Man City 3-1 Atlético Madrid: Amistoso em Seul vira com arrancada na segunda etapa
Manchester City venceu o Atlético Madridpor 3-1 em um amistoso de clubes no Estádio da Copa do Mundo de Seul, revertendo o revés no intervalo com uma resposta afiada respaldada por números. Jorge Domínguez abriu o placar para o Atlético em cobrança de escanteio, antes de Omar Marmoush marcar dois gols em dois minutos, ambos com assistência de Antoine Semenyo. Rayan Aït-Nouri fechou a conta nos acréscimos após passe de Divin Mubama. Foi um jogo-exibição no nome, mas os números mostraram o domínio real do City assim que a equipe se encontrou. No Sofascore, a média do time do City chegou a 7.88 contra 6.73 do Atlético, um retrato fiel da virada no segundo tempo. E o destaque? Semenyo, eleito Jogador da Partida com uma Nota Sofascore de 8.6.
Escalações e estratégia
O City entrou em campo no 4-2-3-1 sob comando de Enzo Maresca. Gianluigi Donnarumma foi o titular no gol, atrás de uma linha de defesa com destaque para Rúben Dias e Joško Gvardiol. Phil Foden e Savinho atuaram pelos lados, com Omar Marmoush no comando do ataque. Rodri ficou de fora por questão nas costas, então o meio-campo contou com Mateo Kovačić e Tijjani Reijnders.
Diego Simeone escalou o Atlético no 4-4-2. Jan Oblak começou como titular e foi substituído por Salvi Esquivel aos 63 minutos. Koke capitaneou o meio-campo ao lado de Morten Hjulmand, enquanto Carlos Martín e Ademola Lookman deram amplitude. A defesa foi bastante modificada após a marca de uma hora, com as entradas de José María Giménez, Javier Boñar e Arnau Solà.
A movimentação da primeira etapa já indicava o que viria a seguir. O City terminou com 53% de posse de bola e chutou sete vezes contra quatro do Atlético antes do intervalo. Também ganhou mais duelos e completou mais dribles nesse período. Mas o Atlético capitalizou em bola parada. Embora os escanteios tenham terminado 3-5 contra o City, uma única cobrança mudou o equilíbrio inicial.
Primeiro tempo: Atlético marca em bola parada
O Atlético foi para o vestiário vencendo por 1-0 após uma jogada bem executada aos 43 minutos. Hjulmand cobrou curta para a área, e Domínguez finalizou de direita. Donnarumma quase não havia trabalhado até então, com o time espanhol acertando apenas um chute ao gol na etapa inicial. Mas os visitantes puniram o City pelo único vacilo dentro da área.
A postura do City mostrou organização e presença no campo de ataque. Foram 261 passes certos contra 213 do Atlético no primeiro tempo e 28 entradas no terço final contra 23. Liderou também nos dribles (6/9 contra 2/5) e venceu nos duelos aéreos. Kovačić e Reijnders fizeram a bola girar, com Foden achando espaços entre as linhas.
Ainda assim, o City criou apenas uma grande chance antes do intervalo e desperdiçou. A linha defensiva do Atlético afastou dez bolas e fez bloqueios importantes para segurar ataques mais longos. O ambiente amistoso permitiu variações táticas, mas a solidez defensiva e a bola parada colocaram o Atlético em vantagem no apito final do primeiro tempo.
Segundo tempo: City aumenta a intensidade
O jogo mudou pelo lado direito do City. Rico Lewis entrou no intervalo e deu mais controle, distribuindo um passe-chave e três desarmes enquanto acelerava a construção das jogadas. O empate veio aos 57 minutos. Semenyo atraiu a marcação pelo lado direito e serviu Marmoush, que finalizou de canhota na pequena área.
Dois minutos depois, a mesma dobradinha voltou a funcionar. Gvardiol acertou um lançamento longo para Semenyo, que invadiu a área e tocou para Marmoush concluir de direita. O City virou a partida e manteve a pressão. Ao final, as finalizações certas ficaram em 9-3 para o City, além de 31 toques na área do Atlético contra 19.
No fim, o banco de Maresca confirmou a vitória. Mubama entrou e criou uma grande chance, depois deixou Aït-Nouri na cara do gol já nos acréscimos. O lateral pegou em velocidade e chutou rasteiro para fechar em 3-1. O City ganhou 73% dos desarmes na segunda etapa, fechou os espaços com quatro interceptações e cedeu apenas dois chutes no alvo após o intervalo.
O que dizem os números
O City terminou à frente na posse, 54% contra 46%, e completou mais passes — 514 a 442, sendo 474 certos contra 385 do Atlético. As entradas no terço final foram equilibradas, 53 a 48, mas o City foi mais eficiente ao chegar lá, acertando 85% das ações contra 81% do Atlético. As interceptações favoreceram o City por 6-2, sustentando a pressão e permitindo novos ataques.
A qualidade das chances fez a diferença. O City criou seis grandes chances e converteu três, enquanto o Atlético teve apenas uma grande chance o jogo inteiro. O City ainda desperdiçou outras três, então o placar poderia ser maior. Não houve rastreamento de Expected Goals para este amistoso, mas os chutes certos foram claros: 9-3 para o City.
Os goleiros do Atlético trabalharam bastante. Oblak fez três defesas antes de ser substituído; Esquivel somou mais três. Donnarumma terminou com duas defesas e um controle seguro nos passes (21 de 24 certos). Defensivamente, o City afastou 19 bolas e venceu 52% dos duelos, mesmo perdendo nos aéreos (2 de 6 contra 4 de 6 do Atlético). A disciplina foi mantida, com um cartão amarelo para cada lado: Hjulmand aos 55 e Gvardiol aos 89.
MVP: O brilho criativo de Antoine Semenyo
Antoine Semenyo foi o Jogador da Partida com Nota Sofascore de 8.6 e maior destaque no ataque. Ele jogou só 63 minutos, mas deu duas assistências, criou duas grandes chances e dois passes-chave. Acertou 13 de 16 passes, fez três cruzamentos e venceu seis duelos durante a melhor fase do City. Também foi eficiente: tocou 41 vezes na bola, sendo 12 passes certos no campo do Atlético.
O timing e as decisões de Semenyo permitiram que Marmoush marcasse duas vezes em dois minutos, mudando o rumo da partida. Ele carregou a bola em 10 ocasiões, somando 84,4 metros, dos quais 35,9 foram progressivos, levando o City rapidamente ao terço final. Sua pressão ainda gerou faltas e recuperações de bola, dando continuidade ao domínio territorial do City.
Outros destaques também merecem menção. Omar Marmoush marcou dois gols nos únicos dois chutes certos e recebeu nota 7.7. Rayan Aït-Nouri entrou no fim, marcou e ficou também com 7.7. Rúben Dias organizou a saída com 61 de 61 passes certos e cinco afastamentos, nota 7.3. Mas, pelo impacto criativo e pelo momento decisivo, os 8.6 de Semenyo no Sofascore foram os mais altos.
Plataforma defensiva e controle no meio do City
Além dos gols, o City teve base sólida. Venceu 73% dos seus desarmes e registrou seis interceptações, limitando os contra-ataques do Atlético. Dias e Gvardiol somaram nove afastamentos e três bloqueios, enquanto Matheus Nunes completou 76 de 78 passes na defesa, além de um chute certo e um cruzamento preciso.
No meio-campo, o City manteve o controle. Kovačić acertou 55 de 57 passes e progrediu com cinco lançamentos certos. Reijnders finalizou duas vezes no alvo, deu três cruzamentos e perdeu uma grande chance, participando em todas as fases. Foden apoiou a pressão com dois desarmes ganhos e dois passes-chave, enquanto Savinho somou mais de 110 metros progressivos conduzindo a bola e sofreu três faltas, apesar da marcação cerrada.
No Atlético, alguns reservas trouxeram brilho. Pablo Barrios deu três passes-chave em 27 minutos e acertou 26 de 28 passes. Kang-in Lee e Arnau Ortiz foram ativos, somando três chutes para fora e um certo nos 30 minutos finais. Mas, com só uma grande chance e um erro fatal, ficou difícil reagir depois que o City embalou.
Bom teste em Seul
Para um amistoso, o duelo foi um teste valioso. O City precisou responder a um revés em bola parada e o fez com velocidade e controle. Atlético aproveitou seu momento e rodou bastante o elenco, mas seus goleiros foram exigidos. O placar de 3-1 refletiu os chutes certos, as grandes chances e o domínio no terço final.
Torcedores atentos à forma e ao ritmo podem conferir mais detalhes no Sofascore, onde as páginas das partidas reúnem momento de ataque ao vivo, mapas de calor dos jogadores e cada Nota Sofascore. Este duelo mostrou opções interessantes do City pelas pontas e a profundidade do elenco do Atlético. Também ficou claro que Semenyo está em grande fase — e isso quase sempre acaba bem para quem joga ao lado dele.
Man City 3-1 Atlético Madrid: Amistoso em Seul vira com arrancada na segunda etapa
Manchester City venceu o Atlético Madridpor 3-1 em um amistoso de clubes no Estádio da Copa do Mundo de Seul, revertendo o revés no intervalo com uma resposta afiada respaldada por números. Jorge Domínguez abriu o placar para o Atlético em cobrança de escanteio, antes de Omar Marmoush marcar dois gols em dois minutos, ambos com assistência de Antoine Semenyo. Rayan Aït-Nouri fechou a conta nos acréscimos após passe de Divin Mubama. Foi um jogo-exibição no nome, mas os números mostraram o domínio real do City assim que a equipe se encontrou. No Sofascore, a média do time do City chegou a 7.88 contra 6.73 do Atlético, um retrato fiel da virada no segundo tempo. E o destaque? Semenyo, eleito Jogador da Partida com uma Nota Sofascore de 8.6.
Escalações e estratégia
O City entrou em campo no 4-2-3-1 sob comando de Enzo Maresca. Gianluigi Donnarumma foi o titular no gol, atrás de uma linha de defesa com destaque para Rúben Dias e Joško Gvardiol. Phil Foden e Savinho atuaram pelos lados, com Omar Marmoush no comando do ataque. Rodri ficou de fora por questão nas costas, então o meio-campo contou com Mateo Kovačić e Tijjani Reijnders.
Diego Simeone escalou o Atlético no 4-4-2. Jan Oblak começou como titular e foi substituído por Salvi Esquivel aos 63 minutos. Koke capitaneou o meio-campo ao lado de Morten Hjulmand, enquanto Carlos Martín e Ademola Lookman deram amplitude. A defesa foi bastante modificada após a marca de uma hora, com as entradas de José María Giménez, Javier Boñar e Arnau Solà.
A movimentação da primeira etapa já indicava o que viria a seguir. O City terminou com 53% de posse de bola e chutou sete vezes contra quatro do Atlético antes do intervalo. Também ganhou mais duelos e completou mais dribles nesse período. Mas o Atlético capitalizou em bola parada. Embora os escanteios tenham terminado 3-5 contra o City, uma única cobrança mudou o equilíbrio inicial.
Primeiro tempo: Atlético marca em bola parada
O Atlético foi para o vestiário vencendo por 1-0 após uma jogada bem executada aos 43 minutos. Hjulmand cobrou curta para a área, e Domínguez finalizou de direita. Donnarumma quase não havia trabalhado até então, com o time espanhol acertando apenas um chute ao gol na etapa inicial. Mas os visitantes puniram o City pelo único vacilo dentro da área.
A postura do City mostrou organização e presença no campo de ataque. Foram 261 passes certos contra 213 do Atlético no primeiro tempo e 28 entradas no terço final contra 23. Liderou também nos dribles (6/9 contra 2/5) e venceu nos duelos aéreos. Kovačić e Reijnders fizeram a bola girar, com Foden achando espaços entre as linhas.
Ainda assim, o City criou apenas uma grande chance antes do intervalo e desperdiçou. A linha defensiva do Atlético afastou dez bolas e fez bloqueios importantes para segurar ataques mais longos. O ambiente amistoso permitiu variações táticas, mas a solidez defensiva e a bola parada colocaram o Atlético em vantagem no apito final do primeiro tempo.
Segundo tempo: City aumenta a intensidade
O jogo mudou pelo lado direito do City. Rico Lewis entrou no intervalo e deu mais controle, distribuindo um passe-chave e três desarmes enquanto acelerava a construção das jogadas. O empate veio aos 57 minutos. Semenyo atraiu a marcação pelo lado direito e serviu Marmoush, que finalizou de canhota na pequena área.
Dois minutos depois, a mesma dobradinha voltou a funcionar. Gvardiol acertou um lançamento longo para Semenyo, que invadiu a área e tocou para Marmoush concluir de direita. O City virou a partida e manteve a pressão. Ao final, as finalizações certas ficaram em 9-3 para o City, além de 31 toques na área do Atlético contra 19.
No fim, o banco de Maresca confirmou a vitória. Mubama entrou e criou uma grande chance, depois deixou Aït-Nouri na cara do gol já nos acréscimos. O lateral pegou em velocidade e chutou rasteiro para fechar em 3-1. O City ganhou 73% dos desarmes na segunda etapa, fechou os espaços com quatro interceptações e cedeu apenas dois chutes no alvo após o intervalo.
O que dizem os números
O City terminou à frente na posse, 54% contra 46%, e completou mais passes — 514 a 442, sendo 474 certos contra 385 do Atlético. As entradas no terço final foram equilibradas, 53 a 48, mas o City foi mais eficiente ao chegar lá, acertando 85% das ações contra 81% do Atlético. As interceptações favoreceram o City por 6-2, sustentando a pressão e permitindo novos ataques.
A qualidade das chances fez a diferença. O City criou seis grandes chances e converteu três, enquanto o Atlético teve apenas uma grande chance o jogo inteiro. O City ainda desperdiçou outras três, então o placar poderia ser maior. Não houve rastreamento de Expected Goals para este amistoso, mas os chutes certos foram claros: 9-3 para o City.
Os goleiros do Atlético trabalharam bastante. Oblak fez três defesas antes de ser substituído; Esquivel somou mais três. Donnarumma terminou com duas defesas e um controle seguro nos passes (21 de 24 certos). Defensivamente, o City afastou 19 bolas e venceu 52% dos duelos, mesmo perdendo nos aéreos (2 de 6 contra 4 de 6 do Atlético). A disciplina foi mantida, com um cartão amarelo para cada lado: Hjulmand aos 55 e Gvardiol aos 89.
MVP: O brilho criativo de Antoine Semenyo
Antoine Semenyo foi o Jogador da Partida com Nota Sofascore de 8.6 e maior destaque no ataque. Ele jogou só 63 minutos, mas deu duas assistências, criou duas grandes chances e dois passes-chave. Acertou 13 de 16 passes, fez três cruzamentos e venceu seis duelos durante a melhor fase do City. Também foi eficiente: tocou 41 vezes na bola, sendo 12 passes certos no campo do Atlético.
O timing e as decisões de Semenyo permitiram que Marmoush marcasse duas vezes em dois minutos, mudando o rumo da partida. Ele carregou a bola em 10 ocasiões, somando 84,4 metros, dos quais 35,9 foram progressivos, levando o City rapidamente ao terço final. Sua pressão ainda gerou faltas e recuperações de bola, dando continuidade ao domínio territorial do City.
Outros destaques também merecem menção. Omar Marmoush marcou dois gols nos únicos dois chutes certos e recebeu nota 7.7. Rayan Aït-Nouri entrou no fim, marcou e ficou também com 7.7. Rúben Dias organizou a saída com 61 de 61 passes certos e cinco afastamentos, nota 7.3. Mas, pelo impacto criativo e pelo momento decisivo, os 8.6 de Semenyo no Sofascore foram os mais altos.
Plataforma defensiva e controle no meio do City
Além dos gols, o City teve base sólida. Venceu 73% dos seus desarmes e registrou seis interceptações, limitando os contra-ataques do Atlético. Dias e Gvardiol somaram nove afastamentos e três bloqueios, enquanto Matheus Nunes completou 76 de 78 passes na defesa, além de um chute certo e um cruzamento preciso.
No meio-campo, o City manteve o controle. Kovačić acertou 55 de 57 passes e progrediu com cinco lançamentos certos. Reijnders finalizou duas vezes no alvo, deu três cruzamentos e perdeu uma grande chance, participando em todas as fases. Foden apoiou a pressão com dois desarmes ganhos e dois passes-chave, enquanto Savinho somou mais de 110 metros progressivos conduzindo a bola e sofreu três faltas, apesar da marcação cerrada.
No Atlético, alguns reservas trouxeram brilho. Pablo Barrios deu três passes-chave em 27 minutos e acertou 26 de 28 passes. Kang-in Lee e Arnau Ortiz foram ativos, somando três chutes para fora e um certo nos 30 minutos finais. Mas, com só uma grande chance e um erro fatal, ficou difícil reagir depois que o City embalou.
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Para um amistoso, o duelo foi um teste valioso. O City precisou responder a um revés em bola parada e o fez com velocidade e controle. Atlético aproveitou seu momento e rodou bastante o elenco, mas seus goleiros foram exigidos. O placar de 3-1 refletiu os chutes certos, as grandes chances e o domínio no terço final.
Torcedores atentos à forma e ao ritmo podem conferir mais detalhes no Sofascore, onde as páginas das partidas reúnem momento de ataque ao vivo, mapas de calor dos jogadores e cada Nota Sofascore. Este duelo mostrou opções interessantes do City pelas pontas e a profundidade do elenco do Atlético. Também ficou claro que Semenyo está em grande fase — e isso quase sempre acaba bem para quem joga ao lado dele.
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Manchester City venceu o Atlético Madrid por 3-1 em um amistoso de clubes no Estádio da Copa do Mundo de Seul, revertendo o revés no intervalo com uma resposta afiada respaldada por números. Jorge Domínguez abriu o placar para o Atlético em cobrança de escanteio, antes de Omar Marmoush marcar dois gols em dois minutos, ambos com assistência de Antoine Semenyo. Rayan Aït-Nouri fechou a conta nos acréscimos após passe de Divin Mubama. Foi um jogo-exibição no nome, mas os números mostraram o domínio real do City assim que a equipe se encontrou. No Sofascore, a média do time do City chegou a 7.88 contra 6.73 do Atlético, um retrato fiel da virada no segundo tempo. E o destaque? Semenyo, eleito Jogador da Partida com uma Nota Sofascore de 8.6.
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O City entrou em campo no 4-2-3-1 sob comando de Enzo Maresca. Gianluigi Donnarumma foi o titular no gol, atrás de uma linha de defesa com destaque para Rúben Dias e Joško Gvardiol. Phil Foden e Savinho atuaram pelos lados, com Omar Marmoush no comando do ataque. Rodri ficou de fora por questão nas costas, então o meio-campo contou com Mateo Kovačić e Tijjani Reijnders.
Diego Simeone escalou o Atlético no 4-4-2. Jan Oblak começou como titular e foi substituído por Salvi Esquivel aos 63 minutos. Koke capitaneou o meio-campo ao lado de Morten Hjulmand, enquanto Carlos Martín e Ademola Lookman deram amplitude. A defesa foi bastante modificada após a marca de uma hora, com as entradas de José María Giménez, Javier Boñar e Arnau Solà.
A movimentação da primeira etapa já indicava o que viria a seguir. O City terminou com 53% de posse de bola e chutou sete vezes contra quatro do Atlético antes do intervalo. Também ganhou mais duelos e completou mais dribles nesse período. Mas o Atlético capitalizou em bola parada. Embora os escanteios tenham terminado 3-5 contra o City, uma única cobrança mudou o equilíbrio inicial.
Primeiro tempo: Atlético marca em bola parada
O Atlético foi para o vestiário vencendo por 1-0 após uma jogada bem executada aos 43 minutos. Hjulmand cobrou curta para a área, e Domínguez finalizou de direita. Donnarumma quase não havia trabalhado até então, com o time espanhol acertando apenas um chute ao gol na etapa inicial. Mas os visitantes puniram o City pelo único vacilo dentro da área.
A postura do City mostrou organização e presença no campo de ataque. Foram 261 passes certos contra 213 do Atlético no primeiro tempo e 28 entradas no terço final contra 23. Liderou também nos dribles (6/9 contra 2/5) e venceu nos duelos aéreos. Kovačić e Reijnders fizeram a bola girar, com Foden achando espaços entre as linhas.
Ainda assim, o City criou apenas uma grande chance antes do intervalo e desperdiçou. A linha defensiva do Atlético afastou dez bolas e fez bloqueios importantes para segurar ataques mais longos. O ambiente amistoso permitiu variações táticas, mas a solidez defensiva e a bola parada colocaram o Atlético em vantagem no apito final do primeiro tempo.
Segundo tempo: City aumenta a intensidade
O jogo mudou pelo lado direito do City. Rico Lewis entrou no intervalo e deu mais controle, distribuindo um passe-chave e três desarmes enquanto acelerava a construção das jogadas. O empate veio aos 57 minutos. Semenyo atraiu a marcação pelo lado direito e serviu Marmoush, que finalizou de canhota na pequena área.
Dois minutos depois, a mesma dobradinha voltou a funcionar. Gvardiol acertou um lançamento longo para Semenyo, que invadiu a área e tocou para Marmoush concluir de direita. O City virou a partida e manteve a pressão. Ao final, as finalizações certas ficaram em 9-3 para o City, além de 31 toques na área do Atlético contra 19.
No fim, o banco de Maresca confirmou a vitória. Mubama entrou e criou uma grande chance, depois deixou Aït-Nouri na cara do gol já nos acréscimos. O lateral pegou em velocidade e chutou rasteiro para fechar em 3-1. O City ganhou 73% dos desarmes na segunda etapa, fechou os espaços com quatro interceptações e cedeu apenas dois chutes no alvo após o intervalo.
O que dizem os números
O City terminou à frente na posse, 54% contra 46%, e completou mais passes — 514 a 442, sendo 474 certos contra 385 do Atlético. As entradas no terço final foram equilibradas, 53 a 48, mas o City foi mais eficiente ao chegar lá, acertando 85% das ações contra 81% do Atlético. As interceptações favoreceram o City por 6-2, sustentando a pressão e permitindo novos ataques.
A qualidade das chances fez a diferença. O City criou seis grandes chances e converteu três, enquanto o Atlético teve apenas uma grande chance o jogo inteiro. O City ainda desperdiçou outras três, então o placar poderia ser maior. Não houve rastreamento de Expected Goals para este amistoso, mas os chutes certos foram claros: 9-3 para o City.
Os goleiros do Atlético trabalharam bastante. Oblak fez três defesas antes de ser substituído; Esquivel somou mais três. Donnarumma terminou com duas defesas e um controle seguro nos passes (21 de 24 certos). Defensivamente, o City afastou 19 bolas e venceu 52% dos duelos, mesmo perdendo nos aéreos (2 de 6 contra 4 de 6 do Atlético). A disciplina foi mantida, com um cartão amarelo para cada lado: Hjulmand aos 55 e Gvardiol aos 89.
MVP: O brilho criativo de Antoine Semenyo
Antoine Semenyo foi o Jogador da Partida com Nota Sofascore de 8.6 e maior destaque no ataque. Ele jogou só 63 minutos, mas deu duas assistências, criou duas grandes chances e dois passes-chave. Acertou 13 de 16 passes, fez três cruzamentos e venceu seis duelos durante a melhor fase do City. Também foi eficiente: tocou 41 vezes na bola, sendo 12 passes certos no campo do Atlético.
O timing e as decisões de Semenyo permitiram que Marmoush marcasse duas vezes em dois minutos, mudando o rumo da partida. Ele carregou a bola em 10 ocasiões, somando 84,4 metros, dos quais 35,9 foram progressivos, levando o City rapidamente ao terço final. Sua pressão ainda gerou faltas e recuperações de bola, dando continuidade ao domínio territorial do City.
Outros destaques também merecem menção. Omar Marmoush marcou dois gols nos únicos dois chutes certos e recebeu nota 7.7. Rayan Aït-Nouri entrou no fim, marcou e ficou também com 7.7. Rúben Dias organizou a saída com 61 de 61 passes certos e cinco afastamentos, nota 7.3. Mas, pelo impacto criativo e pelo momento decisivo, os 8.6 de Semenyo no Sofascore foram os mais altos.
Plataforma defensiva e controle no meio do City
Além dos gols, o City teve base sólida. Venceu 73% dos seus desarmes e registrou seis interceptações, limitando os contra-ataques do Atlético. Dias e Gvardiol somaram nove afastamentos e três bloqueios, enquanto Matheus Nunes completou 76 de 78 passes na defesa, além de um chute certo e um cruzamento preciso.
No meio-campo, o City manteve o controle. Kovačić acertou 55 de 57 passes e progrediu com cinco lançamentos certos. Reijnders finalizou duas vezes no alvo, deu três cruzamentos e perdeu uma grande chance, participando em todas as fases. Foden apoiou a pressão com dois desarmes ganhos e dois passes-chave, enquanto Savinho somou mais de 110 metros progressivos conduzindo a bola e sofreu três faltas, apesar da marcação cerrada.
No Atlético, alguns reservas trouxeram brilho. Pablo Barrios deu três passes-chave em 27 minutos e acertou 26 de 28 passes. Kang-in Lee e Arnau Ortiz foram ativos, somando três chutes para fora e um certo nos 30 minutos finais. Mas, com só uma grande chance e um erro fatal, ficou difícil reagir depois que o City embalou.
Bom teste em Seul
Para um amistoso, o duelo foi um teste valioso. O City precisou responder a um revés em bola parada e o fez com velocidade e controle. Atlético aproveitou seu momento e rodou bastante o elenco, mas seus goleiros foram exigidos. O placar de 3-1 refletiu os chutes certos, as grandes chances e o domínio no terço final.
Torcedores atentos à forma e ao ritmo podem conferir mais detalhes no Sofascore, onde as páginas das partidas reúnem momento de ataque ao vivo, mapas de calor dos jogadores e cada Nota Sofascore. Este duelo mostrou opções interessantes do City pelas pontas e a profundidade do elenco do Atlético. Também ficou claro que Semenyo está em grande fase — e isso quase sempre acaba bem para quem joga ao lado dele.