Escrito por Petar Bubalo
8 de jul. de 2026

Hawks 96-82 Grizzlies: arremessos certeiros ditam o ritmo na Summer League

Hawks 96-82 Grizzlies: arremessos certeiros ditam o ritmo na Summer League

O elenco de Summer League do Atlanta Hawks fez o dever de casa em Salt Lake City, vencendo o Memphis Grizzlies por 96-82 no Jon M. Huntsman Center. Os Hawks deram o tom com um primeiro quarto de 28-15 e não olharam mais para trás, mesmo com uma breve reação de Memphis após o intervalo. O último período foi novamente do Atlanta, 29-20, para fechar o jogo com tranquilidade.

A partida foi uma verdadeira clínica de arremessos de fora combinada com decisões bem tomadas. Memphis dominou os rebotes e teve bons momentos em ambos os garrafões, mas os Hawks controlaram o ritmo, o espaçamento e os erros. Quem acompanhou pelo box score e play-by-play do Sofascore pôde ver o padrão se desenhar cedo e se manter constante até o fim.

Hawks ditam o ritmo desde o início

O primeiro quarto de Atlanta foi a base da vitória. Os Hawks abriram 28-15 com espaçamento, movimentação de bola e boas oportunidades em arremessos de três. Zeke Mayo e Isaiah Wong encontraram o ritmo do perímetro, e Isaac McKneely também se juntou à festa logo depois. Memphis, por sua vez, demorou a se encontrar e pagou por ataques improdutivos no início. No intervalo, Atlanta ainda liderava por 47-36 e mantinha o controle do jogo.

Os Grizzlies reagiram no terceiro quarto, diminuindo a diferença para 67-62 com cestas de fora de Brendan Hausen e presença no rebote ofensivo. Mas a matemática ainda favorecia o Atlanta. Os Hawks passaram 37:13 liderando a partida, contra apenas 0:59 do Memphis, e chegaram a abrir 19 pontos — a maior vantagem. Quando o último quarto chegou, os visitantes reencontraram o ritmo inicial, com arremessos do perímetro e criação consistente para garantir o triunfo.

A diferença nos arremessos fez a história da partida

Em noite como essa, a estatística de três pontos explica muito. O Atlanta converteu 15 de 32 bolas de fora, um ótimo aproveitamento de 47%. Memphis acertou 12 de 37, com 32%. Essa diferença de nove pontos no perímetro sustentou a vantagem final e obrigou os Grizzlies a correr atrás. O aproveitamento geral de arremessos também foi melhor para os Hawks: 48% contra 43%.

Dentro do garrafão, Memphis até levou a melhor com 22 de 43 em arremessos de dois, um eficiente 51%. Atlanta acertou 24 de 49 para 49%, resultado mais que suficiente quando os chutes de três caem com regularidade. Nos lances livres, o volume foi equilibrado, com Atlanta em 3 de 4 e Memphis 2 de 3. Para os Hawks, a atuação eficiente dos armadores puxou as estatísticas. Devon Higgs foi super cirúrgico com 22 pontos em 7 de 9 nos arremessos e 3 de 4 nos lances livres. McKneely acertou 4 de 8 do perímetro para 12 pontos, enquanto Wong converteu 3 de 4 em três pontos e terminou com 15. Mayo contribuiu com 11 pontos em 4 de 5 no geral e 3 de 4 nas bolas de três.

Grizzlies dominam rebotes, mas sofrem com turnovers

Memphis teve clara vantagem nos rebotes, 41-33, e pegou 16 ofensivos contra 10 do Atlanta. Isso manteve o time vivo quando os arremessos pararam de cair e foi fundamental para o terceiro período de 26 pontos. Lawson Lovering e Jevon Porter foram essenciais, com Porter fechando um duplo-duplo de 12 pontos e 10 rebotes, além de Lovering somar sete rebotes. Tyler Burton e Zach Cleveland também coletaram sete cada um, dividindo a responsabilidade.

O problema ficou evidente em outra coluna estatística. Memphis cometeu 19 turnovers, e Atlanta converteu esses erros em 10 roubos de bola e 24 assistências no total. Os Hawks foram mais cuidadosos, com apenas 12 desperdícios, protegendo bem a liderança mesmo diante das posses extras do Memphis. RayJ Dennis impôs o ritmo como armador pass-first, com sete assistências mesmo sem pontuar, e Henri Veesaar contribuiu com quatro assistências vindo do garrafão. Os principais criadores dos Grizzlies sentiram a pressão, com Hausen e Jestin Porter somando seis turnovers juntos. Memphis liderou nos tocos, 8-3, com atuações de destaque de Taylor Hendricks (três tocos) e Lovering (também três). Mas as 24 faltas pessoais, contra 20 do Atlanta, e os turnovers neutralizaram a vantagem dos Grizzlies na proteção de aro.

Destaques individuais e números chave do box score

Devon Higgs foi o pontuador mais eficiente e com alto volume da noite: 22 pontos em 7 de 9 nos arremessos, duas bolas de três em três tentativas, além de cinco rebotes e dois tocos. Jacob Toppin lutou bastante pelo Atlanta, somando 14 pontos, nove rebotes e convertendo 5 de 6 nos lances livres. Veesaar escolheu bem os arremessos para marcar 11 pontos e ainda serviu quatro assistências. McKneely fez 12 pontos e teve um plus-minus de +20, evidenciando impacto nos dois lados; Wong fechou com 15 pontos, destacando-se pelas cestas decisivas no último quarto.

Pelo lado do Memphis, Hausen liderou o time com 21 pontos e cinco bolas de três — a principal resposta à eficiência do Atlanta no perímetro, mantendo agressividade com 5 de 11 de fora. O duplo-duplo de Jevon Porter veio com cinco rebotes ofensivos e dois roubos de bola. Hendricks preencheu a linha defensiva com três tocos e somou 11 pontos, apesar das dificuldades no ataque (3 de 14 nos arremessos) pela forte marcação do Atlanta. Carson Cooper marcou 12 pontos, pegou cinco rebotes e teve aproveitamento perfeito nos lances livres, mas cometeu sete faltas e sofreu com isso. Burton e Cleveland fecharam a conta, cada um com oito pontos e juntos somaram 14 rebotes.

O momento do último quarto e como a partida se definiu

Memphis chegou ao último quarto perdendo por cinco, embalado por um terceiro período forte. Atlanta respondeu rapidamente: Wong ampliou a vantagem com uma cesta no meio do período e os Hawks passaram a forçar Memphis a buscar arremessos difíceis no ataque posicional. Quando a partida entrou no momento decisivo, os arremessadores de Atlanta selaram o resultado.

Com 38 minutos jogados, Wong matou uma bola de três que aumentou o colchão do Atlanta. Segundos depois, Higgs anotou mais dois pontos. Mesmo pressionando, Memphis viu McKneely converter mais uma de três dentro do último minuto, chegando a 96 pontos e sacramentando a vitória. Hausen ainda respondeu para Memphis com um triplo tardio e o time ainda pontuou no garrafão, mas os 29-20 de Atlanta no período final não deixaram dúvidas quanto ao controle — não apenas sobrevivência. A maior sequência dos Hawks foi de 13 pontos e a postura no ataque mostrou maturidade na reta final.

O que significa no contexto da Summer League

Em uma competição curta, os hábitos contam mais que os esquemas. Os hábitos do Atlanta apareceram bem: decisões rápidas, pontuação distribuída e escolha disciplinada dos arremessos. Os Hawks assistiram 24 das 39 cestas convertidas e mantiveram o plano mesmo quando Memphis venceu nos rebotes. Essa combinação costuma ser suficiente na NBA Summer League, onde o aproveitamento dos chutes de fora e os turnovers decidem as partidas.

Memphis também pode levar pontos positivos. Dominar rebotes e conquistar oito tocos mostra esforço e verticalidade que podem render frutos. Se ajustar os turnovers e encaixar algumas bolas de três de maior valor, a força nos rebotes vai se traduzir em vitórias. Os torcedores podem acompanhar a evolução dos dois times ao longo da semana pelo Sofascore, com placar ao vivo, estatísticas completas, play-by-play e a Nota Sofascore de cada jogador após cada partida.

Escrito por Petar Bubalo
8 de jul. de 2026

Hawks 96-82 Grizzlies: arremessos certeiros ditam o ritmo na Summer League

Hawks 96-82 Grizzlies: arremessos certeiros ditam o ritmo na Summer League

O elenco de Summer League do Atlanta Hawks fez o dever de casa em Salt Lake City, vencendo o Memphis Grizzlies por 96-82 no Jon M. Huntsman Center. Os Hawks deram o tom com um primeiro quarto de 28-15 e não olharam mais para trás, mesmo com uma breve reação de Memphis após o intervalo. O último período foi novamente do Atlanta, 29-20, para fechar o jogo com tranquilidade.

A partida foi uma verdadeira clínica de arremessos de fora combinada com decisões bem tomadas. Memphis dominou os rebotes e teve bons momentos em ambos os garrafões, mas os Hawks controlaram o ritmo, o espaçamento e os erros. Quem acompanhou pelo box score e play-by-play do Sofascore pôde ver o padrão se desenhar cedo e se manter constante até o fim.

Hawks ditam o ritmo desde o início

O primeiro quarto de Atlanta foi a base da vitória. Os Hawks abriram 28-15 com espaçamento, movimentação de bola e boas oportunidades em arremessos de três. Zeke Mayo e Isaiah Wong encontraram o ritmo do perímetro, e Isaac McKneely também se juntou à festa logo depois. Memphis, por sua vez, demorou a se encontrar e pagou por ataques improdutivos no início. No intervalo, Atlanta ainda liderava por 47-36 e mantinha o controle do jogo.

Os Grizzlies reagiram no terceiro quarto, diminuindo a diferença para 67-62 com cestas de fora de Brendan Hausen e presença no rebote ofensivo. Mas a matemática ainda favorecia o Atlanta. Os Hawks passaram 37:13 liderando a partida, contra apenas 0:59 do Memphis, e chegaram a abrir 19 pontos — a maior vantagem. Quando o último quarto chegou, os visitantes reencontraram o ritmo inicial, com arremessos do perímetro e criação consistente para garantir o triunfo.

A diferença nos arremessos fez a história da partida

Em noite como essa, a estatística de três pontos explica muito. O Atlanta converteu 15 de 32 bolas de fora, um ótimo aproveitamento de 47%. Memphis acertou 12 de 37, com 32%. Essa diferença de nove pontos no perímetro sustentou a vantagem final e obrigou os Grizzlies a correr atrás. O aproveitamento geral de arremessos também foi melhor para os Hawks: 48% contra 43%.

Dentro do garrafão, Memphis até levou a melhor com 22 de 43 em arremessos de dois, um eficiente 51%. Atlanta acertou 24 de 49 para 49%, resultado mais que suficiente quando os chutes de três caem com regularidade. Nos lances livres, o volume foi equilibrado, com Atlanta em 3 de 4 e Memphis 2 de 3. Para os Hawks, a atuação eficiente dos armadores puxou as estatísticas. Devon Higgs foi super cirúrgico com 22 pontos em 7 de 9 nos arremessos e 3 de 4 nos lances livres. McKneely acertou 4 de 8 do perímetro para 12 pontos, enquanto Wong converteu 3 de 4 em três pontos e terminou com 15. Mayo contribuiu com 11 pontos em 4 de 5 no geral e 3 de 4 nas bolas de três.

Grizzlies dominam rebotes, mas sofrem com turnovers

Memphis teve clara vantagem nos rebotes, 41-33, e pegou 16 ofensivos contra 10 do Atlanta. Isso manteve o time vivo quando os arremessos pararam de cair e foi fundamental para o terceiro período de 26 pontos. Lawson Lovering e Jevon Porter foram essenciais, com Porter fechando um duplo-duplo de 12 pontos e 10 rebotes, além de Lovering somar sete rebotes. Tyler Burton e Zach Cleveland também coletaram sete cada um, dividindo a responsabilidade.

O problema ficou evidente em outra coluna estatística. Memphis cometeu 19 turnovers, e Atlanta converteu esses erros em 10 roubos de bola e 24 assistências no total. Os Hawks foram mais cuidadosos, com apenas 12 desperdícios, protegendo bem a liderança mesmo diante das posses extras do Memphis. RayJ Dennis impôs o ritmo como armador pass-first, com sete assistências mesmo sem pontuar, e Henri Veesaar contribuiu com quatro assistências vindo do garrafão. Os principais criadores dos Grizzlies sentiram a pressão, com Hausen e Jestin Porter somando seis turnovers juntos. Memphis liderou nos tocos, 8-3, com atuações de destaque de Taylor Hendricks (três tocos) e Lovering (também três). Mas as 24 faltas pessoais, contra 20 do Atlanta, e os turnovers neutralizaram a vantagem dos Grizzlies na proteção de aro.

Destaques individuais e números chave do box score

Devon Higgs foi o pontuador mais eficiente e com alto volume da noite: 22 pontos em 7 de 9 nos arremessos, duas bolas de três em três tentativas, além de cinco rebotes e dois tocos. Jacob Toppin lutou bastante pelo Atlanta, somando 14 pontos, nove rebotes e convertendo 5 de 6 nos lances livres. Veesaar escolheu bem os arremessos para marcar 11 pontos e ainda serviu quatro assistências. McKneely fez 12 pontos e teve um plus-minus de +20, evidenciando impacto nos dois lados; Wong fechou com 15 pontos, destacando-se pelas cestas decisivas no último quarto.

Pelo lado do Memphis, Hausen liderou o time com 21 pontos e cinco bolas de três — a principal resposta à eficiência do Atlanta no perímetro, mantendo agressividade com 5 de 11 de fora. O duplo-duplo de Jevon Porter veio com cinco rebotes ofensivos e dois roubos de bola. Hendricks preencheu a linha defensiva com três tocos e somou 11 pontos, apesar das dificuldades no ataque (3 de 14 nos arremessos) pela forte marcação do Atlanta. Carson Cooper marcou 12 pontos, pegou cinco rebotes e teve aproveitamento perfeito nos lances livres, mas cometeu sete faltas e sofreu com isso. Burton e Cleveland fecharam a conta, cada um com oito pontos e juntos somaram 14 rebotes.

O momento do último quarto e como a partida se definiu

Memphis chegou ao último quarto perdendo por cinco, embalado por um terceiro período forte. Atlanta respondeu rapidamente: Wong ampliou a vantagem com uma cesta no meio do período e os Hawks passaram a forçar Memphis a buscar arremessos difíceis no ataque posicional. Quando a partida entrou no momento decisivo, os arremessadores de Atlanta selaram o resultado.

Com 38 minutos jogados, Wong matou uma bola de três que aumentou o colchão do Atlanta. Segundos depois, Higgs anotou mais dois pontos. Mesmo pressionando, Memphis viu McKneely converter mais uma de três dentro do último minuto, chegando a 96 pontos e sacramentando a vitória. Hausen ainda respondeu para Memphis com um triplo tardio e o time ainda pontuou no garrafão, mas os 29-20 de Atlanta no período final não deixaram dúvidas quanto ao controle — não apenas sobrevivência. A maior sequência dos Hawks foi de 13 pontos e a postura no ataque mostrou maturidade na reta final.

O que significa no contexto da Summer League

Em uma competição curta, os hábitos contam mais que os esquemas. Os hábitos do Atlanta apareceram bem: decisões rápidas, pontuação distribuída e escolha disciplinada dos arremessos. Os Hawks assistiram 24 das 39 cestas convertidas e mantiveram o plano mesmo quando Memphis venceu nos rebotes. Essa combinação costuma ser suficiente na NBA Summer League, onde o aproveitamento dos chutes de fora e os turnovers decidem as partidas.

Memphis também pode levar pontos positivos. Dominar rebotes e conquistar oito tocos mostra esforço e verticalidade que podem render frutos. Se ajustar os turnovers e encaixar algumas bolas de três de maior valor, a força nos rebotes vai se traduzir em vitórias. Os torcedores podem acompanhar a evolução dos dois times ao longo da semana pelo Sofascore, com placar ao vivo, estatísticas completas, play-by-play e a Nota Sofascore de cada jogador após cada partida.

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