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  • Inglaterra e Croácia acendem o Grupo L: dois gols de Kane são respondidos por Baturina e Musa em um eletrizante 2-2 no intervalo
Escrito por Safet Begić
17 de jun. de 2026

Inglaterra e Croácia acendem o Grupo L: dois gols de Kane são respondidos por Baturina e Musa em um eletrizante 2-2 no intervalo

Inglaterra e Croácia acendem o Grupo L: dois gols de Kane são respondidos por Baturina e Musa em um eletrizante 2-2 no intervalo

Inglaterra e Croácia trocaram golpes pesados em um duelo de alto ritmo pelo Grupo L da Copa do Mundo da FIFA no AT&T Stadium, chegando ao intervalo empatados em 2-2. Harry Kane marcou duas vezes para a Inglaterra, incluindo um pênalti logo no início, enquanto a Croácia respondeu com gols de Martin Baturina e Petar Musa já nos acréscimos. Os números dos 45 minutos iniciais ajudam a explicar o ritmo intenso: a Inglaterra criou e finalizou mais, enquanto a Croácia ficou mais tempo com a bola e venceu mais duelos.

O árbitro Clément Turpin marcou o pênalti para a Inglaterra após checagem do VAR, com Kane convertendo aos 12 minutos. Baturina empatou aos 36, Kane recolocou os ingleses em vantagem aos 42 e Musa, de cabeça, igualou o placar aos 45+5. Foi uma partida animada, direta e eficiente de ambos os lados, com a defesa sendo testada o suficiente para manter o placar em movimento.

45 minutos insanos em Arlington

A Inglaterra apostou em um futebol direto, recheado de jogadas na grande área, o que ficou claro no mapa de chutes. Foram 9 finalizações inglesas contra 4 da Croácia, com 7 das tentativas da Inglaterra acontecendo dentro da área. Já a Croácia foi seletiva: acertou o alvo em 2 das 4 finalizações e soube aproveitar seus grandes momentos. O saldo de gols esperados ficou em 1.36 x 0.43 para a Inglaterra, refletindo o volume e a localização de suas chances.

A posse de bola foi ligeiramente superior para a Croácia (52% a 48%), mas os lances de maior perigo foram ingleses. Foram 15 toques da Inglaterra na área adversária contra 8 da Croácia, além de 2 grandes chances criadas a 1. Ainda assim, ambos marcaram uma grande chance: Musa igualando o impacto de Kane do outro lado. A Inglaterra também forçou 5 bloqueios da defesa croata, ilustrando a intensidade do ataque ao redor da pequena área.

Inglaterra finaliza mais, Croácia joga entre as linhas

Os padrões de construção divergem em estilo. A Inglaterra contou com 23 entradas no terço final, contra 16 da Croácia, evidenciando facilidade para chegar à zona avançada. Mas a Croácia foi mais eficiente ao chegar lá: completou 26 de 37 passes no terço final (aproveitamento de 70%), melhor que os 19 de 40 (48%) da Inglaterra. Esse contraste ajuda a explicar como a Croácia igualou os ingleses no placar mesmo com menos oportunidades.

As bolas longas também foram um diferencial. A Croácia acertou 12 de 25 lançamentos (48%), enquanto a Inglaterra só teve 6 de 22 (27%). Essa precisão permitiu aos croatas evitarem a pressão e acionar alas e jogadores de segunda linha. Os ingleses cruzaram melhor (3 de 5 certos), contra 2 de 4 da Croácia, e ambos acertaram 2 finalizações no alvo. No fim, o volume da Inglaterra equilibrou com a precisão croata e o placar seguiu igualado no intervalo.

Duelos, cortes e bloqueios ditam o ritmo

No aspecto físico, a Croácia foi levemente superior. Venceu 59% dos duelos, 8 de 13 disputas aéreas e 12 de 21 no chão. A Inglaterra, por sua vez, levou desvantagem pelo alto, com apenas 5 vitórias em 13. Essa superioridade ajudou a proteger a área quando os ingleses insistiram nos cruzamentos e recuos.

Na defesa, a Croácia registrou mais cortes (7 a 5) e recuperações (23 a 19), enquanto a Inglaterra somou mais interceptações (4 a 3). Os cinco chutes bloqueados pelos ingleses marcaram a pressão ofensiva, obrigando intervenções nos últimos instantes. Os desarmes foram poucos, mas efetivos: 2 de 4 para a Croácia e 1 de 2 para a Inglaterra. Resumindo, a Croácia controlou o contato, a Inglaterra o volume, e os gols vieram em dose dupla.

Quem brilhou? Nota Sofascore em destaque

Harry Kane liderou as avaliações com uma Nota Sofascore de 8.1 no intervalo, com 4 chutes, 2 no alvo e xG de 0.93. Ele também recuou para participar das jogadas, distribuindo um passe-chave além dos dois gols. Noni Madueke foi ativo pela direita, atingindo 7.2 de Nota Sofascore ao conquistar o pênalti, acertar 1 de 1 cruzamento e criar uma grande chance. Declan Rice somou dois passes-chave e acertou 2 de 3 cruzamentos, chegando a 6.6, sempre conduzindo as transições inglesas pelo meio-campo.

Pela Croácia, Martin Baturina atingiu 7.7 de Nota Sofascore graças ao gol do empate, marcado com calma e pelas ligações curtas entre as linhas. Petar Musa ficou com 7.3 após o gol de cabeça nos acréscimos, enquanto Ivan Perišić evidenciou sua experiência pelas alas, cravando 7.0 com 2 passes-chave e a assistência para Musa. Josip Stanišić também impressionou de forma discreta, alcançando 6.8 ao vencer duelos e completar 15 de 16 passes, além de cruzamento preciso. Em termos de números individuais, os atacantes se destacaram — e o placar refletiu isso.

Formações táticas e os números por trás delas

A Inglaterra de Thomas Tuchel entrou no 4-2-3-1, aproveitando bem as laterais do campo croata. As 15 finalizações dentro da área e os 3 cruzamentos certos indicam fornecimento constante para Kane nas zonas centrais. Jude Bellingham também apareceu como elemento surpresa, gerando 0.26 xG e uma grande chance, embora não tenha balançado as redes.

A Croácia de Zlatko Dalić armou um 3-4-2-1 que virava 5-4-1 na fase defensiva, explorando lançamentos precisos para atacar os espaços nas costas dos laterais ingleses. As alas e as meias-luas foram bastante usadas, com Perišić somando 3 cruzamentos e dois passes-chave e Petar Sučić dando assistência para Baturina. Os zagueiros croatas também foram eficientes na posse: Josip Šutalo e Luka Vušković acertaram juntos 70 de 77 passes. Essa base sólida permitiu à Croácia suportar a pressão e ainda criar perigo mesmo com entradas limitadas.

No intervalo, os números fazem sentido

O placar de 2-2 ao final dos primeiros 45 minutos se justifica. A Inglaterra produziu mais finalizações, mais posse e mais momentos de perigo, enquanto a Croácia venceu mais duelos, passou melhor no terço final e usou bolas longas para criar sequências de qualidade. O VAR resultou em um pênalti de pressão para Kane, e a Croácia respondeu com dois gols bem trabalhados, evidenciando sua eficiência.

Seja qual for o desfecho da segunda etapa, os primeiros 45 minutos já deixaram um retrato claro. Se a Inglaterra mantiver o volume ofensivo e acertar mais no último passe, seguirá criando. Se a Croácia continuar vencendo os duelos e conectando passes incisivos, continuará eficiente. Para acompanhar as mudanças de momento, gráficos de xG em tempo real e cada atualização da Nota Sofascore, siga a página do jogo na Sofascore. É o tipo de duelo do Grupo L que a Copa do Mundo adora: dois ótimos times separados por detalhes e execução.

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Escrito por Safet Begić
17 de jun. de 2026

Inglaterra e Croácia acendem o Grupo L: dois gols de Kane são respondidos por Baturina e Musa em um eletrizante 2-2 no intervalo

Inglaterra e Croácia acendem o Grupo L: dois gols de Kane são respondidos por Baturina e Musa em um eletrizante 2-2 no intervalo

Inglaterra e Croácia trocaram golpes pesados em um duelo de alto ritmo pelo Grupo L da Copa do Mundo da FIFA no AT&T Stadium, chegando ao intervalo empatados em 2-2. Harry Kane marcou duas vezes para a Inglaterra, incluindo um pênalti logo no início, enquanto a Croácia respondeu com gols de Martin Baturina e Petar Musa já nos acréscimos. Os números dos 45 minutos iniciais ajudam a explicar o ritmo intenso: a Inglaterra criou e finalizou mais, enquanto a Croácia ficou mais tempo com a bola e venceu mais duelos.

O árbitro Clément Turpin marcou o pênalti para a Inglaterra após checagem do VAR, com Kane convertendo aos 12 minutos. Baturina empatou aos 36, Kane recolocou os ingleses em vantagem aos 42 e Musa, de cabeça, igualou o placar aos 45+5. Foi uma partida animada, direta e eficiente de ambos os lados, com a defesa sendo testada o suficiente para manter o placar em movimento.

45 minutos insanos em Arlington

A Inglaterra apostou em um futebol direto, recheado de jogadas na grande área, o que ficou claro no mapa de chutes. Foram 9 finalizações inglesas contra 4 da Croácia, com 7 das tentativas da Inglaterra acontecendo dentro da área. Já a Croácia foi seletiva: acertou o alvo em 2 das 4 finalizações e soube aproveitar seus grandes momentos. O saldo de gols esperados ficou em 1.36 x 0.43 para a Inglaterra, refletindo o volume e a localização de suas chances.

A posse de bola foi ligeiramente superior para a Croácia (52% a 48%), mas os lances de maior perigo foram ingleses. Foram 15 toques da Inglaterra na área adversária contra 8 da Croácia, além de 2 grandes chances criadas a 1. Ainda assim, ambos marcaram uma grande chance: Musa igualando o impacto de Kane do outro lado. A Inglaterra também forçou 5 bloqueios da defesa croata, ilustrando a intensidade do ataque ao redor da pequena área.

Inglaterra finaliza mais, Croácia joga entre as linhas

Os padrões de construção divergem em estilo. A Inglaterra contou com 23 entradas no terço final, contra 16 da Croácia, evidenciando facilidade para chegar à zona avançada. Mas a Croácia foi mais eficiente ao chegar lá: completou 26 de 37 passes no terço final (aproveitamento de 70%), melhor que os 19 de 40 (48%) da Inglaterra. Esse contraste ajuda a explicar como a Croácia igualou os ingleses no placar mesmo com menos oportunidades.

As bolas longas também foram um diferencial. A Croácia acertou 12 de 25 lançamentos (48%), enquanto a Inglaterra só teve 6 de 22 (27%). Essa precisão permitiu aos croatas evitarem a pressão e acionar alas e jogadores de segunda linha. Os ingleses cruzaram melhor (3 de 5 certos), contra 2 de 4 da Croácia, e ambos acertaram 2 finalizações no alvo. No fim, o volume da Inglaterra equilibrou com a precisão croata e o placar seguiu igualado no intervalo.

Duelos, cortes e bloqueios ditam o ritmo

No aspecto físico, a Croácia foi levemente superior. Venceu 59% dos duelos, 8 de 13 disputas aéreas e 12 de 21 no chão. A Inglaterra, por sua vez, levou desvantagem pelo alto, com apenas 5 vitórias em 13. Essa superioridade ajudou a proteger a área quando os ingleses insistiram nos cruzamentos e recuos.

Na defesa, a Croácia registrou mais cortes (7 a 5) e recuperações (23 a 19), enquanto a Inglaterra somou mais interceptações (4 a 3). Os cinco chutes bloqueados pelos ingleses marcaram a pressão ofensiva, obrigando intervenções nos últimos instantes. Os desarmes foram poucos, mas efetivos: 2 de 4 para a Croácia e 1 de 2 para a Inglaterra. Resumindo, a Croácia controlou o contato, a Inglaterra o volume, e os gols vieram em dose dupla.

Quem brilhou? Nota Sofascore em destaque

Harry Kane liderou as avaliações com uma Nota Sofascore de 8.1 no intervalo, com 4 chutes, 2 no alvo e xG de 0.93. Ele também recuou para participar das jogadas, distribuindo um passe-chave além dos dois gols. Noni Madueke foi ativo pela direita, atingindo 7.2 de Nota Sofascore ao conquistar o pênalti, acertar 1 de 1 cruzamento e criar uma grande chance. Declan Rice somou dois passes-chave e acertou 2 de 3 cruzamentos, chegando a 6.6, sempre conduzindo as transições inglesas pelo meio-campo.

Pela Croácia, Martin Baturina atingiu 7.7 de Nota Sofascore graças ao gol do empate, marcado com calma e pelas ligações curtas entre as linhas. Petar Musa ficou com 7.3 após o gol de cabeça nos acréscimos, enquanto Ivan Perišić evidenciou sua experiência pelas alas, cravando 7.0 com 2 passes-chave e a assistência para Musa. Josip Stanišić também impressionou de forma discreta, alcançando 6.8 ao vencer duelos e completar 15 de 16 passes, além de cruzamento preciso. Em termos de números individuais, os atacantes se destacaram — e o placar refletiu isso.

Formações táticas e os números por trás delas

A Inglaterra de Thomas Tuchel entrou no 4-2-3-1, aproveitando bem as laterais do campo croata. As 15 finalizações dentro da área e os 3 cruzamentos certos indicam fornecimento constante para Kane nas zonas centrais. Jude Bellingham também apareceu como elemento surpresa, gerando 0.26 xG e uma grande chance, embora não tenha balançado as redes.

A Croácia de Zlatko Dalić armou um 3-4-2-1 que virava 5-4-1 na fase defensiva, explorando lançamentos precisos para atacar os espaços nas costas dos laterais ingleses. As alas e as meias-luas foram bastante usadas, com Perišić somando 3 cruzamentos e dois passes-chave e Petar Sučić dando assistência para Baturina. Os zagueiros croatas também foram eficientes na posse: Josip Šutalo e Luka Vušković acertaram juntos 70 de 77 passes. Essa base sólida permitiu à Croácia suportar a pressão e ainda criar perigo mesmo com entradas limitadas.

No intervalo, os números fazem sentido

O placar de 2-2 ao final dos primeiros 45 minutos se justifica. A Inglaterra produziu mais finalizações, mais posse e mais momentos de perigo, enquanto a Croácia venceu mais duelos, passou melhor no terço final e usou bolas longas para criar sequências de qualidade. O VAR resultou em um pênalti de pressão para Kane, e a Croácia respondeu com dois gols bem trabalhados, evidenciando sua eficiência.

Seja qual for o desfecho da segunda etapa, os primeiros 45 minutos já deixaram um retrato claro. Se a Inglaterra mantiver o volume ofensivo e acertar mais no último passe, seguirá criando. Se a Croácia continuar vencendo os duelos e conectando passes incisivos, continuará eficiente. Para acompanhar as mudanças de momento, gráficos de xG em tempo real e cada atualização da Nota Sofascore, siga a página do jogo na Sofascore. É o tipo de duelo do Grupo L que a Copa do Mundo adora: dois ótimos times separados por detalhes e execução.

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