Inglaterra x Argentina: Fatos Divertidos antes da semifinal da Copa do Mundo

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8 de ago. de 2026Inglaterra x Argentina: Fatos Divertidos antes da semifinal da Copa do Mundo

Números, rivalidade e o Mercedes-Benz Stadium lotado em Atlanta. Inglaterra e Argentina se enfrentam em uma semifinal da Copa do Mundo da FIFA repleta de história e ainda mais enredos. Mergulhamos nos dados da Opta deste torneio e do duelo histórico para entregar um pré-jogo dinâmico e leve para você. Espere mudanças de ritmo, jogadas ensaiadas inteligentes e dois criadores de elite prontos para noites de mata-mata. Acompanhe o jogo pelo Sofascore para obter, em tempo real, as mudanças de momento, mapas de calor e a Nota Sofascore de cada jogador.
Curiosidades dos confrontos diretos para usar em conversas
A Inglaterra perdeu apenas duas das 14 partidas internacionais disputadas contra a Argentina, com seis vitórias e seis empates. No entanto, a derrota mais recente nesse confronto veio justamente em uma Copa do Mundo: 2 a 1, em 1986, em um dos jogos mais notórios da história do futebol. Desde então, os Três Leões estão invictos nos últimos cinco encontros com a Argentina, vencendo os dois mais recentes. O último foi um amistoso por 3 a 2 em novembro de 2005, decidido por dois gols de Michael Owen e um de Wayne Rooney.
Este será o sexto encontro das seleções em Copas do Mundo. A Argentina enfrentou a Alemanha mais vezes pelo torneio, e apenas Alemanha, Itália e Holanda têm um índice de vitórias superior contra os argentinos em confrontos em torneios (três jogos ou mais) do que a Inglaterra.
Arquivo das Copas: Inglaterra venceu a Argentina na fase de grupos de 1962 e no mata-mata de 1966; a Argentina avançou em 1986 e 1998, enquanto a Inglaterra ficou com a vitória na fase de grupos de 2002. Em confrontos de Copa do Mundo, o retrospecto é de três vitórias inglesas, duas argentinas e nenhum empate.
Outro detalhe curioso da Opta: a Argentina não conseguiu um clean sheet nos últimos cinco confrontos diante da Inglaterra. Esse dado pode influenciar a abordagem dos dois treinadores nos momentos iniciais da partida em Atlanta.
Por falar em treinadores, o comandante inglês Thomas Tuchel tenta se tornar o quarto técnico a chegar a uma final de Copa por uma seleção diferente da sua nacionalidade, o primeiro desde Ernst Happel com a Holanda em 1978. Lionel Scaloni, por sua vez, busca alcançar sua segunda final consecutiva, feito que poucos treinadores conseguiram na história.
Momento e sequência das equipes antes da semifinal em Atlanta
A Argentina chega embalada por uma sequência de 13 vitórias e venceu todas as seis partidas nesta Copa do Mundo. Nas últimas quatro partidas, marcou ao menos três gols em cada uma delas, desempenho semelhante às melhores sequências das edições recentes. O time também foi o primeiro a marcar em nove dos últimos dez jogos e foi para o intervalo na frente em nove dessas partidas.
A Inglaterra está há oito jogos invicta e vem de quatro vitórias seguidas, mas não consegue um clean sheet há três compromissos. Os Três Leões também mantêm a disciplina, ficando abaixo de 4,5 cartões em nove dos últimos dez jogos.
É tendência de poucos escanteios nos jogos da Argentina: em dez partidas seguidas da seleção houve menos de 10,5 escanteios, o que normalmente indica defesas compactas e qualidade nas transições ao invés de sequências de cruzamentos de área a área.
O estádio favorece tanto o ritmo acelerado e envolvente da Argentina quanto as rotações pelos lados da Inglaterra. Como ambas as equipes têm conforto na construção estruturada, o primeiro gol tende a ter valor ainda maior, e a sequência sugere que ele deve sair logo.
O que dizem os números do torneio
Ataque: a Inglaterra marcou 13 gols em 94 finalizações, enquanto a Argentina anotou 17 em 97. A chance de criação inglesa é um pouco mais consistente dentro da área, com 71 finalizações nesse setor e 25 grandes chances criadas — embora 15 tenham sido desperdiçadas. A Argentina soma 20 grandes chances criadas e 13 perdidas, mas leva vantagem nos contra-ataques, com 12 ofensivas desse tipo e quatro gols anotados em transições rápidas.
Posse e passes: a Argentina tem média de 60,3% de posse e 90,4% de acerto nos passes. A Inglaterra apresenta 57,2% de posse e 88,8% de precisão. No campo adversário, a Argentina mantém a bola com mais qualidade, completando 87,4% dos passes, contra 84,7% da Inglaterra.
Bolas paradas e cruzamentos: a Argentina marcou dois gols de falta direta no torneio e acertou a trave quatro vezes. A Inglaterra ainda não balançou as redes em cobranças diretas, mas exerce pressão por meio dos escanteios, totalizando 35. Em cruzamentos, a precisão argentina é de 33,3%, contra 26,5% da Inglaterra.
Defesa e duelos: as duas equipes têm dois clean sheets e sofreram seis gols. O setor defensivo da Inglaterra fez 149 afastamentos, contra 130 da Argentina; os ingleses, porém, cometeram três erros que resultaram em gols adversários, frente a nenhum da Argentina. No jogo aéreo, a Inglaterra leva vantagem com 55,3% de duelos ganhos, enquanto no chão a Argentina fica acima de 52%, demonstrando eficiência na pressão pós-perda.
Disciplina e controle: as faltas são moderadas para ambos — 62 para a Inglaterra e 73 para a Argentina. As interceptações argentinas impressionam: 59, enquanto os ingleses somam 30 — mais uma mostra da leitura rápida e ocupação de espaços do meio-campo comandado por Scaloni.
Fatos divertidos direto da Opta
Nesta Copa, a dupla inglesa Harry Kane e Jude Bellingham já marcou seis gols cada. É a primeira vez na história do torneio que um time tem dois jogadores com 6 ou mais gols em uma mesma edição.
Bellingham fez dois gols em cada uma das suas duas últimas partidas de Copa do Mundo pela Inglaterra. Apenas Kane (quatro vezes) e Gary Lineker (três) têm mais jogos com múltiplos gols pelos Três Leões.
Após distribuir duas assistências contra a Suíça, Messi tornou-se apenas o segundo jogador desde que a Opta registra dados a participar diretamente de 10 ou mais gols em múltiplas Copas do Mundo, ao lado de Kylian Mbappé.
Se entrar em campo, esta será a 121ª partida de Harry Kane pela Inglaterra, mais do que qualquer outro jogador de linha pela seleção. Apenas o goleiro Peter Shilton, com 125 jogos, o supera.
Anthony Gordon tentou 10 dribles contra a Noruega — é o primeiro jogador inglês a atingir dois dígitos em dribles tentados em um jogo de Copa do Mundo desde Darius Vassell em 2002.
Bukayo Saka tem média de 1,01 assistências por 90 minutos nesta Copa, a maior taxa para um jogador inglês com mais de 200 minutos em campo segundo a Opta desde 1966.
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Curiosidades dos confrontos diretos para usar em conversas
A Inglaterra perdeu apenas duas das 14 partidas internacionais disputadas contra a Argentina, com seis vitórias e seis empates. No entanto, a derrota mais recente nesse confronto veio justamente em uma Copa do Mundo: 2 a 1, em 1986, em um dos jogos mais notórios da história do futebol. Desde então, os Três Leões estão invictos nos últimos cinco encontros com a Argentina, vencendo os dois mais recentes. O último foi um amistoso por 3 a 2 em novembro de 2005, decidido por dois gols de Michael Owen e um de Wayne Rooney.
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Arquivo das Copas: Inglaterra venceu a Argentina na fase de grupos de 1962 e no mata-mata de 1966; a Argentina avançou em 1986 e 1998, enquanto a Inglaterra ficou com a vitória na fase de grupos de 2002. Em confrontos de Copa do Mundo, o retrospecto é de três vitórias inglesas, duas argentinas e nenhum empate.
Outro detalhe curioso da Opta: a Argentina não conseguiu um clean sheet nos últimos cinco confrontos diante da Inglaterra. Esse dado pode influenciar a abordagem dos dois treinadores nos momentos iniciais da partida em Atlanta.
Por falar em treinadores, o comandante inglês Thomas Tuchel tenta se tornar o quarto técnico a chegar a uma final de Copa por uma seleção diferente da sua nacionalidade, o primeiro desde Ernst Happel com a Holanda em 1978. Lionel Scaloni, por sua vez, busca alcançar sua segunda final consecutiva, feito que poucos treinadores conseguiram na história.
Momento e sequência das equipes antes da semifinal em Atlanta
A Argentina chega embalada por uma sequência de 13 vitórias e venceu todas as seis partidas nesta Copa do Mundo. Nas últimas quatro partidas, marcou ao menos três gols em cada uma delas, desempenho semelhante às melhores sequências das edições recentes. O time também foi o primeiro a marcar em nove dos últimos dez jogos e foi para o intervalo na frente em nove dessas partidas.
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Defesa e duelos: as duas equipes têm dois clean sheets e sofreram seis gols. O setor defensivo da Inglaterra fez 149 afastamentos, contra 130 da Argentina; os ingleses, porém, cometeram três erros que resultaram em gols adversários, frente a nenhum da Argentina. No jogo aéreo, a Inglaterra leva vantagem com 55,3% de duelos ganhos, enquanto no chão a Argentina fica acima de 52%, demonstrando eficiência na pressão pós-perda.
Disciplina e controle: as faltas são moderadas para ambos — 62 para a Inglaterra e 73 para a Argentina. As interceptações argentinas impressionam: 59, enquanto os ingleses somam 30 — mais uma mostra da leitura rápida e ocupação de espaços do meio-campo comandado por Scaloni.
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