Martin Baturina foi o destaque da Croácia contra a Inglaterra

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10 de jul. de 2026Martin Baturina foi o destaque da Croácia contra a Inglaterra

A Croácia perdeu por 4-2 para a Inglaterra no AT&T Stadium em Arlington, mas um jogador croata deixou sua marca na partida. Martin Baturina fez uma exibição serena e produtiva, demonstrando maturidade em uma partida de fase de grupos de Copa do Mundo de ritmo acelerado. Seus números gerais saltam aos olhos e explicam por que ele se destacou mesmo na derrota. No Sofascore, terminou com uma Nota Sofascore de 7.9 em 10.
Por que Baturina se destacou
Baturina atuou por 78 minutos como meio-campista ofensivo e fez valer as 41 vezes que tocou na bola. Marcou um gol, finalizou uma vez e essa bola foi ao alvo — uma eficiência que qualquer treinador valoriza. Também forneceu um passe decisivo, mantendo a Croácia perigosa entre as linhas. Com 32 passes tentados e 25 certos, registrou uma precisão de 78,1% em um meio-campo muito disputado.
O equilíbrio do seu jogo foi notável. Contribuiu tanto na construção quanto na definição, articulando o time e escolhendo bem os momentos de atacar a área. Sua Nota Sofascore fechou em 7,9 de 10 — um desempenho sólido numa partida aberta e cheia de gols. Para os torcedores que acompanham os dados ao vivo no Sofascore, os números confirmaram a impressão visual. A Croácia não conseguiu o resultado, mas Baturina mostrou postura de quem está pronto para o palco principal.
Passes inteligentes nos dois tempos
O seu mapa de passes mostrou domínio em campo. No campo defensivo da Croácia, acertou 8 de 11 passes, ajudando a equipe a escapar da pressão. No campo de ataque, completou 17 de 21, grande demonstração de calma onde é mais importante. Também teve 8 passes certos no terço final, mantendo a linha defensiva da Inglaterra em alerta.

Baturina variou bem sua distribuição. Arriscou três lançamentos longos e acertou dois, optando pelo risco apenas quando fazia sentido. Realizou 20 conduções de bola, acumulando 118,7 metros – um fluxo contínuo que impulsionou a Croácia no ataque. A distância progressiva registrada foi de 8,58 metros, mostrando ligações curtas e rápidas em vez de longas arrancadas. Também registrou 0,09 assistências esperadas, deixando claro que criou pequenas, mas reais, oportunidades para os companheiros.
Um chute, grande impacto
O grande momento foi seu gol de fora da área. Foi sua única finalização e a bola entrou com o pé direito. O belo chute resultou em 100% de aproveitamento na noite e destacou sua disciplina nas finalizações. Seu chute teve xG de 0,05 e expected goals on target de 0,049, prova de que a técnica venceu a probabilidade.
No modelo do Sofascore, o valor da finalização normalizou em 0,51, refletindo a qualidade e o desfecho da jogada. Ele não precisou de volume para influenciar o placar – bastaram oportunidade e execução. Em um jogo em que a Inglaterra marcou quatro vezes, o gol de Baturina manteve a Croácia viva por boa parte da partida. Foi um chute confiante, digno de replay em todos os destaques de Copa do Mundo.
Competindo sem a bola
Baturina também se impôs nos duelos. Venceu 6 de 9 disputas, um aproveitamento de 66,7% – número considerável para um meia ofensivo. Pelo chão venceu 4 de 5, 80% de êxito ajudando a Croácia a recuperar bolas divididas. Pelo alto, ganhou 2 de 4, contribuição sólida nos espaços congestionados.
Defensivamente, fez um desarme e teve sucesso, além de três recuperações de bola para manter as transições vivas. Sofreu duas faltas e não cometeu nenhuma, gerenciando bem o contato sob pressão. Foram 10 perdas de posse e 2 domínios mal-sucedidos, algo esperado para quem tenta quebrar linhas. Arriscou dois dribles e completou um, escolhendo bem a hora de avançar. No geral, o volume de trabalho acompanhou a qualidade apresentada.
O panorama mais amplo da partida
A Inglaterra venceu por 4-2 após um primeiro tempo empatado em 2-2, decidindo o confronto com dois gols na etapa final. O duelo do Grupo L levou 70.389 torcedores ao AT&T Stadium, com Clement Turpin no comando do apito. Foi a rodada 1 da fase de grupos da Copa do Mundo FIFA, e o ritmo do jogo deixou isso claro. A Inglaterra, 4ª no ranking, aproveitou as chances. A Croácia, 11ª, teve momentos de brilho e Baturina liderou muitos deles.
Para contextualizar, a atuação de Baturina aconteceu em uma partida aberta e dinâmica. Ele equilibrou criação, duelos de pressão e um gol fundamental, que por instantes mudou o momento do jogo. Thomas Tuchel aparece como técnico da Inglaterra nos dados oficiais, enquanto Zlatko Dalić comandou a Croácia. No Sofascore, os torcedores puderam acompanhar xG ao vivo, mapas de calor dos jogadores e todos os lances em tempo real. Se você procurava o destaque croata, os números apontaram direto para a camisa 20.
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O equilíbrio do seu jogo foi notável. Contribuiu tanto na construção quanto na definição, articulando o time e escolhendo bem os momentos de atacar a área. Sua Nota Sofascore fechou em 7,9 de 10 — um desempenho sólido numa partida aberta e cheia de gols. Para os torcedores que acompanham os dados ao vivo no Sofascore, os números confirmaram a impressão visual. A Croácia não conseguiu o resultado, mas Baturina mostrou postura de quem está pronto para o palco principal.
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O seu mapa de passes mostrou domínio em campo. No campo defensivo da Croácia, acertou 8 de 11 passes, ajudando a equipe a escapar da pressão. No campo de ataque, completou 17 de 21, grande demonstração de calma onde é mais importante. Também teve 8 passes certos no terço final, mantendo a linha defensiva da Inglaterra em alerta.
Baturina variou bem sua distribuição. Arriscou três lançamentos longos e acertou dois, optando pelo risco apenas quando fazia sentido. Realizou 20 conduções de bola, acumulando 118,7 metros – um fluxo contínuo que impulsionou a Croácia no ataque. A distância progressiva registrada foi de 8,58 metros, mostrando ligações curtas e rápidas em vez de longas arrancadas. Também registrou 0,09 assistências esperadas, deixando claro que criou pequenas, mas reais, oportunidades para os companheiros.
Um chute, grande impacto
O grande momento foi seu gol de fora da área. Foi sua única finalização e a bola entrou com o pé direito. O belo chute resultou em 100% de aproveitamento na noite e destacou sua disciplina nas finalizações. Seu chute teve xG de 0,05 e expected goals on target de 0,049, prova de que a técnica venceu a probabilidade.
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Baturina também se impôs nos duelos. Venceu 6 de 9 disputas, um aproveitamento de 66,7% – número considerável para um meia ofensivo. Pelo chão venceu 4 de 5, 80% de êxito ajudando a Croácia a recuperar bolas divididas. Pelo alto, ganhou 2 de 4, contribuição sólida nos espaços congestionados.
Defensivamente, fez um desarme e teve sucesso, além de três recuperações de bola para manter as transições vivas. Sofreu duas faltas e não cometeu nenhuma, gerenciando bem o contato sob pressão. Foram 10 perdas de posse e 2 domínios mal-sucedidos, algo esperado para quem tenta quebrar linhas. Arriscou dois dribles e completou um, escolhendo bem a hora de avançar. No geral, o volume de trabalho acompanhou a qualidade apresentada.
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Para contextualizar, a atuação de Baturina aconteceu em uma partida aberta e dinâmica. Ele equilibrou criação, duelos de pressão e um gol fundamental, que por instantes mudou o momento do jogo. Thomas Tuchel aparece como técnico da Inglaterra nos dados oficiais, enquanto Zlatko Dalić comandou a Croácia. No Sofascore, os torcedores puderam acompanhar xG ao vivo, mapas de calor dos jogadores e todos os lances em tempo real. Se você procurava o destaque croata, os números apontaram direto para a camisa 20.