França 3-0 Iraque: Mbappé 9.2 Nota Sofascore

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15 de ago. de 2026França 3-0 Iraque: Mbappé 9.2 Nota Sofascore

França alcançou uma confortável vitória no Grupo I da Copa do Mundo FIFA na Filadélfia, derrotando o Iraque por 3-0 com dois gols de Kylian Mbappé e um belo arremate de Ousmane Dembélé. Diante de 68.324 espectadores no Lincoln Financial Field, o time de Didier Deschamps controlou a maior parte do jogo, pressionou após o intervalo e transformou a pressão em gols. Michael Olise deu duas assistências e ainda acertou a trave, enquanto a organizada formação 4-1-4-1 do Iraque lutou bastante, mas criou pouco. Os números no Sofascore mostraram claramente por que os pontos ficaram com Les Bleus.
Começo rápido, final ainda mais forte
A França saiu na frente cedo, quando Mbappé finalizou aos 14 minutos após passe de Olise. O Iraque sofreu um revés logo depois, com o capitão Aymen Hussein deixando o campo lesionado aos 26 minutos e sendo substituído por Ali Al-Hamadi. O primeiro tempo foi controlado, sem grandes sustos; a França teve 58 por cento de posse de bola e um modesto 0,24 xG contra 0,16 do Iraque, mas ainda assim foi para o intervalo em vantagem.
O segundo tempo ficou mais aberto. Dembélé lançou Mbappé para fazer 2-0 aos 54 minutos, em uma jogada pela direita que mostrou a fluidez francesa no setor. Doze minutos depois, os papéis se inverteram e Olise serviu Dembélé para o terceiro gol. O placar final de finalizações foi de 19 a 4, com 5 a 0 em chutes no alvo, mostrando o salto de desempenho após o intervalo. O xG da França no segundo tempo saltou para 2,25, enquanto o do Iraque foi a 0,44, e essa diferença conta a história da partida.
Como as estatísticas coletivas da França definiram o resultado
Controle sem caos foi a marca. A França terminou com 56 por cento de posse de bola e 602 passes, completando 539 deles. A grande diferença esteve no território. Foram 89 entradas no terço final contra 31 e 42 toques na área contra apenas 7, um domínio absoluto. Essa posição em campo gerou chances, com a França criando seis grandes oportunidades e um xG total de 2,49.
A carga defensiva do Iraque foi pesada e honesta. Foram 26 afastamentos, 18 desarmes e 11 interceptações, o que impediu que o placar fosse ainda mais elástico em certos momentos. Mas o volume da França acabou rompendo a defesa adversária. Les Bleus tentaram 12 das 19 finalizações de dentro da área e ainda forçaram duas rebatidas do goleiro. Os escanteios terminaram 4 a 2 para a França e até mesmo as disputas aéreas ficaram com 53 por cento para os franceses, principalmente no segundo tempo.
MVP da partida: Kylian Mbappé, Nota Sofascore 9.2
O destaque ficou mesmo com o capitão. Mbappé marcou dois gols em oito finalizações, sendo três no alvo, e somou 1,1984 em gols esperados. Também criou duas oportunidades, acertou 35 dos 39 passes e carregou a bola 15 vezes, com seis progressões que renderam 130,66 metros progressivos. Além do impacto, trabalhou muito defensivamente, com seis recuperações de posse e até um desarme vencido.
Nem tudo entrou, e os números mostram que ele poderia ter feito mais, com três grandes chances desperdiçadas e um impedimento. Mesmo assim, o perigo constante esticou a linha defensiva iraquiana, e sua melhor condução sozinha avançou o jogo em 31,80 metros. Em resumo, a movimentação, finalização e participação de Mbappé foram o alicerce da vitória francesa, e sua Nota Sofascore 9.2 foi a mais alta em campo.
Olise e Dembélé abriram o jogo pelas pontas
Pelo lado direito saiu produção efetiva. Dembélé encerrou com um gol e uma assistência em 68 minutos, três passes decisivos e 0,479 em assistências esperadas. Tentou quatro finalizações e avançou carregando a bola 26 vezes, sempre levando perigo. Sua Nota Sofascore de 8.7 refletiu tanto o gol quanto o brilho criativo.
Olise, também substituído aos 68 minutos, forneceu duas assistências e ainda acertou o travessão. Registrou três passes decisivos, somou 0,428 em assistências esperadas e venceu seis disputas, sempre aparecendo entre as linhas em posições úteis. Sua Nota Sofascore de 8.0 evidencia a influência sobre o ritmo do jogo e o placar. Juntos, abriram o campo, atraíram marcadores para as laterais e criaram os espaços que Mbappé mais gosta de atacar.
Base sólida: Upamecano lidera a segurança defensiva
Os defensores franceses mostraram calma na saída de bola e precisão na distribuição. Dayot Upamecano se destacou acertando 75 passes em 78 tentativas, com oito recuperações de posse e duas interceptações. Ainda criou uma grande chance e somou 0,325 em assistências esperadas, um feito raro para um zagueiro. Tudo isso rendeu uma sólida Nota Sofascore de 8.1.
William Saliba somou 61 passes certos e três afastamentos, enquanto Jules Koundé acertou 36 de 41 passes e ainda deu um passe decisivo antes de sair aos 83 minutos. As seis tentativas de cruzamento de Lucas Digne mostraram a intenção ofensiva do lateral, mesmo com precisão irregular. A França não permitiu nenhum chute no alvo, deixando Mike Maignan sem precisar fazer defesas, o que diz muito sobre o bloco defensivo à sua frente.
Resistência do Iraque e pontos positivos nos dados
Durante longos períodos, o Iraque manteve sua estrutura e tentou atacar em velocidade. Chegou a vencer 52 por cento dos duelos totais e ganhou mais desarmes e interceptações. O defensor Akam Hashem foi o nome mais seguro, acertando 68 dos 71 passes, com nove afastamentos e um desarme salvador, recebendo Nota Sofascore 7.1. O meio-campista Zidane Iqbal também foi eficiente, terminando com 66 passes corretos em 71 e cinco recuperações de posse.
O substituto Marko Farji deu ânimo no final pela lateral, fazendo um passe decisivo e somando 0,318 em assistências esperadas em apenas dois cruzamentos, também alcançando 7.1 de nota. O problema esteve no ataque. O Iraque finalizou quatro vezes, nenhuma no alvo, e teve apenas sete toques na área francesa. Os 0,5404 xG de Al-Hamadi em três tentativas mostram a melhor oportunidade, mas ela foi desperdiçada. O goleiro Ahmed Basil trabalhou bastante e foi corajoso, mas sua nota 5.5 e um índice de gols evitados de -0,787 mostram a dificuldade diante da precisão francesa, além da sua falha registrada que resultou em gol.
Resumo final
A França foi controlada no primeiro tempo e implacável no segundo. Combinou domínio no terço final com entradas constantes na área e converteu sua superioridade no xG em um 3-0 limpo. Mbappé brilhou, os pontas abasteceram e os zagueiros mantiveram tudo sob controle. No Sofascore você pode conferir cada condução, passe e chance desta atuação no Grupo I, mas a tendência é clara: a França criou mais, de mais perto, e o placar confirmou as estatísticas.
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A França saiu na frente cedo, quando Mbappé finalizou aos 14 minutos após passe de Olise. O Iraque sofreu um revés logo depois, com o capitão Aymen Hussein deixando o campo lesionado aos 26 minutos e sendo substituído por Ali Al-Hamadi. O primeiro tempo foi controlado, sem grandes sustos; a França teve 58 por cento de posse de bola e um modesto 0,24 xG contra 0,16 do Iraque, mas ainda assim foi para o intervalo em vantagem.
O segundo tempo ficou mais aberto. Dembélé lançou Mbappé para fazer 2-0 aos 54 minutos, em uma jogada pela direita que mostrou a fluidez francesa no setor. Doze minutos depois, os papéis se inverteram e Olise serviu Dembélé para o terceiro gol. O placar final de finalizações foi de 19 a 4, com 5 a 0 em chutes no alvo, mostrando o salto de desempenho após o intervalo. O xG da França no segundo tempo saltou para 2,25, enquanto o do Iraque foi a 0,44, e essa diferença conta a história da partida.
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A carga defensiva do Iraque foi pesada e honesta. Foram 26 afastamentos, 18 desarmes e 11 interceptações, o que impediu que o placar fosse ainda mais elástico em certos momentos. Mas o volume da França acabou rompendo a defesa adversária. Les Bleus tentaram 12 das 19 finalizações de dentro da área e ainda forçaram duas rebatidas do goleiro. Os escanteios terminaram 4 a 2 para a França e até mesmo as disputas aéreas ficaram com 53 por cento para os franceses, principalmente no segundo tempo.
MVP da partida: Kylian Mbappé, Nota Sofascore 9.2
O destaque ficou mesmo com o capitão. Mbappé marcou dois gols em oito finalizações, sendo três no alvo, e somou 1,1984 em gols esperados. Também criou duas oportunidades, acertou 35 dos 39 passes e carregou a bola 15 vezes, com seis progressões que renderam 130,66 metros progressivos. Além do impacto, trabalhou muito defensivamente, com seis recuperações de posse e até um desarme vencido.
Nem tudo entrou, e os números mostram que ele poderia ter feito mais, com três grandes chances desperdiçadas e um impedimento. Mesmo assim, o perigo constante esticou a linha defensiva iraquiana, e sua melhor condução sozinha avançou o jogo em 31,80 metros. Em resumo, a movimentação, finalização e participação de Mbappé foram o alicerce da vitória francesa, e sua Nota Sofascore 9.2 foi a mais alta em campo.
Olise e Dembélé abriram o jogo pelas pontas
Pelo lado direito saiu produção efetiva. Dembélé encerrou com um gol e uma assistência em 68 minutos, três passes decisivos e 0,479 em assistências esperadas. Tentou quatro finalizações e avançou carregando a bola 26 vezes, sempre levando perigo. Sua Nota Sofascore de 8.7 refletiu tanto o gol quanto o brilho criativo.
Olise, também substituído aos 68 minutos, forneceu duas assistências e ainda acertou o travessão. Registrou três passes decisivos, somou 0,428 em assistências esperadas e venceu seis disputas, sempre aparecendo entre as linhas em posições úteis. Sua Nota Sofascore de 8.0 evidencia a influência sobre o ritmo do jogo e o placar. Juntos, abriram o campo, atraíram marcadores para as laterais e criaram os espaços que Mbappé mais gosta de atacar.
Base sólida: Upamecano lidera a segurança defensiva
Os defensores franceses mostraram calma na saída de bola e precisão na distribuição. Dayot Upamecano se destacou acertando 75 passes em 78 tentativas, com oito recuperações de posse e duas interceptações. Ainda criou uma grande chance e somou 0,325 em assistências esperadas, um feito raro para um zagueiro. Tudo isso rendeu uma sólida Nota Sofascore de 8.1.
William Saliba somou 61 passes certos e três afastamentos, enquanto Jules Koundé acertou 36 de 41 passes e ainda deu um passe decisivo antes de sair aos 83 minutos. As seis tentativas de cruzamento de Lucas Digne mostraram a intenção ofensiva do lateral, mesmo com precisão irregular. A França não permitiu nenhum chute no alvo, deixando Mike Maignan sem precisar fazer defesas, o que diz muito sobre o bloco defensivo à sua frente.
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Durante longos períodos, o Iraque manteve sua estrutura e tentou atacar em velocidade. Chegou a vencer 52 por cento dos duelos totais e ganhou mais desarmes e interceptações. O defensor Akam Hashem foi o nome mais seguro, acertando 68 dos 71 passes, com nove afastamentos e um desarme salvador, recebendo Nota Sofascore 7.1. O meio-campista Zidane Iqbal também foi eficiente, terminando com 66 passes corretos em 71 e cinco recuperações de posse.
O substituto Marko Farji deu ânimo no final pela lateral, fazendo um passe decisivo e somando 0,318 em assistências esperadas em apenas dois cruzamentos, também alcançando 7.1 de nota. O problema esteve no ataque. O Iraque finalizou quatro vezes, nenhuma no alvo, e teve apenas sete toques na área francesa. Os 0,5404 xG de Al-Hamadi em três tentativas mostram a melhor oportunidade, mas ela foi desperdiçada. O goleiro Ahmed Basil trabalhou bastante e foi corajoso, mas sua nota 5.5 e um índice de gols evitados de -0,787 mostram a dificuldade diante da precisão francesa, além da sua falha registrada que resultou em gol.
Resumo final
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