Escrito por Ariel Mc Grath
26 de out. de 2026

Predators 6-2 Avalanche: O’Reilly comanda grande vitória

Predators 6-2 Avalanche: O’Reilly comanda grande vitória

Nashville fez o dever de casa na Bridgestone Arena, vencendo o Colorado por 6-2 em duelo da NHL, em uma verdadeira clínica de special teams. Os Predators marcaram quatro vezes no power play e dominaram os faceoffs, transformando um início equilibrado em placar elástico. Steven Stamkos marcou dois gols, Filip Forsberg somou um gol e duas assistências, e Roman Josi distribuiu três assistências no power play. O grande destaque foi Ryan O’Reilly, que anotou 2 gols e 2 assistências, além de vencer quase todos os faceoffs em que participou.

O Colorado marcou com Artturi Lehkonen e Devon Toews, com Martin Necas fornecendo duas assistências e Nathan MacKinnon colaborando com uma. Mas o Avalanche nunca encontrou solução para o power play de Nashville nem para o domínio dos Predators na posse de disco. Os chutes terminaram em 35-21 para Nashville, que ainda venceu 62% dos faceoffs. Para todos os detalhes da partida, acesse a página do jogo no Sofascore e acompanhe a temporada da NHL.

Special teams fizeram a diferença

Os Predators converteram 4 de 7 oportunidades no power play, um ótimo aproveitamento de 57%, e ainda aproveitaram sua única chance em 5 contra 3. O aproveitamento de finalizações no power play chegou a 40% (4 gols em 10 chutes), e ainda controlaram 54% dos faceoffs nessas situações. Forsberg abriu o placar ainda no início do jogo, aproveitando vantagem numérica, e depois O’Reilly marcou dois gols no power play no segundo período. Stamkos consolidou a vitória com outro gol em power play já no terceiro tempo.

O Colorado não conseguiu aproveitar nenhuma das quatro oportunidades no power play, registrando apenas um chute nessas ocasiões, deixando muito a desejar. A disciplina de Nashville não foi perfeita, com 15 minutos de penalidade, mas o Avalanche cometeu 21 minutos em penalidades e nove infrações no total, devolvendo o momento aos donos da casa. Uma penalidade de “jogadores demais no gelo” e diversos menores deram o ritmo para Nashville. Quando os Predators venceram o faceoff nos special teams, o disco ficava no ataque e encontrava o gol.

Ryan O’Reilly dominou os faceoffs e o jogo

O’Reilly fez uma exibição completa nos dois lados da pista. Marcou dois gols, deu duas assistências e terminou com +1, cinco chutes ao gol e um bloqueio. Sua eficiência nos faceoffs foi quase perfeita, com 91,7% de aproveitamento (11 em 12), proporcionando longas posses e toques primários para os principais finalizadores de Nashville. Ele registrou três pontos no power play e ainda contribuiu com uma assistência em igualdade numérica no gol de Stamkos no primeiro período.

Os números mostram o domínio por períodos. O’Reilly venceu todos os 6 faceoffs que disputou no primeiro, marcou seus dois gols no segundo e ainda deu assistência no power play no terceiro. Os Predators confiaram nele em transições, recuperações e presença na frente do gol — e ele correspondeu. Para ver todos os números dele, confira sua página de atleta no Sofascore.

Território, qualidade de chutes e pequenos detalhes

Nashville liderou os chutes a gol por 35-21 e teve ligeira vantagem em posse com 51,5% de Corsi e 51,0% de Fenwick. A distância média dos chutes também favoreceu a equipe: 8,8 contra 9,4 do Colorado, diferença pequena, mas significativa para melhor qualidade nas finalizações. Nashville variou bem suas finalizações, marcando de wrist shot, backhand e snap, incluindo duas conversões de backhand em quatro tentativas. Mesmo em igualdade numérica (5 contra 5), o percentual de conversão do Colorado (10%) superou o de Nashville (8%), mas o volume ofensivo e a força nos special teams dos Predators compensaram totalmente.

Os faceoffs foram fundamentais em qualquer situação de jogo. Nashville venceu 64% dos faceoffs em igualdade, 57% quando estava com um a menos e manteve 54% no power play. Esse domínio permitiu aos “quarterbacks”, principalmente Josi, servirem os finalizadores em velocidade. Também manteve o Avalanche sempre na perseguição durante trocas de linha e saídas da zona defensiva, um cenário a ser evitado contra um forecheck bem organizado dos donos da casa.

Avalanche mostrou talento, mas não rompeu o bloqueio do power play

Os melhores momentos do Colorado vieram no jogo em igualdade numérica. Lehkonen marcou no segundo período após assistências de Necas e MacKinnon, e Toews descontou no terceiro em jogada iniciada por Malinski e Necas. Necas terminou com duas assistências e boa participação nas transições; MacKinnon também contribuiu com uma assistência e permaneceu ativo nos faceoffs, participando de 17. Toews, Malinski e Cale Makar conseguiram levar perigo a partir da linha azul, mas a pressão sustentada foi rara.

Scott Wedgewood defendeu 29 de 35 chutes. Ele mostrou segurança no 5 contra 5 com 0,92 de aproveitamento em defesas nessas situações, mas o movimento do ataque de Nashville no power play foi um desafio constante. O Avalanche ainda aplicou 15 checks e 11 bloqueios, com Gabriel Landeskog somando quatro hits, maior marca do time visitante. Porém, as nove penalidades, incluindo uma por excesso de jogadores no gelo e diversas menores, minaram qualquer embalo que tentaram construir.

Primeiro tempo no controle, segundo tempo de aceleração, terceiro de gestão

Nashville imprimiu o ritmo logo no primeiro período ao abrir 2-0 e vencer 74% dos faceoffs, empilhando longas sequências no campo ofensivo. O jogo foi decidido na segunda etapa: os Predators marcaram mais três, com dois gols de O’Reilly no power play e uma finalização de Jack Drury em igualdade numérica, assistido por Ross Colton e Brady Skjei. O Colorado ainda descontou com Lehkonen, mas foi para o vestiário perdendo por 5-1.

No terceiro tempo, a palavra de ordem foi gerenciamento. O Avalanche até descontou rapidamente com Toews (5-2), mas Stamkos logo respondeu no power play, servidos por O’Reilly e Josi. O 6-2 selou a vitória e a eficiência de Nashville nos special teams. Os Predators terminaram com 17 checks, 10 bloqueios e 12 turnovers—números que ainda querem ajustar, mas a combinação de domínio nos faceoffs e precisão no power play foi mais que suficiente. Para acompanhar próximos confrontos e estatísticas detalhadas, visite o hub da NHL no Sofascore e reveja as estatísticas dessa partida no centro da partida.

Escrito por Ariel Mc Grath
26 de out. de 2026

Predators 6-2 Avalanche: O’Reilly comanda grande vitória

Predators 6-2 Avalanche: O’Reilly comanda grande vitória

Nashville fez o dever de casa na Bridgestone Arena, vencendo o Colorado por 6-2 em duelo da NHL, em uma verdadeira clínica de special teams. Os Predators marcaram quatro vezes no power play e dominaram os faceoffs, transformando um início equilibrado em placar elástico. Steven Stamkos marcou dois gols, Filip Forsberg somou um gol e duas assistências, e Roman Josi distribuiu três assistências no power play. O grande destaque foi Ryan O’Reilly, que anotou 2 gols e 2 assistências, além de vencer quase todos os faceoffs em que participou.

O Colorado marcou com Artturi Lehkonen e Devon Toews, com Martin Necas fornecendo duas assistências e Nathan MacKinnon colaborando com uma. Mas o Avalanche nunca encontrou solução para o power play de Nashville nem para o domínio dos Predators na posse de disco. Os chutes terminaram em 35-21 para Nashville, que ainda venceu 62% dos faceoffs. Para todos os detalhes da partida, acesse a página do jogo no Sofascore e acompanhe a temporada da NHL.

Special teams fizeram a diferença

Os Predators converteram 4 de 7 oportunidades no power play, um ótimo aproveitamento de 57%, e ainda aproveitaram sua única chance em 5 contra 3. O aproveitamento de finalizações no power play chegou a 40% (4 gols em 10 chutes), e ainda controlaram 54% dos faceoffs nessas situações. Forsberg abriu o placar ainda no início do jogo, aproveitando vantagem numérica, e depois O’Reilly marcou dois gols no power play no segundo período. Stamkos consolidou a vitória com outro gol em power play já no terceiro tempo.

O Colorado não conseguiu aproveitar nenhuma das quatro oportunidades no power play, registrando apenas um chute nessas ocasiões, deixando muito a desejar. A disciplina de Nashville não foi perfeita, com 15 minutos de penalidade, mas o Avalanche cometeu 21 minutos em penalidades e nove infrações no total, devolvendo o momento aos donos da casa. Uma penalidade de “jogadores demais no gelo” e diversos menores deram o ritmo para Nashville. Quando os Predators venceram o faceoff nos special teams, o disco ficava no ataque e encontrava o gol.

Ryan O’Reilly dominou os faceoffs e o jogo

O’Reilly fez uma exibição completa nos dois lados da pista. Marcou dois gols, deu duas assistências e terminou com +1, cinco chutes ao gol e um bloqueio. Sua eficiência nos faceoffs foi quase perfeita, com 91,7% de aproveitamento (11 em 12), proporcionando longas posses e toques primários para os principais finalizadores de Nashville. Ele registrou três pontos no power play e ainda contribuiu com uma assistência em igualdade numérica no gol de Stamkos no primeiro período.

Os números mostram o domínio por períodos. O’Reilly venceu todos os 6 faceoffs que disputou no primeiro, marcou seus dois gols no segundo e ainda deu assistência no power play no terceiro. Os Predators confiaram nele em transições, recuperações e presença na frente do gol — e ele correspondeu. Para ver todos os números dele, confira sua página de atleta no Sofascore.

Território, qualidade de chutes e pequenos detalhes

Nashville liderou os chutes a gol por 35-21 e teve ligeira vantagem em posse com 51,5% de Corsi e 51,0% de Fenwick. A distância média dos chutes também favoreceu a equipe: 8,8 contra 9,4 do Colorado, diferença pequena, mas significativa para melhor qualidade nas finalizações. Nashville variou bem suas finalizações, marcando de wrist shot, backhand e snap, incluindo duas conversões de backhand em quatro tentativas. Mesmo em igualdade numérica (5 contra 5), o percentual de conversão do Colorado (10%) superou o de Nashville (8%), mas o volume ofensivo e a força nos special teams dos Predators compensaram totalmente.

Os faceoffs foram fundamentais em qualquer situação de jogo. Nashville venceu 64% dos faceoffs em igualdade, 57% quando estava com um a menos e manteve 54% no power play. Esse domínio permitiu aos “quarterbacks”, principalmente Josi, servirem os finalizadores em velocidade. Também manteve o Avalanche sempre na perseguição durante trocas de linha e saídas da zona defensiva, um cenário a ser evitado contra um forecheck bem organizado dos donos da casa.

Avalanche mostrou talento, mas não rompeu o bloqueio do power play

Os melhores momentos do Colorado vieram no jogo em igualdade numérica. Lehkonen marcou no segundo período após assistências de Necas e MacKinnon, e Toews descontou no terceiro em jogada iniciada por Malinski e Necas. Necas terminou com duas assistências e boa participação nas transições; MacKinnon também contribuiu com uma assistência e permaneceu ativo nos faceoffs, participando de 17. Toews, Malinski e Cale Makar conseguiram levar perigo a partir da linha azul, mas a pressão sustentada foi rara.

Scott Wedgewood defendeu 29 de 35 chutes. Ele mostrou segurança no 5 contra 5 com 0,92 de aproveitamento em defesas nessas situações, mas o movimento do ataque de Nashville no power play foi um desafio constante. O Avalanche ainda aplicou 15 checks e 11 bloqueios, com Gabriel Landeskog somando quatro hits, maior marca do time visitante. Porém, as nove penalidades, incluindo uma por excesso de jogadores no gelo e diversas menores, minaram qualquer embalo que tentaram construir.

Primeiro tempo no controle, segundo tempo de aceleração, terceiro de gestão

Nashville imprimiu o ritmo logo no primeiro período ao abrir 2-0 e vencer 74% dos faceoffs, empilhando longas sequências no campo ofensivo. O jogo foi decidido na segunda etapa: os Predators marcaram mais três, com dois gols de O’Reilly no power play e uma finalização de Jack Drury em igualdade numérica, assistido por Ross Colton e Brady Skjei. O Colorado ainda descontou com Lehkonen, mas foi para o vestiário perdendo por 5-1.

No terceiro tempo, a palavra de ordem foi gerenciamento. O Avalanche até descontou rapidamente com Toews (5-2), mas Stamkos logo respondeu no power play, servidos por O’Reilly e Josi. O 6-2 selou a vitória e a eficiência de Nashville nos special teams. Os Predators terminaram com 17 checks, 10 bloqueios e 12 turnovers—números que ainda querem ajustar, mas a combinação de domínio nos faceoffs e precisão no power play foi mais que suficiente. Para acompanhar próximos confrontos e estatísticas detalhadas, visite o hub da NHL no Sofascore e reveja as estatísticas dessa partida no centro da partida.

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