Jordânia 1-2 Argélia: Virada selada em Santa Clara

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12 de ago. de 2026Jordânia 1-2 Argélia: Virada selada em Santa Clara

A Argélia saiu atrás no placar, mas virou sobre a Jordânia 2-1 na Copa do Mundo FIFA 2026, Grupo J, no Levi’s Stadium, em Santa Clara. Diante de 68.371 torcedores, a Jordânia abriu o placar no primeiro tempo, com finalização precisa de Nizar Al-Rashdan. A reação argelina veio após o intervalo: Ahmed Nadhir Benbouali empatou, e, já nos minutos finais, Amine Gouiri marcou o gol da virada, confirmado pelo VAR. O árbitro Slavko Vinčić comandou uma partida marcada pelo controle, profundidade e forte pressão argelina na etapa final.
Jordânia sai na frente, Argélia vira o jogo
A Jordânia fez um primeiro tempo disciplinado e eficiente. Foram 6 finalizações contra 4 da Argélia antes do intervalo, aproveitando o grande momento aos 36 minutos, quando Nizar Al-Rashdan finalizou após bela assistência de Mousa Tamari. Apesar disso, a Argélia manteve o controle do jogo, com 74% de posse de bola na etapa inicial, mas faltava o capricho final. Riyad Mahrez e Ibrahim Maza tentaram, mas a defesa jordaniana manteve-se compacta e afastou o perigo nos momentos decisivos. Assim, os azarões foram para o intervalo vencendo por 1 a 0.
O segundo tempo trouxe uma dinâmica totalmente diferente. A Argélia foi para cima e finalizou 13 vezes contra apenas 2 da Jordânia, além de conseguir 7 escanteios nesse período. O empate veio aos 69 minutos, com Benbouali aproveitando cruzamento de Mahrez. Ambos já vinham sendo destaque na movimentação ofensiva argelina desde o início. Aos 82 minutos, Gouiri colocou a Argélia em vantagem, e o VAR confirmou o gol dois minutos depois. A Argélia controlou bem os sete minutos de acréscimo e garantiu três pontos importantíssimos no Grupo J.
Por que os números favoreceram a Argélia
Foi uma vitória construída na posse e no domínio territorial. A Argélia terminou com 72% de posse de bola, completando 559 de 638 passes, enquanto a Jordânia acertou 180 de 251. A entrada no terço final foi de 88 a 37 em favor dos argelinos, que também superaram no índice “fase do terço final”: 135/179 (75%) contra 35/64 (55%) da Jordânia. Toques na área: 31 a 14 para a Argélia, e escanteios: 10 a 1. Todo esse volume também apareceu no xG: Argélia 1,81 contra 0,65 da Jordânia.
A qualidade das finalizações também foi superior. A Argélia chutou 17 vezes contra 8 dos jordanianos, com 8 na direção do gol contra 4, e finalizou 11 vezes dentro da área, contra 4 da Jordânia. Os argelinos também driblaram mais: 13/31 (42%), diante de 6/22 (27%) dos rivais, o que ajudou a quebrar a pressão adversária e permitiu chegar a melhores zonas do campo. Nas interceptações, a Argélia teve 10, contra apenas 2 jordanianas, evidenciando seu contragolpe e leitura dos rebotes. Mesmo com menor precisão nos cruzamentos (5/21), a insistência nas entradas acabou tendo efeito. Os números deixam clara a história do duelo resumido na virada.
Esforço defensivo e atuações dos goleiros
A estratégia da Jordânia sem a bola foi corajosa e exigiu muito esforço. Foram 31 desarmes e 37 rebatidas, mostrando o quanto precisaram se fechar quando a Argélia aumentou a pressão. Pelo alto, os jordanianos até levaram vantagem: ganharam 17 dos 32 duelos aéreos (53%), contra 15 de 33 (45%) da Argélia. As faltas, 11 a 6 para a Jordânia, foram reflexo da tentativa de quebrar o ritmo adversário e disputar as segundas bolas. O duelo se manteve equilibrado até os 20 minutos finais.
Yazeed Abu Laila foi o destaque jordaniano, com Nota Sofascore de 7.7. Ele fez 6 defesas, sendo 3 de dentro da área, além de 3 socos e 1 “grande defesa” ao evitar um gol esperado de 0,09. No jogo com os pés, foram 10 passes curtos precisos e 7 longos certos. Do outro lado, a Argélia foi mais eficiente nos desarmes, vencendo 72% deles (18 de 25), enquanto a Jordânia venceu 48% (15 de 31). Essa combinação de controle no meio-campo e solidez defensiva próxima à área fez a diferença para os argelinos.
MVP: Ramy Bensebaini lidera a defesa
Ramy Bensebaini foi eleito Jogador da partida, com Nota Sofascore de 7.8. O defensor argelino fez de tudo em seus 98 toques: 79 passes (69 certos), 6 desarmes (5 ganhos) e 3 interceptações. Adicionou ainda 7 recuperações, 4 rebatidas, 1 corte salvador como último homem e um bloqueio de finalização numa atuação intensa. Nos duelos, foi dominante: 12 ganhos e 5 perdidos — o tipo de desempenho que faz a diferença em território e ritmo de jogo.
Mas não foi só na defesa. Bensebaini conduziu a bola 30 vezes e avançou o time por 146,9 metros, garantindo o ímpeto ofensivo argelino desde o campo de trás. Com isso, o ataque ganhou confiança para pressionar até o fim. Logo atrás dele nas notas vieram Ahmed Nadhir Benbouali, com 7.4 (após o empate), e Amine Gouiri, com 7.3 pelo gol da vitória. Riyad Mahrez também foi peça fundamental, com 3 passes decisivos e uma assistência. Pela Jordânia, o 7.7 de Abu Laila mostrou quanto ele trabalhou para manter o jogo em aberto.
Notas de Santa Clara e destaques
O Levi’s Stadium foi palco de um ambiente vibrante, com 5 minutos de acréscimos na primeira etapa e mais 7 no segundo tempo. O VAR foi breve, mas fundamental ao confirmar o gol de Gouiri aos 82 minutos. A Jordânia foi mais eficiente nos cruzamentos (2 certos em 5 tentados, 40%), enquanto a Argélia acertou 5 em 21 (24%), mas o volume e a pressão constante dos argelinos acabaram prevalecendo. O impedimento quase não apareceu: apenas um, da Jordânia, já que a linha argelina foi muito atenta e compacta.
Dois cartões amarelos foram aplicados, ambos por falta: Ramiz Zerrouki aos 44 minutos e Husam Abudahab aos 64. Os bancos fizeram diferença, principalmente o argelino, com as entradas de Nabil Bentaleb e Benbouali no intervalo, além da velocidade de Anis Hadj Moussa na reta final. No fim, prevaleceu o controle e a pressão acumulada dos argelinos. Para acompanhar dados detalhados como xG, mapas de calor dos jogadores e Notas Sofascore em tempo real, os torcedores podem acessar a página da partida na Sofascore, onde cada duelo e condução são registrados ao vivo.
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A Jordânia fez um primeiro tempo disciplinado e eficiente. Foram 6 finalizações contra 4 da Argélia antes do intervalo, aproveitando o grande momento aos 36 minutos, quando Nizar Al-Rashdan finalizou após bela assistência de Mousa Tamari. Apesar disso, a Argélia manteve o controle do jogo, com 74% de posse de bola na etapa inicial, mas faltava o capricho final. Riyad Mahrez e Ibrahim Maza tentaram, mas a defesa jordaniana manteve-se compacta e afastou o perigo nos momentos decisivos. Assim, os azarões foram para o intervalo vencendo por 1 a 0.
O segundo tempo trouxe uma dinâmica totalmente diferente. A Argélia foi para cima e finalizou 13 vezes contra apenas 2 da Jordânia, além de conseguir 7 escanteios nesse período. O empate veio aos 69 minutos, com Benbouali aproveitando cruzamento de Mahrez. Ambos já vinham sendo destaque na movimentação ofensiva argelina desde o início. Aos 82 minutos, Gouiri colocou a Argélia em vantagem, e o VAR confirmou o gol dois minutos depois. A Argélia controlou bem os sete minutos de acréscimo e garantiu três pontos importantíssimos no Grupo J.
Por que os números favoreceram a Argélia
Foi uma vitória construída na posse e no domínio territorial. A Argélia terminou com 72% de posse de bola, completando 559 de 638 passes, enquanto a Jordânia acertou 180 de 251. A entrada no terço final foi de 88 a 37 em favor dos argelinos, que também superaram no índice “fase do terço final”: 135/179 (75%) contra 35/64 (55%) da Jordânia. Toques na área: 31 a 14 para a Argélia, e escanteios: 10 a 1. Todo esse volume também apareceu no xG: Argélia 1,81 contra 0,65 da Jordânia.
A qualidade das finalizações também foi superior. A Argélia chutou 17 vezes contra 8 dos jordanianos, com 8 na direção do gol contra 4, e finalizou 11 vezes dentro da área, contra 4 da Jordânia. Os argelinos também driblaram mais: 13/31 (42%), diante de 6/22 (27%) dos rivais, o que ajudou a quebrar a pressão adversária e permitiu chegar a melhores zonas do campo. Nas interceptações, a Argélia teve 10, contra apenas 2 jordanianas, evidenciando seu contragolpe e leitura dos rebotes. Mesmo com menor precisão nos cruzamentos (5/21), a insistência nas entradas acabou tendo efeito. Os números deixam clara a história do duelo resumido na virada.
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Yazeed Abu Laila foi o destaque jordaniano, com Nota Sofascore de 7.7. Ele fez 6 defesas, sendo 3 de dentro da área, além de 3 socos e 1 “grande defesa” ao evitar um gol esperado de 0,09. No jogo com os pés, foram 10 passes curtos precisos e 7 longos certos. Do outro lado, a Argélia foi mais eficiente nos desarmes, vencendo 72% deles (18 de 25), enquanto a Jordânia venceu 48% (15 de 31). Essa combinação de controle no meio-campo e solidez defensiva próxima à área fez a diferença para os argelinos.
MVP: Ramy Bensebaini lidera a defesa
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Mas não foi só na defesa. Bensebaini conduziu a bola 30 vezes e avançou o time por 146,9 metros, garantindo o ímpeto ofensivo argelino desde o campo de trás. Com isso, o ataque ganhou confiança para pressionar até o fim. Logo atrás dele nas notas vieram Ahmed Nadhir Benbouali, com 7.4 (após o empate), e Amine Gouiri, com 7.3 pelo gol da vitória. Riyad Mahrez também foi peça fundamental, com 3 passes decisivos e uma assistência. Pela Jordânia, o 7.7 de Abu Laila mostrou quanto ele trabalhou para manter o jogo em aberto.
Notas de Santa Clara e destaques
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