Celtic 3-0 LASK: Dois de Durán confirmam afirmação nos playoffs
O Celtic deu um passo importante na fase de playoffs da UEFA Champions League ao vencer o LASK por 3 a 0, de forma controlada, no Celtic Park. Os donos da casa foram organizados na posse, diretos quando necessário e implacáveis nas finalizações. O LASK finalizou bastante, mas a estrutura do Celtic, junto ao seu goleiro, manteve-se sólida. Todos os dados do jogo e métricas individuais estão disponíveis na página da partida do Sofascore aqui, com o contexto do torneio disponível no hub da UEFA Champions League.
Placar e momentos-chave no Celtic Park
A abertura do placar veio aos 26 minutos, quando Kieran Tierney cruzou e Benjamin Nygren finalizou com precisão de esquerda. A vantagem inicial encaixou com o plano do Celtic, que apostou em passes pacientes e inversão rápida para o terço final. O segundo gol saiu aos 38 minutos: Camilo Durán bateu forte de canhota, no alto da rede. O LASK tentou responder com jogadas diretas, mas a defesa do Celtic segurou bem o ritmo do primeiro tempo. O intervalo chegou com 2 a 0 no placar e a torcida tranquila. No segundo tempo, os visitantes avançaram mais jogadores e aumentaram o volume de finalizações. O Celtic aguentou a pressão e voltou a marcar: aos 67 minutos, Nygren deu bela assistência para Durán, que definiu para 3 a 0. A partir daí, os donos da casa administraram território e ritmo até o fim.
A disciplina não foi determinante: apenas um cartão amarelo na partida, para Kasper Jørgensen. A bandeira de impedimento trabalhou mais que o árbitro, com o LASK pego cinco vezes em posição irregular. As substituições no Celtic aconteceram mais para refrescar as pontas e a lateral. O apito final confirmou o clean sheet, três gols marcados e uma plataforma equilibrada para a sequência do confronto. Para quem acompanha cada lance, a linha do tempo do Sofascore na página da partida mostra cada ação de forma clara.
O que dizem as estatísticas coletivas
O Celtic teve 64% de posse de bola e completou 659 passes contra 358 do LASK, construindo a narrativa de domínio. Nos passes certos, vantagem dos mandantes: 583 a 291. As entradas no terço final foram 66 a 45. Os escanteios também mostraram a pressão territorial do Celtic: 7 a 3. Apesar do controle, o LASK chutou mais vezes: 20 a 17. No alvo, o equilíbrio: LASK 8 e Celtic 7, reforçando a importância das finalizações e da atuação dos goleiros. Os Expected Goals apareceram como 0,00 para ambos neste feed, então a qualidade das chances pode ser notada nas grandes oportunidades e nos arremates certos. Grandes chances indicaram LASK 2 a 1 Celtic, mas os visitantes não converteram. Um erro defensivo do LASK também alimentou o placar. As médias das Nota Sofascore evidenciaram o roteiro: Celtic 8.15 contra LASK 6.50.
O perfil de finalização por local também chamou atenção. O LASK tentou mais dentro da área, 13 a 8, mas o Celtic igualou nos gols através da eficiência. De fora, o Celtic liderou 9 a 7, mantendo o goleiro rival ocupado. O Celtic ainda acertou a trave uma vez — pequeno indício de como a margem entre uma boa noite e uma goleada pode ser apertada. Defesas de goleiro: 8 para o Celtic e 4 para o LASK, reflexo da pressão enfrentada e superada pelo mandante. Arremessos laterais e tiros de meta ficaram próximos e pouco interferiram no ritmo. A precisão dos cruzamentos foi baixa para ambos: Celtic acertou 3 de 19 e LASK 4 de 21. Nos lançamentos longos, leve superioridade do Celtic: 51% contra 46%, acompanhando o domínio geral dos passes.
Pressão, duelos e onde o LASK ficou pelo caminho
O LASK venceu mais desarmes, e com maior eficiência: 16 no total e 56% de sucesso, contra 13 e 38% do Celtic. As interceptações também foram equilibradas: LASK 8 a 7, mostrando que a pressão visitante, por vezes, funcionou. Nos duelos aéreos, o LASK foi bem superior: 57%. Porém, nos duelos por baixo, vantagem para o Celtic: 53%, indicando conforto quando a bola não subia. Recuperações quase iguais: Celtic 54 e LASK 52, evidenciando um meio-campo competitivo. Os cortes penderam para o Celtic, 24 a 20, efeito de absorver pressão e reorganizar a linha. Onde o LASK deixou a desejar foi na precisão e tempo da jogada final. Foram cinco impedimentos, interrompendo progressões promissoras e devolvendo a posse ao adversário. Some-se duas grandes chances desperdiçadas, e a possibilidade de reação ficou distante.
A disciplina se manteve, com apenas um cartão no jogo todo. O Celtic cometeu menos faltas: seis contra nove, evitando perdas fáceis de território. O grande volume de cruzamentos pouco se reverteu em precisão para ambos, mas o empurrão final do LASK ampliou seus números no fim. O resumo ficou mesmo com o Celtic, que controlou entre as áreas e foi clínico nas decisões. Ao alcançar boas zonas, o último passe e a finalização tinham mais peso. Quando o LASK chegou, ou faltou capricho, ou encontrou um goleiro preparado. Essas pequenas margens, visíveis nos duelos e na defesa, renderam o 3 a 0 limpo.
Camilo Durán foi eleito Jogador da partida, com Nota Sofascore 9. Marcou dois gols, incluindo belo arremate antes do intervalo e uma conclusão decisiva aos 67 minutos. Foi ativo, com 6 finalizações (4 no alvo). Durán completou 28 de 33 passes, reforçando o jogo coletivo sem sumir após marcar. Conduziu a bola por 19 vezes, acumulando 108 metros de carregadas progressivas, ajudando nas transições do Celtic. Tocou na bola 51 vezes e foi pego em impedimento uma vez, vivendo na linha defensiva. Não foi uma atuação sem falhas — perdeu uma grande chance — mas a eficiência decidiu. Importante: ambos os gols vieram de finalizações de canhota em espaços apertados, sob pressão. Quando o Celtic precisou de diferencial, Durán apareceu.
O momento do segundo gol foi chave. O LASK havia acelerado o ritmo no início do segundo tempo, e Durán esfriou os ânimos e o placar. Essa folga permitiu ao Celtic administrar riscos e rotações. Também premiou a constância dos cruzamentos e infiltrações pelo lado. Com movimentação, definição e ligação eficiente, o 9 na Nota Sofascore foi justíssimo. Em outra noite, com margens ainda menores, até perseguiria a nota máxima. Fica a lição: qualidade e tempo da finalização superam volume quando há estrutura. Numa fase de playoffs, isso vale ouro.
Outros destaques e o que isso representa no Playoff
Benjamin Nygren sustentou o MVP com uma atuação completa e Nota Sofascore 8.6. Abriu o placar, deu assistência no terceiro gol, finalizou duas vezes e criou 3 passes-chave. Passou bem (53 de 58 certos) e manteve o time ligado entre meio e ataque. No gol, Viljami Sinisalo também recebeu 8.6, defendendo 8 finalizações (4 de dentro da área). Com a bola, também se destacou, acertando 44 de 47 passes, importante para aliviar a pressão. Na zaga, Auston Trusty fez 6 cortes e 2 bloqueios, nota 7.6, enquanto Cameron Carter-Vickers fez 5 cortes e venceu 5 duelos aéreos. Colby Donovan colaborou com 7 cortes e 3 passes-chave pela lateral, trabalho super produtivo. A assistência de Tierney veio em um dos seus oito cruzamentos, detalhe que desequilibrou quando precisou de qualidade no início.
No LASK, Samuel Adeniran lutou e alcançou 7.0, chutando 6 vezes (3 no gol) e vencendo 5 duelos pelo alto. Andrés Andrade ficou com 6.8 em função de defesa e 3 passes-chave, além de 2 finalizações. Kasper Jørgensen liderou os cruzamentos pela direita e recebeu o único amarelo. Os austríacos não faltaram iniciativa: chutaram mais (20 a 17) e tiveram duas grandes chances. O problema foi a execução nos lances fundamentais, além dos cinco impedimentos que minaram a construção ofensiva. Para a sequência dos playoffs, o Celtic leva o clean sheet, médias altas nas notas e uma atuação que serve de modelo. O LASK tem volume ofensivo para usar como referência, mas precisa diminuir os erros e caprichar no último passe. Todos os números e atualizações ao vivo do confronto estão no match page e no hub da UEFA Champions League do Sofascore.
Celtic 3-0 LASK: Dois de Durán confirmam afirmação nos playoffs
O Celtic deu um passo importante na fase de playoffs da UEFA Champions League ao vencer o LASK por 3 a 0, de forma controlada, no Celtic Park. Os donos da casa foram organizados na posse, diretos quando necessário e implacáveis nas finalizações. O LASK finalizou bastante, mas a estrutura do Celtic, junto ao seu goleiro, manteve-se sólida. Todos os dados do jogo e métricas individuais estão disponíveis na página da partida do Sofascore aqui, com o contexto do torneio disponível no hub da UEFA Champions League.
Placar e momentos-chave no Celtic Park
A abertura do placar veio aos 26 minutos, quando Kieran Tierney cruzou e Benjamin Nygren finalizou com precisão de esquerda. A vantagem inicial encaixou com o plano do Celtic, que apostou em passes pacientes e inversão rápida para o terço final. O segundo gol saiu aos 38 minutos: Camilo Durán bateu forte de canhota, no alto da rede. O LASK tentou responder com jogadas diretas, mas a defesa do Celtic segurou bem o ritmo do primeiro tempo. O intervalo chegou com 2 a 0 no placar e a torcida tranquila. No segundo tempo, os visitantes avançaram mais jogadores e aumentaram o volume de finalizações. O Celtic aguentou a pressão e voltou a marcar: aos 67 minutos, Nygren deu bela assistência para Durán, que definiu para 3 a 0. A partir daí, os donos da casa administraram território e ritmo até o fim.
A disciplina não foi determinante: apenas um cartão amarelo na partida, para Kasper Jørgensen. A bandeira de impedimento trabalhou mais que o árbitro, com o LASK pego cinco vezes em posição irregular. As substituições no Celtic aconteceram mais para refrescar as pontas e a lateral. O apito final confirmou o clean sheet, três gols marcados e uma plataforma equilibrada para a sequência do confronto. Para quem acompanha cada lance, a linha do tempo do Sofascore na página da partida mostra cada ação de forma clara.
O que dizem as estatísticas coletivas
O Celtic teve 64% de posse de bola e completou 659 passes contra 358 do LASK, construindo a narrativa de domínio. Nos passes certos, vantagem dos mandantes: 583 a 291. As entradas no terço final foram 66 a 45. Os escanteios também mostraram a pressão territorial do Celtic: 7 a 3. Apesar do controle, o LASK chutou mais vezes: 20 a 17. No alvo, o equilíbrio: LASK 8 e Celtic 7, reforçando a importância das finalizações e da atuação dos goleiros. Os Expected Goals apareceram como 0,00 para ambos neste feed, então a qualidade das chances pode ser notada nas grandes oportunidades e nos arremates certos. Grandes chances indicaram LASK 2 a 1 Celtic, mas os visitantes não converteram. Um erro defensivo do LASK também alimentou o placar. As médias das Nota Sofascore evidenciaram o roteiro: Celtic 8.15 contra LASK 6.50.
O perfil de finalização por local também chamou atenção. O LASK tentou mais dentro da área, 13 a 8, mas o Celtic igualou nos gols através da eficiência. De fora, o Celtic liderou 9 a 7, mantendo o goleiro rival ocupado. O Celtic ainda acertou a trave uma vez — pequeno indício de como a margem entre uma boa noite e uma goleada pode ser apertada. Defesas de goleiro: 8 para o Celtic e 4 para o LASK, reflexo da pressão enfrentada e superada pelo mandante. Arremessos laterais e tiros de meta ficaram próximos e pouco interferiram no ritmo. A precisão dos cruzamentos foi baixa para ambos: Celtic acertou 3 de 19 e LASK 4 de 21. Nos lançamentos longos, leve superioridade do Celtic: 51% contra 46%, acompanhando o domínio geral dos passes.
Pressão, duelos e onde o LASK ficou pelo caminho
O LASK venceu mais desarmes, e com maior eficiência: 16 no total e 56% de sucesso, contra 13 e 38% do Celtic. As interceptações também foram equilibradas: LASK 8 a 7, mostrando que a pressão visitante, por vezes, funcionou. Nos duelos aéreos, o LASK foi bem superior: 57%. Porém, nos duelos por baixo, vantagem para o Celtic: 53%, indicando conforto quando a bola não subia. Recuperações quase iguais: Celtic 54 e LASK 52, evidenciando um meio-campo competitivo. Os cortes penderam para o Celtic, 24 a 20, efeito de absorver pressão e reorganizar a linha. Onde o LASK deixou a desejar foi na precisão e tempo da jogada final. Foram cinco impedimentos, interrompendo progressões promissoras e devolvendo a posse ao adversário. Some-se duas grandes chances desperdiçadas, e a possibilidade de reação ficou distante.
A disciplina se manteve, com apenas um cartão no jogo todo. O Celtic cometeu menos faltas: seis contra nove, evitando perdas fáceis de território. O grande volume de cruzamentos pouco se reverteu em precisão para ambos, mas o empurrão final do LASK ampliou seus números no fim. O resumo ficou mesmo com o Celtic, que controlou entre as áreas e foi clínico nas decisões. Ao alcançar boas zonas, o último passe e a finalização tinham mais peso. Quando o LASK chegou, ou faltou capricho, ou encontrou um goleiro preparado. Essas pequenas margens, visíveis nos duelos e na defesa, renderam o 3 a 0 limpo.
Camilo Durán foi eleito Jogador da partida, com Nota Sofascore 9. Marcou dois gols, incluindo belo arremate antes do intervalo e uma conclusão decisiva aos 67 minutos. Foi ativo, com 6 finalizações (4 no alvo). Durán completou 28 de 33 passes, reforçando o jogo coletivo sem sumir após marcar. Conduziu a bola por 19 vezes, acumulando 108 metros de carregadas progressivas, ajudando nas transições do Celtic. Tocou na bola 51 vezes e foi pego em impedimento uma vez, vivendo na linha defensiva. Não foi uma atuação sem falhas — perdeu uma grande chance — mas a eficiência decidiu. Importante: ambos os gols vieram de finalizações de canhota em espaços apertados, sob pressão. Quando o Celtic precisou de diferencial, Durán apareceu.
O momento do segundo gol foi chave. O LASK havia acelerado o ritmo no início do segundo tempo, e Durán esfriou os ânimos e o placar. Essa folga permitiu ao Celtic administrar riscos e rotações. Também premiou a constância dos cruzamentos e infiltrações pelo lado. Com movimentação, definição e ligação eficiente, o 9 na Nota Sofascore foi justíssimo. Em outra noite, com margens ainda menores, até perseguiria a nota máxima. Fica a lição: qualidade e tempo da finalização superam volume quando há estrutura. Numa fase de playoffs, isso vale ouro.
Outros destaques e o que isso representa no Playoff
Benjamin Nygren sustentou o MVP com uma atuação completa e Nota Sofascore 8.6. Abriu o placar, deu assistência no terceiro gol, finalizou duas vezes e criou 3 passes-chave. Passou bem (53 de 58 certos) e manteve o time ligado entre meio e ataque. No gol, Viljami Sinisalo também recebeu 8.6, defendendo 8 finalizações (4 de dentro da área). Com a bola, também se destacou, acertando 44 de 47 passes, importante para aliviar a pressão. Na zaga, Auston Trusty fez 6 cortes e 2 bloqueios, nota 7.6, enquanto Cameron Carter-Vickers fez 5 cortes e venceu 5 duelos aéreos. Colby Donovan colaborou com 7 cortes e 3 passes-chave pela lateral, trabalho super produtivo. A assistência de Tierney veio em um dos seus oito cruzamentos, detalhe que desequilibrou quando precisou de qualidade no início.
No LASK, Samuel Adeniran lutou e alcançou 7.0, chutando 6 vezes (3 no gol) e vencendo 5 duelos pelo alto. Andrés Andrade ficou com 6.8 em função de defesa e 3 passes-chave, além de 2 finalizações. Kasper Jørgensen liderou os cruzamentos pela direita e recebeu o único amarelo. Os austríacos não faltaram iniciativa: chutaram mais (20 a 17) e tiveram duas grandes chances. O problema foi a execução nos lances fundamentais, além dos cinco impedimentos que minaram a construção ofensiva. Para a sequência dos playoffs, o Celtic leva o clean sheet, médias altas nas notas e uma atuação que serve de modelo. O LASK tem volume ofensivo para usar como referência, mas precisa diminuir os erros e caprichar no último passe. Todos os números e atualizações ao vivo do confronto estão no match page e no hub da UEFA Champions League do Sofascore.
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O Celtic deu um passo importante na fase de playoffs da UEFA Champions League ao vencer o LASK por 3 a 0, de forma controlada, no Celtic Park. Os donos da casa foram organizados na posse, diretos quando necessário e implacáveis nas finalizações. O LASK finalizou bastante, mas a estrutura do Celtic, junto ao seu goleiro, manteve-se sólida. Todos os dados do jogo e métricas individuais estão disponíveis na página da partida do Sofascore aqui, com o contexto do torneio disponível no hub da UEFA Champions League.
Placar e momentos-chave no Celtic Park
A abertura do placar veio aos 26 minutos, quando Kieran Tierney cruzou e Benjamin Nygren finalizou com precisão de esquerda. A vantagem inicial encaixou com o plano do Celtic, que apostou em passes pacientes e inversão rápida para o terço final. O segundo gol saiu aos 38 minutos: Camilo Durán bateu forte de canhota, no alto da rede. O LASK tentou responder com jogadas diretas, mas a defesa do Celtic segurou bem o ritmo do primeiro tempo. O intervalo chegou com 2 a 0 no placar e a torcida tranquila. No segundo tempo, os visitantes avançaram mais jogadores e aumentaram o volume de finalizações. O Celtic aguentou a pressão e voltou a marcar: aos 67 minutos, Nygren deu bela assistência para Durán, que definiu para 3 a 0. A partir daí, os donos da casa administraram território e ritmo até o fim.
A disciplina não foi determinante: apenas um cartão amarelo na partida, para Kasper Jørgensen. A bandeira de impedimento trabalhou mais que o árbitro, com o LASK pego cinco vezes em posição irregular. As substituições no Celtic aconteceram mais para refrescar as pontas e a lateral. O apito final confirmou o clean sheet, três gols marcados e uma plataforma equilibrada para a sequência do confronto. Para quem acompanha cada lance, a linha do tempo do Sofascore na página da partida mostra cada ação de forma clara.
O que dizem as estatísticas coletivas
O Celtic teve 64% de posse de bola e completou 659 passes contra 358 do LASK, construindo a narrativa de domínio. Nos passes certos, vantagem dos mandantes: 583 a 291. As entradas no terço final foram 66 a 45. Os escanteios também mostraram a pressão territorial do Celtic: 7 a 3. Apesar do controle, o LASK chutou mais vezes: 20 a 17. No alvo, o equilíbrio: LASK 8 e Celtic 7, reforçando a importância das finalizações e da atuação dos goleiros. Os Expected Goals apareceram como 0,00 para ambos neste feed, então a qualidade das chances pode ser notada nas grandes oportunidades e nos arremates certos. Grandes chances indicaram LASK 2 a 1 Celtic, mas os visitantes não converteram. Um erro defensivo do LASK também alimentou o placar. As médias das Nota Sofascore evidenciaram o roteiro: Celtic 8.15 contra LASK 6.50.
O perfil de finalização por local também chamou atenção. O LASK tentou mais dentro da área, 13 a 8, mas o Celtic igualou nos gols através da eficiência. De fora, o Celtic liderou 9 a 7, mantendo o goleiro rival ocupado. O Celtic ainda acertou a trave uma vez — pequeno indício de como a margem entre uma boa noite e uma goleada pode ser apertada. Defesas de goleiro: 8 para o Celtic e 4 para o LASK, reflexo da pressão enfrentada e superada pelo mandante. Arremessos laterais e tiros de meta ficaram próximos e pouco interferiram no ritmo. A precisão dos cruzamentos foi baixa para ambos: Celtic acertou 3 de 19 e LASK 4 de 21. Nos lançamentos longos, leve superioridade do Celtic: 51% contra 46%, acompanhando o domínio geral dos passes.
Pressão, duelos e onde o LASK ficou pelo caminho
O LASK venceu mais desarmes, e com maior eficiência: 16 no total e 56% de sucesso, contra 13 e 38% do Celtic. As interceptações também foram equilibradas: LASK 8 a 7, mostrando que a pressão visitante, por vezes, funcionou. Nos duelos aéreos, o LASK foi bem superior: 57%. Porém, nos duelos por baixo, vantagem para o Celtic: 53%, indicando conforto quando a bola não subia. Recuperações quase iguais: Celtic 54 e LASK 52, evidenciando um meio-campo competitivo. Os cortes penderam para o Celtic, 24 a 20, efeito de absorver pressão e reorganizar a linha. Onde o LASK deixou a desejar foi na precisão e tempo da jogada final. Foram cinco impedimentos, interrompendo progressões promissoras e devolvendo a posse ao adversário. Some-se duas grandes chances desperdiçadas, e a possibilidade de reação ficou distante.
A disciplina se manteve, com apenas um cartão no jogo todo. O Celtic cometeu menos faltas: seis contra nove, evitando perdas fáceis de território. O grande volume de cruzamentos pouco se reverteu em precisão para ambos, mas o empurrão final do LASK ampliou seus números no fim. O resumo ficou mesmo com o Celtic, que controlou entre as áreas e foi clínico nas decisões. Ao alcançar boas zonas, o último passe e a finalização tinham mais peso. Quando o LASK chegou, ou faltou capricho, ou encontrou um goleiro preparado. Essas pequenas margens, visíveis nos duelos e na defesa, renderam o 3 a 0 limpo.
Olho no MVP: atuação decisiva de Camilo Durán
Camilo Durán foi eleito Jogador da partida, com Nota Sofascore 9. Marcou dois gols, incluindo belo arremate antes do intervalo e uma conclusão decisiva aos 67 minutos. Foi ativo, com 6 finalizações (4 no alvo). Durán completou 28 de 33 passes, reforçando o jogo coletivo sem sumir após marcar. Conduziu a bola por 19 vezes, acumulando 108 metros de carregadas progressivas, ajudando nas transições do Celtic. Tocou na bola 51 vezes e foi pego em impedimento uma vez, vivendo na linha defensiva. Não foi uma atuação sem falhas — perdeu uma grande chance — mas a eficiência decidiu. Importante: ambos os gols vieram de finalizações de canhota em espaços apertados, sob pressão. Quando o Celtic precisou de diferencial, Durán apareceu.
O momento do segundo gol foi chave. O LASK havia acelerado o ritmo no início do segundo tempo, e Durán esfriou os ânimos e o placar. Essa folga permitiu ao Celtic administrar riscos e rotações. Também premiou a constância dos cruzamentos e infiltrações pelo lado. Com movimentação, definição e ligação eficiente, o 9 na Nota Sofascore foi justíssimo. Em outra noite, com margens ainda menores, até perseguiria a nota máxima. Fica a lição: qualidade e tempo da finalização superam volume quando há estrutura. Numa fase de playoffs, isso vale ouro.
Outros destaques e o que isso representa no Playoff
Benjamin Nygren sustentou o MVP com uma atuação completa e Nota Sofascore 8.6. Abriu o placar, deu assistência no terceiro gol, finalizou duas vezes e criou 3 passes-chave. Passou bem (53 de 58 certos) e manteve o time ligado entre meio e ataque. No gol, Viljami Sinisalo também recebeu 8.6, defendendo 8 finalizações (4 de dentro da área). Com a bola, também se destacou, acertando 44 de 47 passes, importante para aliviar a pressão. Na zaga, Auston Trusty fez 6 cortes e 2 bloqueios, nota 7.6, enquanto Cameron Carter-Vickers fez 5 cortes e venceu 5 duelos aéreos. Colby Donovan colaborou com 7 cortes e 3 passes-chave pela lateral, trabalho super produtivo. A assistência de Tierney veio em um dos seus oito cruzamentos, detalhe que desequilibrou quando precisou de qualidade no início.
No LASK, Samuel Adeniran lutou e alcançou 7.0, chutando 6 vezes (3 no gol) e vencendo 5 duelos pelo alto. Andrés Andrade ficou com 6.8 em função de defesa e 3 passes-chave, além de 2 finalizações. Kasper Jørgensen liderou os cruzamentos pela direita e recebeu o único amarelo. Os austríacos não faltaram iniciativa: chutaram mais (20 a 17) e tiveram duas grandes chances. O problema foi a execução nos lances fundamentais, além dos cinco impedimentos que minaram a construção ofensiva. Para a sequência dos playoffs, o Celtic leva o clean sheet, médias altas nas notas e uma atuação que serve de modelo. O LASK tem volume ofensivo para usar como referência, mas precisa diminuir os erros e caprichar no último passe. Todos os números e atualizações ao vivo do confronto estão no match page e no hub da UEFA Champions League do Sofascore.