Nota Sofascore 5.7 de Ferran Torres vs Cabo Verde

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Espanha abriu o Grupo H da Copa do Mundo 2026 com um empate em 0 a 0 contra Cabo Verde em Atlanta, e Ferran Torres teve uma noite desafiadora. O atacante do FC Barcelona terminou com uma Nota Sofascore de 5.7 em 81 minutos em campo. Ele encontrou alguns bons espaços, chegou a acertar a trave, mas o toque final e o êxito nos duelos não apareceram.
Chutes, xG e o momento que escapou
Torres finalizou quatro vezes, com um chute no alvo, um para fora e dois bloqueados. Ele gerou 0,8857 gols esperados (xG), um número consistente que indica boas posições de finalização. Seu xG dos chutes no alvo foi de 0,167, mostrando que a única tentativa em direção ao gol não representou uma grande oportunidade. O ponto mais marcante foi uma grande chance desperdiçada, que pesa bastante no modelo da Sofascore. Ele ainda acertou o travessão uma vez, seu momento mais próximo de tirar o zero do placar.

O índice de valor normalizado dos chutes ficou em -0,69, o que reflete a ausência de recompensa em boas posições. Sem conseguir marcar mesmo participando bastante dentro da área, a nota caiu. Para atacantes, perder grandes chances e ter finalizações bloqueadas costuma prejudicar mais do que simplesmente uma atuação de baixo volume ofensivo. Juntando o placar e o resultado, fica fácil entender por que o desempenho foi avaliado de forma mais baixa. No Sofascore, os fãs podem acompanhar esses detalhes de qualidade dos chutes ao vivo e ver como a nota evolui ao longo dos 90 minutos.
Passe e criação
Com a bola, Torres completou 26 de 34 passes, com 76,5% de precisão. Encontrou companheiros 23 vezes em 30 tentativas no campo adversário, mostrando bom aproveitamento em áreas avançadas. No terço final, registrou 14 passes certos – volume que, normalmente, ajuda a aumentar a pressão ofensiva. Foram um passe chave e 0,1196 assistências esperadas (xA), então conseguiu criar pelo menos uma grande chance para companheiros. O valor normalizado dos passes ficou levemente positivo, em 0,04, compatível com um jogo regular, mas sem ser decisivo na distribuição.
Cruzamentos não foram fonte de perigo neste duelo, com quatro tentativas e nenhuma certa. A condução da bola teve números mistos: nove carries para um total de 126,22 metros percorridos. Apenas um carry contou como progressivo, avançando 14,73 metros, enquanto o melhor carry individual avançou 10,58 metros. O avanço total considerando todos os carries ficou em -11,21 metros, sinalizando muitos recuos e jogadas reiniciadas sob pressão. Ou seja, ele se manteve envolvido entre as linhas, mas não conseguiu transformar suas ações em chances claras o suficiente para melhorar sua Nota Sofascore.
Duelos e segurança da posse
A maior queda em sua nota veio dos duelos e perdas de posse. Torres venceu apenas 1 duelo e perdeu 8, com índice de sucesso geral de 11,1%. No chão, não ganhou nenhum duelo, enquanto no jogo aéreo venceu 1, sendo esse o único ponto positivo. Foram 20 perdas de posse e quatro desarmes sofridos, contribuindo ainda mais para ataques interrompidos. Houve ainda um domínio de bola pesado, registrado como toque malsucedido.
Cometeu duas faltas e não sofreu nenhuma, outro pequeno ponto negativo no modelo. No drible, não teve sucesso – zero dribles certos, apesar de o valor normalizado dos dribles ter sido levemente positivo, em 0,03. Em compensação, trabalhou sem a bola e recuperou a posse seis vezes na pressão espanhola. Os duelos defensivos foram poucos, apenas dois, sem acumular lances na defesa que pudessem compensar os erros ofensivos. Tudo isso resultou em um perfil que, normalmente, corresponde à faixa inferior da Nota Sofascore para atacantes titulares.
Contexto da partida: Espanha 0-0 Cabo Verde
Este duelo do Grupo H da Copa do Mundo 2026 no Mercedes-Benz Stadium teve público de 67.640 torcedores. A Espanha, 2ª no ranking, enfrentou uma Cabo Verde muito bem organizada, atual 67º lugar, e o confronto terminou empatado. O árbitro Adham Mohammad conduziu um jogo físico, mas controlado, com 4 minutos de acréscimo no primeiro e 5 minutos no segundo tempo. Torres jogou 81 minutos antes de ser substituído, participou de 56 jogadas e se manteve ativo na linha de frente. O empate sem gols é um ótimo resultado para Cabo Verde, enquanto a Espanha sentiu que produziu o suficiente para vencer.
A versatilidade de Torres como atacante capaz de atuar como ST, LW ou RW já é conhecida, mas faltou o toque final dessa vez. A ausência de cruzamentos certos e a desvantagem nos duelos enfraqueceram a ameaça espanhola pelos lados. Mesmo com bons momentos de xG, a decisão final não aconteceu – e foi exatamente isso que o modelo da Sofascore capturou. Os fãs acompanhando pelo Sofascore puderam ver a nota se movimentando a cada grande lance, incluindo o chute na trave e a grande chance desperdiçada. Num grupo equilibrado, esses detalhes fizeram a diferença.
O que o 5.7 revela no Sofascore
A Nota Sofascore combina qualidade das finalizações, criação, duelos e segurança da posse em um único número. Aqui, a grande chance perdida, o valor negativo dos chutes e o baixo sucesso nos duelos derrubaram a nota. As 20 perdas de posse e os cruzamentos imprecisos também pesaram contra ele. Em compensação, a precisão de 76,5% nos passes no campo de ataque e as seis recuperações impediram uma queda ainda maior. A Nota Sofascore exposta é de 5.7, embora uma versão interna alternativa seja de 6.6, mas o índice público permanece em 5.7 para este jogo.
No alto nível, atacantes vivem de resultados – uma bola na trave pode mudar o cenário rapidamente. Se um dos quatro chutes tivesse entrado no canto, o modelo e a narrativa mudariam completamente. Como está, acabou sendo uma nota baixa para um jogador do perfil ofensivo de Torres no cenário internacional. Isso deixa uma lista clara de pontos a melhorar para o próximo compromisso do Grupo H. Você pode acompanhar os jogos da Espanha e os números ao vivo de Ferran Torres, mapas de calor e gráficos de jogador no Sofascore e conferir como a nota evolui do apito inicial ao final da partida.
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Chutes, xG e o momento que escapou
Torres finalizou quatro vezes, com um chute no alvo, um para fora e dois bloqueados. Ele gerou 0,8857 gols esperados (xG), um número consistente que indica boas posições de finalização. Seu xG dos chutes no alvo foi de 0,167, mostrando que a única tentativa em direção ao gol não representou uma grande oportunidade. O ponto mais marcante foi uma grande chance desperdiçada, que pesa bastante no modelo da Sofascore. Ele ainda acertou o travessão uma vez, seu momento mais próximo de tirar o zero do placar.
O índice de valor normalizado dos chutes ficou em -0,69, o que reflete a ausência de recompensa em boas posições. Sem conseguir marcar mesmo participando bastante dentro da área, a nota caiu. Para atacantes, perder grandes chances e ter finalizações bloqueadas costuma prejudicar mais do que simplesmente uma atuação de baixo volume ofensivo. Juntando o placar e o resultado, fica fácil entender por que o desempenho foi avaliado de forma mais baixa. No Sofascore, os fãs podem acompanhar esses detalhes de qualidade dos chutes ao vivo e ver como a nota evolui ao longo dos 90 minutos.
Passe e criação
Com a bola, Torres completou 26 de 34 passes, com 76,5% de precisão. Encontrou companheiros 23 vezes em 30 tentativas no campo adversário, mostrando bom aproveitamento em áreas avançadas. No terço final, registrou 14 passes certos – volume que, normalmente, ajuda a aumentar a pressão ofensiva. Foram um passe chave e 0,1196 assistências esperadas (xA), então conseguiu criar pelo menos uma grande chance para companheiros. O valor normalizado dos passes ficou levemente positivo, em 0,04, compatível com um jogo regular, mas sem ser decisivo na distribuição.
Cruzamentos não foram fonte de perigo neste duelo, com quatro tentativas e nenhuma certa. A condução da bola teve números mistos: nove carries para um total de 126,22 metros percorridos. Apenas um carry contou como progressivo, avançando 14,73 metros, enquanto o melhor carry individual avançou 10,58 metros. O avanço total considerando todos os carries ficou em -11,21 metros, sinalizando muitos recuos e jogadas reiniciadas sob pressão. Ou seja, ele se manteve envolvido entre as linhas, mas não conseguiu transformar suas ações em chances claras o suficiente para melhorar sua Nota Sofascore.
Duelos e segurança da posse
A maior queda em sua nota veio dos duelos e perdas de posse. Torres venceu apenas 1 duelo e perdeu 8, com índice de sucesso geral de 11,1%. No chão, não ganhou nenhum duelo, enquanto no jogo aéreo venceu 1, sendo esse o único ponto positivo. Foram 20 perdas de posse e quatro desarmes sofridos, contribuindo ainda mais para ataques interrompidos. Houve ainda um domínio de bola pesado, registrado como toque malsucedido.
Cometeu duas faltas e não sofreu nenhuma, outro pequeno ponto negativo no modelo. No drible, não teve sucesso – zero dribles certos, apesar de o valor normalizado dos dribles ter sido levemente positivo, em 0,03. Em compensação, trabalhou sem a bola e recuperou a posse seis vezes na pressão espanhola. Os duelos defensivos foram poucos, apenas dois, sem acumular lances na defesa que pudessem compensar os erros ofensivos. Tudo isso resultou em um perfil que, normalmente, corresponde à faixa inferior da Nota Sofascore para atacantes titulares.
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A versatilidade de Torres como atacante capaz de atuar como ST, LW ou RW já é conhecida, mas faltou o toque final dessa vez. A ausência de cruzamentos certos e a desvantagem nos duelos enfraqueceram a ameaça espanhola pelos lados. Mesmo com bons momentos de xG, a decisão final não aconteceu – e foi exatamente isso que o modelo da Sofascore capturou. Os fãs acompanhando pelo Sofascore puderam ver a nota se movimentando a cada grande lance, incluindo o chute na trave e a grande chance desperdiçada. Num grupo equilibrado, esses detalhes fizeram a diferença.
O que o 5.7 revela no Sofascore
A Nota Sofascore combina qualidade das finalizações, criação, duelos e segurança da posse em um único número. Aqui, a grande chance perdida, o valor negativo dos chutes e o baixo sucesso nos duelos derrubaram a nota. As 20 perdas de posse e os cruzamentos imprecisos também pesaram contra ele. Em compensação, a precisão de 76,5% nos passes no campo de ataque e as seis recuperações impediram uma queda ainda maior. A Nota Sofascore exposta é de 5.7, embora uma versão interna alternativa seja de 6.6, mas o índice público permanece em 5.7 para este jogo.
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