Johor Darul Ta’zim 3-3 Chelsea: estatísticas que moldaram o empate
Johor Darul Ta’zim e Chelsea trocaram golpes e gols em um animado 3-3 na Club Friendly no Estádio Sultan Ibrahim, em Johor Bahru. Os anfitriões saíram na frente cedo, os visitantes viraram o placar e um gol contra no fim garantiu a divisão dos pontos. Para além dos gols, os números no Sofascore traçam um panorama claro de como o controle de jogo se encontrou com a ameaça direta.
Como foi o desenrolar do 3-3 em Johor
A torcida da casa teve motivo para comemorar cedo quando Arif Aiman finalizou com inteligência aos 14 minutos, após boa jogada de Marcos Guilherme. O Chelsea respondeu com Liam Delap, que converteu um pênalti aos 42 minutos e deixou tudo igual no intervalo. Delap marcou novamente da marca da cal aos 62 minutos, sofrendo e convertendo para virar o jogo para 2-1. O JDT respondeu três minutos depois, quando Óscar Arribas cobrou falta com categoria para empatar em 2-2.
O jogo parecia encaminhado para o lado do Johor Darul Ta’zim quando Bergson fez 3-2 aos 86 minutos com uma finalização precisa de pé direito. O Chelsea colocou sangue novo em campo e aumentou a pressão no fim. Uma jogada rápida pela esquerda terminou em um cruzamento perigoso de Mykhailo Mudryk, uma chance para Liam Delap e, depois, confusão. Aos 89 minutos, Cristian Glauder desviou contra o próprio gol, empatando em 3-3. Essa sequência resumiu uma partida em que a presença territorial do Chelsea finalmente se refletiu, mesmo que a vitória não tenha vindo.
Posse e passes mostram uma história, território mostra outra
O Chelsea ficou com 60% da posse e completou 442 passes contra 292 do JDT. Também liderou nas entradas no terço final por 50 a 39, de acordo com a dinâmica do segundo tempo. O time azul se destacou ainda na precisão de cruzamentos e bolas longas: 20% de acerto em cruzamentos e 62% em bolas longas, contra 11% e 40% dos anfitriões. Essa qualidade no passe manteve a pressão e ajudou a gerar quatro escanteios contra nenhum do adversário.
O Johor Darul Ta’zim armou um 5-4-1 para se defender recuado e sair rápido, enquanto o 3-4-3 do Chelsea buscou amplitude. Apesar de ficar menos com a bola, o JDT igualou o placar aproveitando momentos em transição e bolas paradas. A Nota Sofascore média do Chelsea foi superior, 6.93 contra 6.68, refletindo seu domínio e volume de jogo. Mesmo assim, um erro dos visitantes que resultou em gol e a ótima cobrança de falta do JDT mantiveram a disputa equilibrada. Em clima amistoso, os técnicos Xisco e Xabi Alonso viram suas estruturas serem testadas por estilos opostos.
Perfil dos chutes: volume x eficiência
O Chelsea liderou em chutes totais, 17 a 12, mas ficou atrás nos chutes no alvo, 6 a 5, um dado que revela a eficiência do JDT em escolher seus momentos. Os visitantes finalizaram mais dentro da área, 12 contra 5, e tiveram 29 toques na área contra 12. Esse domínio territorial explica porque continuaram pressionando até o final e forçaram o gol contra decisivo. O Johor Darul Ta’zim, por sua vez, criou mais grandes chances – quatro contra duas – mostrando seu perigo quando rompe linhas.
O outro lado é a finalização. O JDT desperdiçou três grandes chances enquanto o Chelsea não errou nenhuma nesse quesito. A escolha dos chutes também variou: os anfitriões arriscaram sete vezes de fora da área contra cinco do Chelsea. O índice de expected goals marcou 0,00 para ambos neste dataset, mas o que se viu em campo foi bem definido: o Chelsea pressionou pelo volume, enquanto o JDT foi letal nos contra-ataques e bolas paradas.
Defesa, duelos e disciplina
O Johor Darul Ta’zim superou o Chelsea em desarmes, 17 a 12, e também em rebatidas, 18 a 17, mostrando uma linha defensiva que trabalhou bastante. As interceptações ficaram empatadas em 11, mas os visitantes recuperaram mais bolas, 49 a 45, com a ajuda do controle de posse. Nos duelos, o Chelsea teve leve vantagem, com 52% no geral, enquanto o JDT levou a melhor pelo alto, 55% a 45%. Nos duelos por baixo, pequena vantagem para o Chelsea, 53% a 47%, o que condiz com o domínio territorial inglês.
As faltas penderam para os anfitriões, 19 a 15, já que conseguiram quebrar o ritmo do Chelsea. Os cartões foram maior problema dos visitantes, com 5 amarelos contra 3 do JDT. Os goleiros trabalharam bem: 4 defesas para o Chelsea e 3 para o JDT nos 90 minutos. Gabriel Słonina entrou no segundo tempo e fez três defesas que mantiveram o Chelsea vivo para buscar o empate no fim. Um erro defensivo custou caro aos ingleses, mas o gol contra nos minutos finais deixou tudo igual no saldo.
MVP da partida: frieza e persistência de Liam Delap nas penalidades
Liam Delap foi eleito MVP no Sofascore com Nota Sofascore 7.7, sustentada em duas penalidades cobradas com calma. Ele registrou 6 chutes ao todo, 3 no alvo e ainda ganhou um pênalti. Delap soube mesclar presença física e tempo de bola, vencendo 4 duelos e sofrendo 4 faltas para manter o ataque vivo. Acertou 7 de 9 passes e ocupou a área o bastante para incomodar a linha recuada do JDT.
Seus números não foram apenas questão de volume; eles mudaram o rumo da partida duas vezes na marca da cal. Com 26 toques e movimentação intensa pelo ataque, ele esticou uma defesa com cinco homens que, de outro modo, segurou a formação. Outros destaques merecem menção: Arif Aiman recebeu 7.6 após marcar um gol, com 3 finalizações (2 no alvo) e 2 passes-chave. Bergson também fez 7.6 com o gol no fim, enquanto Słonina, com 7.3 e três defesas após o intervalo, ajudou o Chelsea a garantir o empate.
O que aprendemos com este Club Friendly
Os 60% de posse do Chelsea, as métricas superiores de passe e os 29 toques dentro da área explicam a pressão final e o gol de empate. O Johor Darul Ta’zim maximizou suas chances, venceu no critério das grandes oportunidades e castigou com uma falta de qualidade. Ambos lados podem tirar lições positivas: a estrutura e progressão com a bola do Chelsea, e a força do JDT nas bolas paradas e transições. O gol contra foi azarado para os anfitriões, mas também consequência da pressão inglesa.
Para quem acompanha desempenho e funções, o Sofascore oferece um panorama prático. As Notas médias das equipes, criação de chances, divisão dos duelos e destaques individuais como os 7.7 de Delap contextualizam um 3-3 eletrizante. O placar terminou igual, assim como as lições. Em um amistoso com mais intensidade do que o normal, os números confirmam o que se viu em campo: o controle e a objetividade se encontraram, e ambos balançaram as redes três vezes.
Johor Darul Ta’zim 3-3 Chelsea: estatísticas que moldaram o empate
Johor Darul Ta’zim e Chelsea trocaram golpes e gols em um animado 3-3 na Club Friendly no Estádio Sultan Ibrahim, em Johor Bahru. Os anfitriões saíram na frente cedo, os visitantes viraram o placar e um gol contra no fim garantiu a divisão dos pontos. Para além dos gols, os números no Sofascore traçam um panorama claro de como o controle de jogo se encontrou com a ameaça direta.
Como foi o desenrolar do 3-3 em Johor
A torcida da casa teve motivo para comemorar cedo quando Arif Aiman finalizou com inteligência aos 14 minutos, após boa jogada de Marcos Guilherme. O Chelsea respondeu com Liam Delap, que converteu um pênalti aos 42 minutos e deixou tudo igual no intervalo. Delap marcou novamente da marca da cal aos 62 minutos, sofrendo e convertendo para virar o jogo para 2-1. O JDT respondeu três minutos depois, quando Óscar Arribas cobrou falta com categoria para empatar em 2-2.
O jogo parecia encaminhado para o lado do Johor Darul Ta’zim quando Bergson fez 3-2 aos 86 minutos com uma finalização precisa de pé direito. O Chelsea colocou sangue novo em campo e aumentou a pressão no fim. Uma jogada rápida pela esquerda terminou em um cruzamento perigoso de Mykhailo Mudryk, uma chance para Liam Delap e, depois, confusão. Aos 89 minutos, Cristian Glauder desviou contra o próprio gol, empatando em 3-3. Essa sequência resumiu uma partida em que a presença territorial do Chelsea finalmente se refletiu, mesmo que a vitória não tenha vindo.
Posse e passes mostram uma história, território mostra outra
O Chelsea ficou com 60% da posse e completou 442 passes contra 292 do JDT. Também liderou nas entradas no terço final por 50 a 39, de acordo com a dinâmica do segundo tempo. O time azul se destacou ainda na precisão de cruzamentos e bolas longas: 20% de acerto em cruzamentos e 62% em bolas longas, contra 11% e 40% dos anfitriões. Essa qualidade no passe manteve a pressão e ajudou a gerar quatro escanteios contra nenhum do adversário.
O Johor Darul Ta’zim armou um 5-4-1 para se defender recuado e sair rápido, enquanto o 3-4-3 do Chelsea buscou amplitude. Apesar de ficar menos com a bola, o JDT igualou o placar aproveitando momentos em transição e bolas paradas. A Nota Sofascore média do Chelsea foi superior, 6.93 contra 6.68, refletindo seu domínio e volume de jogo. Mesmo assim, um erro dos visitantes que resultou em gol e a ótima cobrança de falta do JDT mantiveram a disputa equilibrada. Em clima amistoso, os técnicos Xisco e Xabi Alonso viram suas estruturas serem testadas por estilos opostos.
Perfil dos chutes: volume x eficiência
O Chelsea liderou em chutes totais, 17 a 12, mas ficou atrás nos chutes no alvo, 6 a 5, um dado que revela a eficiência do JDT em escolher seus momentos. Os visitantes finalizaram mais dentro da área, 12 contra 5, e tiveram 29 toques na área contra 12. Esse domínio territorial explica porque continuaram pressionando até o final e forçaram o gol contra decisivo. O Johor Darul Ta’zim, por sua vez, criou mais grandes chances – quatro contra duas – mostrando seu perigo quando rompe linhas.
O outro lado é a finalização. O JDT desperdiçou três grandes chances enquanto o Chelsea não errou nenhuma nesse quesito. A escolha dos chutes também variou: os anfitriões arriscaram sete vezes de fora da área contra cinco do Chelsea. O índice de expected goals marcou 0,00 para ambos neste dataset, mas o que se viu em campo foi bem definido: o Chelsea pressionou pelo volume, enquanto o JDT foi letal nos contra-ataques e bolas paradas.
Defesa, duelos e disciplina
O Johor Darul Ta’zim superou o Chelsea em desarmes, 17 a 12, e também em rebatidas, 18 a 17, mostrando uma linha defensiva que trabalhou bastante. As interceptações ficaram empatadas em 11, mas os visitantes recuperaram mais bolas, 49 a 45, com a ajuda do controle de posse. Nos duelos, o Chelsea teve leve vantagem, com 52% no geral, enquanto o JDT levou a melhor pelo alto, 55% a 45%. Nos duelos por baixo, pequena vantagem para o Chelsea, 53% a 47%, o que condiz com o domínio territorial inglês.
As faltas penderam para os anfitriões, 19 a 15, já que conseguiram quebrar o ritmo do Chelsea. Os cartões foram maior problema dos visitantes, com 5 amarelos contra 3 do JDT. Os goleiros trabalharam bem: 4 defesas para o Chelsea e 3 para o JDT nos 90 minutos. Gabriel Słonina entrou no segundo tempo e fez três defesas que mantiveram o Chelsea vivo para buscar o empate no fim. Um erro defensivo custou caro aos ingleses, mas o gol contra nos minutos finais deixou tudo igual no saldo.
MVP da partida: frieza e persistência de Liam Delap nas penalidades
Liam Delap foi eleito MVP no Sofascore com Nota Sofascore 7.7, sustentada em duas penalidades cobradas com calma. Ele registrou 6 chutes ao todo, 3 no alvo e ainda ganhou um pênalti. Delap soube mesclar presença física e tempo de bola, vencendo 4 duelos e sofrendo 4 faltas para manter o ataque vivo. Acertou 7 de 9 passes e ocupou a área o bastante para incomodar a linha recuada do JDT.
Seus números não foram apenas questão de volume; eles mudaram o rumo da partida duas vezes na marca da cal. Com 26 toques e movimentação intensa pelo ataque, ele esticou uma defesa com cinco homens que, de outro modo, segurou a formação. Outros destaques merecem menção: Arif Aiman recebeu 7.6 após marcar um gol, com 3 finalizações (2 no alvo) e 2 passes-chave. Bergson também fez 7.6 com o gol no fim, enquanto Słonina, com 7.3 e três defesas após o intervalo, ajudou o Chelsea a garantir o empate.
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Os 60% de posse do Chelsea, as métricas superiores de passe e os 29 toques dentro da área explicam a pressão final e o gol de empate. O Johor Darul Ta’zim maximizou suas chances, venceu no critério das grandes oportunidades e castigou com uma falta de qualidade. Ambos lados podem tirar lições positivas: a estrutura e progressão com a bola do Chelsea, e a força do JDT nas bolas paradas e transições. O gol contra foi azarado para os anfitriões, mas também consequência da pressão inglesa.
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A torcida da casa teve motivo para comemorar cedo quando Arif Aiman finalizou com inteligência aos 14 minutos, após boa jogada de Marcos Guilherme. O Chelsea respondeu com Liam Delap, que converteu um pênalti aos 42 minutos e deixou tudo igual no intervalo. Delap marcou novamente da marca da cal aos 62 minutos, sofrendo e convertendo para virar o jogo para 2-1. O JDT respondeu três minutos depois, quando Óscar Arribas cobrou falta com categoria para empatar em 2-2.
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Posse e passes mostram uma história, território mostra outra
O Chelsea ficou com 60% da posse e completou 442 passes contra 292 do JDT. Também liderou nas entradas no terço final por 50 a 39, de acordo com a dinâmica do segundo tempo. O time azul se destacou ainda na precisão de cruzamentos e bolas longas: 20% de acerto em cruzamentos e 62% em bolas longas, contra 11% e 40% dos anfitriões. Essa qualidade no passe manteve a pressão e ajudou a gerar quatro escanteios contra nenhum do adversário.
O Johor Darul Ta’zim armou um 5-4-1 para se defender recuado e sair rápido, enquanto o 3-4-3 do Chelsea buscou amplitude. Apesar de ficar menos com a bola, o JDT igualou o placar aproveitando momentos em transição e bolas paradas. A Nota Sofascore média do Chelsea foi superior, 6.93 contra 6.68, refletindo seu domínio e volume de jogo. Mesmo assim, um erro dos visitantes que resultou em gol e a ótima cobrança de falta do JDT mantiveram a disputa equilibrada. Em clima amistoso, os técnicos Xisco e Xabi Alonso viram suas estruturas serem testadas por estilos opostos.
Perfil dos chutes: volume x eficiência
O Chelsea liderou em chutes totais, 17 a 12, mas ficou atrás nos chutes no alvo, 6 a 5, um dado que revela a eficiência do JDT em escolher seus momentos. Os visitantes finalizaram mais dentro da área, 12 contra 5, e tiveram 29 toques na área contra 12. Esse domínio territorial explica porque continuaram pressionando até o final e forçaram o gol contra decisivo. O Johor Darul Ta’zim, por sua vez, criou mais grandes chances – quatro contra duas – mostrando seu perigo quando rompe linhas.
O outro lado é a finalização. O JDT desperdiçou três grandes chances enquanto o Chelsea não errou nenhuma nesse quesito. A escolha dos chutes também variou: os anfitriões arriscaram sete vezes de fora da área contra cinco do Chelsea. O índice de expected goals marcou 0,00 para ambos neste dataset, mas o que se viu em campo foi bem definido: o Chelsea pressionou pelo volume, enquanto o JDT foi letal nos contra-ataques e bolas paradas.
Defesa, duelos e disciplina
O Johor Darul Ta’zim superou o Chelsea em desarmes, 17 a 12, e também em rebatidas, 18 a 17, mostrando uma linha defensiva que trabalhou bastante. As interceptações ficaram empatadas em 11, mas os visitantes recuperaram mais bolas, 49 a 45, com a ajuda do controle de posse. Nos duelos, o Chelsea teve leve vantagem, com 52% no geral, enquanto o JDT levou a melhor pelo alto, 55% a 45%. Nos duelos por baixo, pequena vantagem para o Chelsea, 53% a 47%, o que condiz com o domínio territorial inglês.
As faltas penderam para os anfitriões, 19 a 15, já que conseguiram quebrar o ritmo do Chelsea. Os cartões foram maior problema dos visitantes, com 5 amarelos contra 3 do JDT. Os goleiros trabalharam bem: 4 defesas para o Chelsea e 3 para o JDT nos 90 minutos. Gabriel Słonina entrou no segundo tempo e fez três defesas que mantiveram o Chelsea vivo para buscar o empate no fim. Um erro defensivo custou caro aos ingleses, mas o gol contra nos minutos finais deixou tudo igual no saldo.
MVP da partida: frieza e persistência de Liam Delap nas penalidades
Liam Delap foi eleito MVP no Sofascore com Nota Sofascore 7.7, sustentada em duas penalidades cobradas com calma. Ele registrou 6 chutes ao todo, 3 no alvo e ainda ganhou um pênalti. Delap soube mesclar presença física e tempo de bola, vencendo 4 duelos e sofrendo 4 faltas para manter o ataque vivo. Acertou 7 de 9 passes e ocupou a área o bastante para incomodar a linha recuada do JDT.
Seus números não foram apenas questão de volume; eles mudaram o rumo da partida duas vezes na marca da cal. Com 26 toques e movimentação intensa pelo ataque, ele esticou uma defesa com cinco homens que, de outro modo, segurou a formação. Outros destaques merecem menção: Arif Aiman recebeu 7.6 após marcar um gol, com 3 finalizações (2 no alvo) e 2 passes-chave. Bergson também fez 7.6 com o gol no fim, enquanto Słonina, com 7.3 e três defesas após o intervalo, ajudou o Chelsea a garantir o empate.
O que aprendemos com este Club Friendly
Os 60% de posse do Chelsea, as métricas superiores de passe e os 29 toques dentro da área explicam a pressão final e o gol de empate. O Johor Darul Ta’zim maximizou suas chances, venceu no critério das grandes oportunidades e castigou com uma falta de qualidade. Ambos lados podem tirar lições positivas: a estrutura e progressão com a bola do Chelsea, e a força do JDT nas bolas paradas e transições. O gol contra foi azarado para os anfitriões, mas também consequência da pressão inglesa.
Para quem acompanha desempenho e funções, o Sofascore oferece um panorama prático. As Notas médias das equipes, criação de chances, divisão dos duelos e destaques individuais como os 7.7 de Delap contextualizam um 3-3 eletrizante. O placar terminou igual, assim como as lições. Em um amistoso com mais intensidade do que o normal, os números confirmam o que se viu em campo: o controle e a objetividade se encontraram, e ambos balançaram as redes três vezes.