Escrito por Josip Biško
8 de ago. de 2026

Leverkusen 2-1 Sevilla: Schick faz dois e vira amistoso

Leverkusen 2-1 Sevilla: Schick faz dois e vira amistoso

Bayer 04 Leverkusen venceu o Sevilla 2-1 na BayArena em um Club Friendly, virando o jogo após o intervalo. Patrik Schick marcou os dois gols do segundo tempo para reverter o placar de 0-1, diante de 25.193 torcedores. O amistoso serviu como teste de pré-temporada, com posse de bola equilibrada em 50-50 e clara mudança de ritmo após as substituições em massa. No Sofascore, os fãs acompanharam cada substituição, cartão e gol em tempo real.

O Sevilla foi organizado e disciplinado no início, mas a profundidade do Leverkusen fez a diferença na meia hora final. Os escanteios terminaram em 3-1 para os mandantes, refletindo a pressão do fim do jogo que preparou o terreno para o gol da vitória de Schick.

Sevilla sai na frente, Leverkusen reage após o intervalo

O Sevilla abriu o placar aos 16 minutos, quando Miguel Ángel Sierra Ortega colocou os visitantes em vantagem. O gol proporcionou um primeiro tempo controlado, no qual o Sevilla se mostrou confortável protegendo espaços e circulando a bola. O placar do intervalo indicava 0-1, com a posse dividida igualmente, sem domínio claro de nenhum dos lados. O esquema 4-2-3-1 do Leverkusen viu o time trocar passes entre linhas, mas a linha de quatro do Sevilla em um 4-4-2 se manteve firme antes do intervalo. Sem impedimentos registrados e poucas interrupções na base de bolas paradas nos dados, a linha compacta do Sevilla raramente saiu do ritmo. A ausência de faltas na contagem oficial evidenciou uma partida com poucas paradas e alto fluxo de jogo. As melhores chances iniciais do Leverkusen vieram mais pelo avanço territorial do que por jogadas claras. Ainda assim, os mandantes guardariam suas principais mudanças para a segunda etapa.

Após o reinício, o tom da partida mudou. Aos 46 minutos, Malik Tillman entrou no Leverkusen, seguido de uma leva de substituições aos 63, incluindo Miguel Gutiérrez, Robert Andrich, Lucas Vázquez e, de forma crucial, Patrik Schick. O empate veio logo aos 66 minutos, com Schick finalizando uma jogada iniciada por Gutiérrez. Essa dobradinha saiu direto do banco, injetando velocidade e precisão no último terço do Leverkusen. Com o placar igualado, os mandantes continuaram apostando no fôlego renovado para empurrar o Sevilla para trás. Os escanteios passaram a favorecer o Leverkusen, indicando um momento de pressão territorial que faltara antes do intervalo. O início compacto dos visitantes deu lugar a uma defesa mais emergencial e, depois, a alterações próprias buscando retomar o controle.

Substituições mudam o rumo para os mandantes

As substituições do Leverkusen vieram em ondas e surtiram efeito em minutos, não horas. A sequência do 63º minuto viu Gutiérrez substituir Jeanuël Belocian e Andrich entrar no lugar de Ezequiel Fernández, enquanto Vázquez ocupou o lugar de Arthur e Schick entrou na vaga de Christian Kofane. Essas trocas equilibraram o time com mais ímpeto pelas laterais e um verdadeiro finalizador na área. Tim Oermann e Martin Terrier vieram logo depois para renovar a defesa e o lado do campo. Nesse momento, a posse continuava em 50-50 ao longo da partida, mas a direção do jogo passou a pender para a área do Sevilla. A contagem de escanteios, fechando em 3-1 para o Leverkusen, comprovou essa pressão.

O Sevilla respondeu com mudanças próprias. Peque Fernández entrou no lugar de Isaac Romero no intervalo, enquanto uma tripla alteração aos 72 minutos trouxe Manu Bueno, Ibra Sow e Rubén Vargas para o jogo. Os visitantes mudaram a formação do meio-campo e renovaram as funções tanto no centro como nas pontas. Uma dupla troca aos 80 minutos colocou Iker Muñoz e Manuel Ángel Castillo na defesa e no ataque, respectivamente. Mesmo com as alterações, o momento decisivo ainda ficou para Schick, que marcou de novo aos 79 minutos, decretando o 2-1. O atacante tcheco foi a diferença entre um amistoso equilibrado e uma vitória em casa.

Disciplina, escanteios e posse dividida em 50-50

As estatísticas da partida remetem a uma lista de verificação de pré-temporada. A posse ficou rigorosamente dividida em 50-50. Os escanteios penderam para o Leverkusen em 3-1, sinal claro da pressão no segundo tempo. Ninguém ficou impedido, mostrando movimentação equilibrada e passes bem sincronizados. O relatório oficial também apontou zero faltas, algo raro, mas que retrata um jogo fluido e com pouquíssimas interrupções de bola parada nos dados registrados. Os cartões amarelos pesaram mais para o Sevilla, com quatro advertências, contra dois do Leverkusen. Cartões para Lucien Agoumè aos 47 e Arouna Sangante aos 52 deram o tom no início do segundo tempo. Pelo Leverkusen, Ezequiel Fernández levou amarelo aos 56 e Robert Andrich, aos 70. Dois cartões adicionais do Sevilla aos 32 e 74 completaram um agitado terço central do jogo. Não houve expulsões.

Em resumo, os números explicam a história. A posse dividida ilustra como o amistoso foi equilibrado durante os 90 minutos. A virada nos escanteios e o momento dos gols mostram como o banco do Leverkusen alterou o resultado final. Os cartões do Sevilla refletem o esforço defensivo diante do avanço dos donos da casa no segundo tempo.

Esquemas, funções e como as escalações contaram a história

O Leverkusen começou no 4-2-3-1, com Edmond Tapsoba usando a braçadeira na defesa. O esquema permitiu um duplo volante para dar estabilidade à saída de bola e liberar o quarteto ofensivo para pressionar os laterais do Sevilla. Os visitantes foram organizados em um clássico 4-4-2, prontos para fechar o meio e acelerar nos contra-ataques quando recuperavam a posse. Essa estratégia funcionou bem no início, com o gol de Miguel Ángel Sierra Ortega aos 16 minutos premiando o jogo direto e o apoio rápido. Com o tempo, os volantes do Leverkusen encontraram mais espaço, especialmente após as entradas de Lucas Vázquez e Miguel Gutiérrez.

O duelo tático também apareceu nas substituições. A tripla troca do Sevilla aos 72 minutos, com Manu Bueno e Ibra Sow, agregou energia ao meio-campo. Porém, tirar Sangante nesse momento também alterou o equilíbrio defensivo para lidar com cruzamentos e infiltrações tardias. A entrada de Schick no Leverkusen aos 63 foi decisiva. Sua movimentação na defesa adversária trouxe novos problemas à linha que iniciou o duelo. O passe de Gutiérrez no gol de empate validou o momento e as funções designadas. Aos 79 minutos, os donos da casa já tinham o controle desejado e garantiram a vitória com eficiência nas finalizações.

Escrito por Josip Biško
8 de ago. de 2026

Leverkusen 2-1 Sevilla: Schick faz dois e vira amistoso

Leverkusen 2-1 Sevilla: Schick faz dois e vira amistoso

Bayer 04 Leverkusen venceu o Sevilla 2-1 na BayArena em um Club Friendly, virando o jogo após o intervalo. Patrik Schick marcou os dois gols do segundo tempo para reverter o placar de 0-1, diante de 25.193 torcedores. O amistoso serviu como teste de pré-temporada, com posse de bola equilibrada em 50-50 e clara mudança de ritmo após as substituições em massa. No Sofascore, os fãs acompanharam cada substituição, cartão e gol em tempo real.

O Sevilla foi organizado e disciplinado no início, mas a profundidade do Leverkusen fez a diferença na meia hora final. Os escanteios terminaram em 3-1 para os mandantes, refletindo a pressão do fim do jogo que preparou o terreno para o gol da vitória de Schick.

Sevilla sai na frente, Leverkusen reage após o intervalo

O Sevilla abriu o placar aos 16 minutos, quando Miguel Ángel Sierra Ortega colocou os visitantes em vantagem. O gol proporcionou um primeiro tempo controlado, no qual o Sevilla se mostrou confortável protegendo espaços e circulando a bola. O placar do intervalo indicava 0-1, com a posse dividida igualmente, sem domínio claro de nenhum dos lados. O esquema 4-2-3-1 do Leverkusen viu o time trocar passes entre linhas, mas a linha de quatro do Sevilla em um 4-4-2 se manteve firme antes do intervalo. Sem impedimentos registrados e poucas interrupções na base de bolas paradas nos dados, a linha compacta do Sevilla raramente saiu do ritmo. A ausência de faltas na contagem oficial evidenciou uma partida com poucas paradas e alto fluxo de jogo. As melhores chances iniciais do Leverkusen vieram mais pelo avanço territorial do que por jogadas claras. Ainda assim, os mandantes guardariam suas principais mudanças para a segunda etapa.

Após o reinício, o tom da partida mudou. Aos 46 minutos, Malik Tillman entrou no Leverkusen, seguido de uma leva de substituições aos 63, incluindo Miguel Gutiérrez, Robert Andrich, Lucas Vázquez e, de forma crucial, Patrik Schick. O empate veio logo aos 66 minutos, com Schick finalizando uma jogada iniciada por Gutiérrez. Essa dobradinha saiu direto do banco, injetando velocidade e precisão no último terço do Leverkusen. Com o placar igualado, os mandantes continuaram apostando no fôlego renovado para empurrar o Sevilla para trás. Os escanteios passaram a favorecer o Leverkusen, indicando um momento de pressão territorial que faltara antes do intervalo. O início compacto dos visitantes deu lugar a uma defesa mais emergencial e, depois, a alterações próprias buscando retomar o controle.

Substituições mudam o rumo para os mandantes

As substituições do Leverkusen vieram em ondas e surtiram efeito em minutos, não horas. A sequência do 63º minuto viu Gutiérrez substituir Jeanuël Belocian e Andrich entrar no lugar de Ezequiel Fernández, enquanto Vázquez ocupou o lugar de Arthur e Schick entrou na vaga de Christian Kofane. Essas trocas equilibraram o time com mais ímpeto pelas laterais e um verdadeiro finalizador na área. Tim Oermann e Martin Terrier vieram logo depois para renovar a defesa e o lado do campo. Nesse momento, a posse continuava em 50-50 ao longo da partida, mas a direção do jogo passou a pender para a área do Sevilla. A contagem de escanteios, fechando em 3-1 para o Leverkusen, comprovou essa pressão.

O Sevilla respondeu com mudanças próprias. Peque Fernández entrou no lugar de Isaac Romero no intervalo, enquanto uma tripla alteração aos 72 minutos trouxe Manu Bueno, Ibra Sow e Rubén Vargas para o jogo. Os visitantes mudaram a formação do meio-campo e renovaram as funções tanto no centro como nas pontas. Uma dupla troca aos 80 minutos colocou Iker Muñoz e Manuel Ángel Castillo na defesa e no ataque, respectivamente. Mesmo com as alterações, o momento decisivo ainda ficou para Schick, que marcou de novo aos 79 minutos, decretando o 2-1. O atacante tcheco foi a diferença entre um amistoso equilibrado e uma vitória em casa.

Disciplina, escanteios e posse dividida em 50-50

As estatísticas da partida remetem a uma lista de verificação de pré-temporada. A posse ficou rigorosamente dividida em 50-50. Os escanteios penderam para o Leverkusen em 3-1, sinal claro da pressão no segundo tempo. Ninguém ficou impedido, mostrando movimentação equilibrada e passes bem sincronizados. O relatório oficial também apontou zero faltas, algo raro, mas que retrata um jogo fluido e com pouquíssimas interrupções de bola parada nos dados registrados. Os cartões amarelos pesaram mais para o Sevilla, com quatro advertências, contra dois do Leverkusen. Cartões para Lucien Agoumè aos 47 e Arouna Sangante aos 52 deram o tom no início do segundo tempo. Pelo Leverkusen, Ezequiel Fernández levou amarelo aos 56 e Robert Andrich, aos 70. Dois cartões adicionais do Sevilla aos 32 e 74 completaram um agitado terço central do jogo. Não houve expulsões.

Em resumo, os números explicam a história. A posse dividida ilustra como o amistoso foi equilibrado durante os 90 minutos. A virada nos escanteios e o momento dos gols mostram como o banco do Leverkusen alterou o resultado final. Os cartões do Sevilla refletem o esforço defensivo diante do avanço dos donos da casa no segundo tempo.

Esquemas, funções e como as escalações contaram a história

O Leverkusen começou no 4-2-3-1, com Edmond Tapsoba usando a braçadeira na defesa. O esquema permitiu um duplo volante para dar estabilidade à saída de bola e liberar o quarteto ofensivo para pressionar os laterais do Sevilla. Os visitantes foram organizados em um clássico 4-4-2, prontos para fechar o meio e acelerar nos contra-ataques quando recuperavam a posse. Essa estratégia funcionou bem no início, com o gol de Miguel Ángel Sierra Ortega aos 16 minutos premiando o jogo direto e o apoio rápido. Com o tempo, os volantes do Leverkusen encontraram mais espaço, especialmente após as entradas de Lucas Vázquez e Miguel Gutiérrez.

O duelo tático também apareceu nas substituições. A tripla troca do Sevilla aos 72 minutos, com Manu Bueno e Ibra Sow, agregou energia ao meio-campo. Porém, tirar Sangante nesse momento também alterou o equilíbrio defensivo para lidar com cruzamentos e infiltrações tardias. A entrada de Schick no Leverkusen aos 63 foi decisiva. Sua movimentação na defesa adversária trouxe novos problemas à linha que iniciou o duelo. O passe de Gutiérrez no gol de empate validou o momento e as funções designadas. Aos 79 minutos, os donos da casa já tinham o controle desejado e garantiram a vitória com eficiência nas finalizações.

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