o simples: 132 rebatidas, enquanto o goleiro Gregor Kobel já fez 16 defesas, que ajudaram a garantir 2 jogos sem sofrer gols. A Suíça cruza bastante – 93 vezes até agora –, mas com apenas 13,98% de precisão, fator para ficar de olho diante da defesa argentina. O pé direito se destaca nas finalizações, respondendo por 7 dos gols, sem nenhum de cabeça. As sequências se confirmam nos números: quatro vitórias seguidas, oito jogos invictos e ambas as equipes marcando em 5 dos últimos 7 jogos. Os desfalques de destaque são Johan Manzambi (meio-campista, lesão no joelho), Luca Jaquez (zagueiro, lesão muscular) e Michel Aebischer (meio-campista, lesão muscular), o que reduz as opções de rotação de Murat Yakin para meio e defesa.
Confrontos diretos e principais tendências
O retrospecto favorece a Argentina neste duelo. São quatro jogos sem derrota, com três vitórias e um empate nos H2H. O último encontro em Mundial foi decidido na prorrogação, com vitória por 1 a 0 para a Argentina no AET, em 2014. Também houve 3 a 1 para a Argentina em amistoso de 2012, empate por 1 a 1 em 2007 e vitória argentina por 2 a 0 na Copa de 1966. O perfil de finalização mostra o caminho possível: a Argentina tem 10 gols dentro da área e 3 de fora; a Suíça só marcou dentro da área, nenhum de longe (9). Gols de cabeça são raridade: 2 para a Argentina, nenhum para a Suíça. Nas bolas paradas, vantagem argentina com 2 gols de falta, contra nenhum dos suíços. De pênalti, a Argentina converteu 1 de 3, enquanto a Suíça marcou os 2 que teve – dado relevante num duelo equilibrado. A eficiência dos cruzamentos pode ser fator decisivo: a Argentina acertou 19 em 56, a Suíça 13 em 93, portanto, maior qualidade argentina em menos tentativas.
Jogadores para ficar de olho
Lionel Messi chega com Nota Sofascore de 9.2 e desempenho de destaque que confirma o número. São 8 gols e 1 assistência em cinco partidas, além de 16 passes decisivos e 6 grandes chances criadas. Messi finalizou 29 vezes, 17 no alvo, com frequência anotadora de um gol a cada 51,25 minutos. A maioria dos gols foi com o pé esquerdo (7), mais um com o direito, incluindo um cobrando falta. O volume e eficiência são respaldados por 75 passes certos no terço final e 10 dribles eficazes. Ele apresenta 50% de precisão nos lançamentos e carimbou uma vez a trave, mostrando variedade nas formas de ameaça. Os números esperados são altos, com 4.9998 xG e 2.4378 xA, além de ter integrado o Time da semana em três ocasiões. Num time com média de 60,6% de posse e 90,7% de precisão nos passes, ele segue como bússola do setor ofensivo.
Pela Suíça, o destaque é o goleiro Gregor Kobel, com Nota Sofascore de 7.7. Ele sofreu apenas 3 gols em cinco partidas e fez 16 defesas, sendo 12 em finalizações de dentro da área. O índice de gols evitados está em 1.6257, ilustrando eficiência clara no um contra um. Kobel soma duas partidas sem sofrer gols, três interceptações aéreas perfeitas e venceu todos os cinco duelos pelo alto. Tem boa leitura de perigo, com quatro saídas certas em quatro tentativas, além de oito rebatidas. Com 132 rebatidas da Suíça e aproveitamento de 53,8% nas aéreas, seu controle da área complementa uma defesa disciplinada. Com a bola, completou 145 de 186 passes, com 22 lançamentos certos, podendo acionar rapidamente Dan Ndoye ou Breel Embolo nos contra-ataques. Se os 32 chutes certos sofridos pela Argentina até agora forem base para o nível de pressão, a atuação de Kobel será central no plano suíço.
O que esperar em Kansas City
Espere por um duelo tático entre duas seleções à vontade com a bola e disciplina nos cartões. Quem marcar primeiro pode ter enorme vantagem, considerando o histórico das últimas partidas dos dois times. O equilíbrio argentino entre controle, bolas paradas e velocidade nos contra-ataques irá testar uma Suíça que fecha bem os espaços, domina pelo alto e finaliza dentro da área. Novamente, os escanteios podem permanecer baixos, se a tendência recente se mantiver. As odds apontam favoritismo argentino, mas o momento suíço e a defesa organizada equilibram o cenário. Fique atento à eficiência nos cruzamentos e ao aproveitamento nos pênaltis se o duelo apertar. E mantenha outro olho nos astros: o volume de finalizações e chances criadas por Messi contra os gráficos de defesas de Kobel. Acompanhe tudo no Sofascore, com dados ao vivo, variações de momento e Nota Sofascore em tempo real durante os 90 minutos e além.