Escrito por Thiago Donato
8 de nov. de 2026

Canadiens vencem Maple Leafs por 4-2; Newhook marca dois gols

Canadiens vencem Maple Leafs por 4-2; Newhook marca dois gols

O Montréal Canadiens fez o dever de casa em Toronto, vencendo por 4-2 o Maple Leafs na Scotiabank Arena pela temporada regular da NHL. Alex Newhook marcou duas vezes no primeiro período, e Chris Kreider acrescentou um gol no segundo tempo para construir uma vantagem que os visitantes não deixariam escapar. Toronto reagiu no terceiro período com William Nylander e o novato Gavin McKenna, mas Zachary Bolduc resolveu no power play perto do fim. Os chutes ficaram empatados em 28-28, mas os Canadiens foram mais eficientes diante do gol. Jacob Fowler defendeu 26 de 28 para o Montréal, enquanto Sergei Bobrovsky fez 24 defesas pelo Toronto. O público anunciado foi de 19.253. Box score completo, estatísticas avançadas e lance a lance estão disponíveis no Sofascore.

Início veloz, fim firme: como o Montréal controlou o placar

Newhook abriu o placar logo no começo do primeiro período após passe de Oliver Kapanen, e marcou novamente mais tarde no tempo com assistências de Kirby Dach e Kaiden Guhle para colocar o Montréal em 2-0. Essa dobradinha do central definiu o tom, com os visitantes aproveitando melhor as finalizações mesmo com número igual de chutes. Kreider fez 3-0 no segundo período, um golpe na hora certa enquanto Toronto criava mais chances. Os Leafs cresceram no terceiro período, e Nylander enfim descontou no power play com passes de Auston Matthews e Darren Raddysh. Menos de um minuto depois, McKenna marcou em 5 contra 5, assistido por Dakota Joshua e Colton Sissons, trazendo o jogo para 3-2 e incendiando a arena.

Os Canadiens responderam com calma. Após penalidade de Troy Stecher por hooking, Bolduc aproveitou o power play com assistências de Cole Caufield e Lane Hutson e restaurou a vantagem de dois gols: 4-2. Toronto pressionou e conseguiu nova oportunidade quando Juraj Slafkovský recebeu uma penalidade dupla por high sticking nos três minutos finais. O penalty kill do Montréal permaneceu organizado e limpando o perigo, neutralizando a última onda dos Leafs. Àquela altura, a efetividade no começo do jogo e a resposta rápida ao surto do terceiro período já haviam delineado o resultado. Uma atuação sólida fora de casa, construída com gols precoces e respostas certeiras.

Times especiais e disciplina decidem o jogo

Os times especiais foram decisivos. Toronto converteu 1/4 no power play (25%), enquanto o Montréal fechou em 1/2 (50%). Essa taxa de conversão mais alta fez a diferença, especialmente considerando o momento do gol de Bolduc no terceiro período. Na eficiência dos chutes em situações de vantagem numérica, os visitantes também levaram a melhor: Montréal converteu 1/2 nos chutes em power play (50%) contra o 1/9 de Toronto (11%). Os Leafs na verdade venceram mais faceoffs no power play, 3/7 (42%), e também ganharam 2/3 (66%) jogando em desvantagem numérica, mas os Canadiens aproveitaram melhor suas oportunidades.

O ritmo de jogo em torno das paralisações também contou sua história. A penalidade por conduta antidesportiva de Arber Xhekaj aos 45:00 deu nova vida ao Toronto, e Nylander marcou logo depois. Pouco depois, a penalidade de hooking de Stecher aos 52:00 devolveu o domínio ao Montréal, e Bolduc puniu. O maior teste para o penalty kill dos Canadiens veio no fim, quando Slafkovský pegou quatro minutos por high sticking dupla aos 57:00. A unidade bloqueou corredores e limitou segundas chances para superar essa sequência prolongada. Em um jogo com apenas cinco penalidades totais, os visitantes extraíram mais valor de seus dois power plays e contiveram o perigo durante a penalidade mais longa da noite.

Goleiros, bloqueios e finalização: Fowler e os jogadores fazem a diferença

Jacob Fowler foi seguro a noite toda, com 26 defesas em 28 chutes e 92,9% de aproveitamento. Ele se destacou em 5 contra 5, barrando 18 de 19 (.947), e apareceu bem no penalty kill com 8 defesas em 9 chutes durante o power play. Do outro lado, Sergei Bobrovsky terminou com 24 defesas em 28 chutes (.857), incluindo 23 defesas em 26 tentativas em 5 contra 5 (.885). Os indicadores de qualidade do chute mostraram ligeira vantagem para Toronto, que chutou de mais perto, mas a eficiência dos Canadiens foi decisiva. O Montréal registrou 11% de finalizações certas em 5 contra 5 (3/26), contra 5% de Toronto (1/19).

Os tipos de arremesso ilustram esse cenário. Os Canadiens marcaram duas vezes com wrist shots (2/18) e uma vez em desvio (1/3), mostrando variedade na porta do gol e nos círculos. Toronto respondeu com um gol de wrist shot (1/17) e outro de slap shot (1/4), mas não conseguiu transformar em mais gols nos lances próximos. Os jogadores do Montréal ajudaram Fowler se jogando na frente dos chutes, registrando 15 bloqueios contra 7 de Toronto. Essa proteção foi crucial na penalidade dupla do fim. Quando o puck chegou, Fowler controlou os rebotes para limitar o Leafs a apenas uma tentativa por jogada.

Posse e faceoffs: Leafs forçam, Habs dominam nos círculos

Pelos números avançados, Toronto ficou mais tempo com o puck, mas o Montréal soube administrar melhor o jogo. Os Leafs lideraram no Corsi% com 52,2%, sinalizando mais tentativas no geral, enquanto os Canadiens controlaram o Fenwick% com 50,7%, indicando mais chances não bloqueadas. Com os chutes igualados em 28-28, a diferença esteve em onde e como essas tentativas aconteceram. Nos círculos, clara vantagem canadense: os Canadiens venceram 62% dos faceoffs (31/50) e dominaram 65% em igualdade numérica (26/40).

O domínio nos faceoffs alimentou a capacidade do Montréal de sair jogando, organizar e controlar os momentos de times especiais. Os Canadiens também lideraram em roubos de puck, 7-4, combinando bastões defensivamente eficientes com rápidas transições. Toronto bateu mais, 21-14, mas os visitantes cometeram menos turnovers (15 contra 18) e trabalharam melhor as reposições, frustrando o forecheck. No segundo período, quando os Leafs finalizaram mais que o Montréal em 10 a 7, os Canadiens aumentaram a vantagem graças à eficiência nas finalizações e nas vitórias nos faceoffs (67% só no período). Ao longo dos três tempos, esses pequenos controles fizeram a diferença: os Leafs tiveram mais volume, mas os Habs ficaram com os momentos decisivos.

Destaques e números para ficar de olho

Alex Newhook foi o principal destaque da partida, com dois gols em 5 contra 5 logo nos seus dois primeiros chutes e +2 no saldo, abrindo o caminho para o Montréal. Fowler foi escolhido o segundo melhor com sua noite de 92,9%, incluindo 94,7% em igualdade numérica e oito defesas no power play. Nylander ficou com o terceiro lugar depois de converter gol no power play e liderar a reação de Toronto com quatro chutes certos e três errados. Matthews deu a assistência primária para o gol de Nylander e terminou com três chutes a gol, oito errados e dois desarmes.

Pelo lado de Toronto, Raddysh jogou muito tempo (1.783 segundos) e deu uma assistência no power play, enquanto McKenna marcou em 5 contra 5 em quatro chutes. Na outra ponta, Teddy Blueger saiu com -3, e Jake McCabe fechou -3 mesmo com dois hits e um bloqueio. O apoio coletivo do Montréal foi importante: Caufield e Hutson ajudaram na jogada do gol decisivo em power play, Kapanen e Dach deram assistências, e Guhle somou mais uma com minutos sólidos nos dois lados da pista. Os Canadiens dividiram o esforço com 15 bloqueios, disciplina e eficiência nos faceoffs. Para estatísticas mais detalhadas e todas as linhas de cada jogador, visite a página completa do confronto no Sofascore.

Escrito por Thiago Donato
8 de nov. de 2026

Canadiens vencem Maple Leafs por 4-2; Newhook marca dois gols

Canadiens vencem Maple Leafs por 4-2; Newhook marca dois gols

O Montréal Canadiens fez o dever de casa em Toronto, vencendo por 4-2 o Maple Leafs na Scotiabank Arena pela temporada regular da NHL. Alex Newhook marcou duas vezes no primeiro período, e Chris Kreider acrescentou um gol no segundo tempo para construir uma vantagem que os visitantes não deixariam escapar. Toronto reagiu no terceiro período com William Nylander e o novato Gavin McKenna, mas Zachary Bolduc resolveu no power play perto do fim. Os chutes ficaram empatados em 28-28, mas os Canadiens foram mais eficientes diante do gol. Jacob Fowler defendeu 26 de 28 para o Montréal, enquanto Sergei Bobrovsky fez 24 defesas pelo Toronto. O público anunciado foi de 19.253. Box score completo, estatísticas avançadas e lance a lance estão disponíveis no Sofascore.

Início veloz, fim firme: como o Montréal controlou o placar

Newhook abriu o placar logo no começo do primeiro período após passe de Oliver Kapanen, e marcou novamente mais tarde no tempo com assistências de Kirby Dach e Kaiden Guhle para colocar o Montréal em 2-0. Essa dobradinha do central definiu o tom, com os visitantes aproveitando melhor as finalizações mesmo com número igual de chutes. Kreider fez 3-0 no segundo período, um golpe na hora certa enquanto Toronto criava mais chances. Os Leafs cresceram no terceiro período, e Nylander enfim descontou no power play com passes de Auston Matthews e Darren Raddysh. Menos de um minuto depois, McKenna marcou em 5 contra 5, assistido por Dakota Joshua e Colton Sissons, trazendo o jogo para 3-2 e incendiando a arena.

Os Canadiens responderam com calma. Após penalidade de Troy Stecher por hooking, Bolduc aproveitou o power play com assistências de Cole Caufield e Lane Hutson e restaurou a vantagem de dois gols: 4-2. Toronto pressionou e conseguiu nova oportunidade quando Juraj Slafkovský recebeu uma penalidade dupla por high sticking nos três minutos finais. O penalty kill do Montréal permaneceu organizado e limpando o perigo, neutralizando a última onda dos Leafs. Àquela altura, a efetividade no começo do jogo e a resposta rápida ao surto do terceiro período já haviam delineado o resultado. Uma atuação sólida fora de casa, construída com gols precoces e respostas certeiras.

Times especiais e disciplina decidem o jogo

Os times especiais foram decisivos. Toronto converteu 1/4 no power play (25%), enquanto o Montréal fechou em 1/2 (50%). Essa taxa de conversão mais alta fez a diferença, especialmente considerando o momento do gol de Bolduc no terceiro período. Na eficiência dos chutes em situações de vantagem numérica, os visitantes também levaram a melhor: Montréal converteu 1/2 nos chutes em power play (50%) contra o 1/9 de Toronto (11%). Os Leafs na verdade venceram mais faceoffs no power play, 3/7 (42%), e também ganharam 2/3 (66%) jogando em desvantagem numérica, mas os Canadiens aproveitaram melhor suas oportunidades.

O ritmo de jogo em torno das paralisações também contou sua história. A penalidade por conduta antidesportiva de Arber Xhekaj aos 45:00 deu nova vida ao Toronto, e Nylander marcou logo depois. Pouco depois, a penalidade de hooking de Stecher aos 52:00 devolveu o domínio ao Montréal, e Bolduc puniu. O maior teste para o penalty kill dos Canadiens veio no fim, quando Slafkovský pegou quatro minutos por high sticking dupla aos 57:00. A unidade bloqueou corredores e limitou segundas chances para superar essa sequência prolongada. Em um jogo com apenas cinco penalidades totais, os visitantes extraíram mais valor de seus dois power plays e contiveram o perigo durante a penalidade mais longa da noite.

Goleiros, bloqueios e finalização: Fowler e os jogadores fazem a diferença

Jacob Fowler foi seguro a noite toda, com 26 defesas em 28 chutes e 92,9% de aproveitamento. Ele se destacou em 5 contra 5, barrando 18 de 19 (.947), e apareceu bem no penalty kill com 8 defesas em 9 chutes durante o power play. Do outro lado, Sergei Bobrovsky terminou com 24 defesas em 28 chutes (.857), incluindo 23 defesas em 26 tentativas em 5 contra 5 (.885). Os indicadores de qualidade do chute mostraram ligeira vantagem para Toronto, que chutou de mais perto, mas a eficiência dos Canadiens foi decisiva. O Montréal registrou 11% de finalizações certas em 5 contra 5 (3/26), contra 5% de Toronto (1/19).

Os tipos de arremesso ilustram esse cenário. Os Canadiens marcaram duas vezes com wrist shots (2/18) e uma vez em desvio (1/3), mostrando variedade na porta do gol e nos círculos. Toronto respondeu com um gol de wrist shot (1/17) e outro de slap shot (1/4), mas não conseguiu transformar em mais gols nos lances próximos. Os jogadores do Montréal ajudaram Fowler se jogando na frente dos chutes, registrando 15 bloqueios contra 7 de Toronto. Essa proteção foi crucial na penalidade dupla do fim. Quando o puck chegou, Fowler controlou os rebotes para limitar o Leafs a apenas uma tentativa por jogada.

Posse e faceoffs: Leafs forçam, Habs dominam nos círculos

Pelos números avançados, Toronto ficou mais tempo com o puck, mas o Montréal soube administrar melhor o jogo. Os Leafs lideraram no Corsi% com 52,2%, sinalizando mais tentativas no geral, enquanto os Canadiens controlaram o Fenwick% com 50,7%, indicando mais chances não bloqueadas. Com os chutes igualados em 28-28, a diferença esteve em onde e como essas tentativas aconteceram. Nos círculos, clara vantagem canadense: os Canadiens venceram 62% dos faceoffs (31/50) e dominaram 65% em igualdade numérica (26/40).

O domínio nos faceoffs alimentou a capacidade do Montréal de sair jogando, organizar e controlar os momentos de times especiais. Os Canadiens também lideraram em roubos de puck, 7-4, combinando bastões defensivamente eficientes com rápidas transições. Toronto bateu mais, 21-14, mas os visitantes cometeram menos turnovers (15 contra 18) e trabalharam melhor as reposições, frustrando o forecheck. No segundo período, quando os Leafs finalizaram mais que o Montréal em 10 a 7, os Canadiens aumentaram a vantagem graças à eficiência nas finalizações e nas vitórias nos faceoffs (67% só no período). Ao longo dos três tempos, esses pequenos controles fizeram a diferença: os Leafs tiveram mais volume, mas os Habs ficaram com os momentos decisivos.

Destaques e números para ficar de olho

Alex Newhook foi o principal destaque da partida, com dois gols em 5 contra 5 logo nos seus dois primeiros chutes e +2 no saldo, abrindo o caminho para o Montréal. Fowler foi escolhido o segundo melhor com sua noite de 92,9%, incluindo 94,7% em igualdade numérica e oito defesas no power play. Nylander ficou com o terceiro lugar depois de converter gol no power play e liderar a reação de Toronto com quatro chutes certos e três errados. Matthews deu a assistência primária para o gol de Nylander e terminou com três chutes a gol, oito errados e dois desarmes.

Pelo lado de Toronto, Raddysh jogou muito tempo (1.783 segundos) e deu uma assistência no power play, enquanto McKenna marcou em 5 contra 5 em quatro chutes. Na outra ponta, Teddy Blueger saiu com -3, e Jake McCabe fechou -3 mesmo com dois hits e um bloqueio. O apoio coletivo do Montréal foi importante: Caufield e Hutson ajudaram na jogada do gol decisivo em power play, Kapanen e Dach deram assistências, e Guhle somou mais uma com minutos sólidos nos dois lados da pista. Os Canadiens dividiram o esforço com 15 bloqueios, disciplina e eficiência nos faceoffs. Para estatísticas mais detalhadas e todas as linhas de cada jogador, visite a página completa do confronto no Sofascore.

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