O Tottenham Hotspur venceu o Crystal Palace por 2 a 0 no Tottenham Hotspur Stadium em um duelo da Premier League válido pela Rodada 9, marcado por bolas paradas e pressão constante. Os anfitriões marcaram em cada tempo, ambos vindos de situações de escanteio, e raramente permitiram que o Palace respirasse no próprio terço defensivo. Com 79% de posse de bola, 34 finalizações e 20 escanteios, o ritmo foi ditado no Norte de Londres. O Crystal Palace ficou com um jogador a menos já no início e precisou confiar em uma defesa heroica e na ótima atuação de Dean Henderson para manter o placar digno. Você pode conferir a análise completa na página do jogo no Sofascore e acompanhar a Premier League durante toda a temporada.
Foi uma demonstração de domínio que saltou aos olhos e também se comprovou nas estatísticas. O Tottenham teve 79% de posse e completou 758 passes certos contra apenas 149 do Palace, mantendo os visitantes encurralados dentro de sua área. As entradas no terço final ficaram em 100 a 26, e os toques na grande área foram 67 contra 2 — um retrato fiel do palco da partida. O mapa de chutes contou a mesma história: o Spurs finalizou 34 vezes contra 2 do Palace e produziu 3,26 gols esperados (xG) contra 0,14. Os anfitriões também criaram cinco grandes chances e marcaram duas, enquanto o Palace não teve nenhuma. Quando o Tottenham errou, foi por pouco: 12 chutes para fora e um na trave.
Bolas paradas eram constantes, pois o Tottenham acumulou 20 escanteios contra zero do Palace. O ritmo intenso e a rápida recuperação da posse foram garantidos pela energia: 95 sprints contra 50 do Palace e uma distância percorrida de 112,3 km contra 103,7 km. O Crystal Palace defendeu sua área com muitos jogadores e isso ficou evidente na estatística: 47 cortes, 30 desarmes e 13 interceptações. Debaixo de pressão, os erros apareceram para os visitantes: três falhas que geraram finalizações. No gol, Henderson fez sete defesas e impediu 1,03 gol segundo o modelo do Sofascore, número que evitou um placar maior. Já o Tottenham precisou de apenas uma defesa nos 90 minutos.
O vermelho de Mateta e a abertura do placar por Gray
O ritmo do jogo mudou cedo. Jean-Philippe Mateta recebeu cartão vermelho direto aos 13 minutos após revisão do VAR, deixando o Palace com dez jogadores por mais de 75 minutos. Dali em diante, o Tottenham intensificou o cerco, transformando território em escanteios e escanteios em oportunidades. O gol saiu aos 25 minutos, novamente em bola parada. Mohammed Kudus cruzou o escanteio e Archie Gray subiu com perfeição para cabecear no canto: 1 a 0. Foi um dos oito chutes do Spurs no primeiro tempo, mas de altíssima qualidade.
O Tottenham foi para o intervalo vencendo por 1 a 0, com um xG de 0,74 a 0,04 na primeira etapa e 78% de posse. Os donos da casa já tinham conquistado seis escanteios antes do intervalo e permitiram apenas um chute no gol do Palace. Gray levou cartão amarelo aos 15 minutos e saiu no intervalo, missão cumprida após marcar com seu único chute e conquistar uma sólida Nota Sofascore de 7,4 em 45 minutos. Sem seu centroavante, o Palace ajustou o esquema e os pontas precisaram ajudar mais na marcação. Mesmo assim, Henderson e a linha defensiva conseguiram ir para o intervalo mantendo o placar apertado para o Tottenham.
Cerco após o intervalo e o gol da vitória
No segundo tempo, o cerco foi implacável. O Tottenham finalizou 26 vezes após o intervalo, conquistou mais 14 escanteios e somou 2,52 de xG na segunda etapa. Henderson fez seis defesas só nesse período, incluindo duas consideradas defesas difíceis. O Palace voltou a ser vazado aos 73 minutos, com mais um gol nascido de escanteio. Pedro Porro recuperou a bola, Mateus Fernandes fez o cruzamento preciso e Jan Paul van Hecke subiu para marcar de cabeça, ampliando para 2 a 0. O lance resumiu a tarde do Spurs: paciência nas entradas, entrega de qualidade e presença dentro da área.
O banco do Tottenham manteve o ritmo alto. Pedro Porro entrou no intervalo e registrou 49 passes, três chutes e uma Nota Sofascore de 7,8. Dejan Kulusevski trouxe fôlego novo no fim, exigindo boa defesa de Henderson em seu único arremate. Conor Gallagher também apareceu em posições ofensivas: três finalizações e 0,464 xG em 27 minutos. Na defesa, Micky van de Ven foi um líder tranquilo — completou 124 de 125 passes — enquanto Andy Robertson criou três chances e acertou quatro cruzamentos antes de sair aos 77 minutos. No fim, o Tottenham terminou com nove finalizações certas, outras 13 bloqueadas e o jogo praticamente todo disputado no terço defensivo do Palace.
MVP: Aula completa de Jan Paul van Hecke
Jan Paul van Hecke esteve em toda parte, com os números comprovando isso. Recebeu Nota Sofascore 9,2, marcou o gol decisivo e ainda acertou a trave. Com a bola, foi um metrônomo: 143 de 151 passes certos e 160 toques — ambos recordes do jogo. Também chamou atenção pelo jogo progressivo, levando a bola por 391,9 metros e acumulando 273,4 metros de progressão total — raro para um zagueiro. No terço final, deu três passes-chave e registrou 0,81 gols esperados com 1,01 xGOT, refletindo o perigo pelo alto. Ganhou quatro disputas aéreas, percorreu 10,22 km e perdeu a posse apenas nove vezes em 93 minutos, com muita compostura.
A atuação de van Hecke refletiu bem a tendência de defensores do Spurs conduzindo o time. Andy Robertson deu três passes-chave, liderou o time em assistências esperadas (0,83), somando ainda dois chutes certos e nota 8,9 Sofascore. Micky van de Ven foi quase perfeito na saída: 124 de 125 passes certos e seis duelos ganhos (nota 8,3). Mateus Fernandes também se destacou nas conexões: quatro passes-chave e 0,54 xA, enquanto Pedro Porro manteve o Palace acuado. Mas o protagonismo do jogo foi de van Hecke, dono das duas áreas e do processo de construção.
Como o jogo foi vencido: território, bolas paradas e paciência
Se você procura um resumo visual deste jogo, comece pela bandeira de escanteio. O Tottenham conquistou 20 escanteios e transformou essas entradas em ambos os gols. O primeiro veio com um cruzamento direto e cabeçada precisa de Archie Gray. O segundo surgiu da calma para recomeçar o lance e cruzamento de Fernandes para a conclusão firme de van Hecke. Esses padrões, além de 90% de acerto nos passes na fase final (372 de 413), explicam porque o Palace passou o dia todo defendendo dentro da pequena área. Os Spurs variaram bem o jogo: 10 cruzamentos certos, 12 de 18 bolas longas precisas e um passe em profundidade perfeito.
Ao seu crédito, o Palace foi guerreiro. Foram 30 desarmes vencidos com aproveitamento de 60% na partida e 71% depois do intervalo. Jaydee Canvot e Tyrick Mitchell somaram 15 cortes, Axel Disasi fez mais oito. Mas, com um a menos e pouca chance de contra-atacar, os visitantes finalizaram apenas duas vezes e fecharam o jogo com 0,14 xG. A média de Nota Sofascore do Tottenham ficou em 8,54 — reflexo claro de como a equipe controlou o jogo. Em resumo: território, paciência e bolas paradas equivaleram a três pontos.
Jogador da partida
Pela Nota Sofascore, Jan Paul van Hecke liderou com 9,2. O torcedor concordou, com van Hecke recebendo 930 dos 1773 votos. Neste jogo, a avaliação e o público escolheram o mesmo jogador.
O Tottenham Hotspur venceu o Crystal Palace por 2 a 0 no Tottenham Hotspur Stadium em um duelo da Premier League válido pela Rodada 9, marcado por bolas paradas e pressão constante. Os anfitriões marcaram em cada tempo, ambos vindos de situações de escanteio, e raramente permitiram que o Palace respirasse no próprio terço defensivo. Com 79% de posse de bola, 34 finalizações e 20 escanteios, o ritmo foi ditado no Norte de Londres. O Crystal Palace ficou com um jogador a menos já no início e precisou confiar em uma defesa heroica e na ótima atuação de Dean Henderson para manter o placar digno. Você pode conferir a análise completa na página do jogo no Sofascore e acompanhar a Premier League durante toda a temporada.
Controle nos números
Foi uma demonstração de domínio que saltou aos olhos e também se comprovou nas estatísticas. O Tottenham teve 79% de posse e completou 758 passes certos contra apenas 149 do Palace, mantendo os visitantes encurralados dentro de sua área. As entradas no terço final ficaram em 100 a 26, e os toques na grande área foram 67 contra 2 — um retrato fiel do palco da partida. O mapa de chutes contou a mesma história: o Spurs finalizou 34 vezes contra 2 do Palace e produziu 3,26 gols esperados (xG) contra 0,14. Os anfitriões também criaram cinco grandes chances e marcaram duas, enquanto o Palace não teve nenhuma. Quando o Tottenham errou, foi por pouco: 12 chutes para fora e um na trave.
Bolas paradas eram constantes, pois o Tottenham acumulou 20 escanteios contra zero do Palace. O ritmo intenso e a rápida recuperação da posse foram garantidos pela energia: 95 sprints contra 50 do Palace e uma distância percorrida de 112,3 km contra 103,7 km. O Crystal Palace defendeu sua área com muitos jogadores e isso ficou evidente na estatística: 47 cortes, 30 desarmes e 13 interceptações. Debaixo de pressão, os erros apareceram para os visitantes: três falhas que geraram finalizações. No gol, Henderson fez sete defesas e impediu 1,03 gol segundo o modelo do Sofascore, número que evitou um placar maior. Já o Tottenham precisou de apenas uma defesa nos 90 minutos.
O vermelho de Mateta e a abertura do placar por Gray
O ritmo do jogo mudou cedo. Jean-Philippe Mateta recebeu cartão vermelho direto aos 13 minutos após revisão do VAR, deixando o Palace com dez jogadores por mais de 75 minutos. Dali em diante, o Tottenham intensificou o cerco, transformando território em escanteios e escanteios em oportunidades. O gol saiu aos 25 minutos, novamente em bola parada. Mohammed Kudus cruzou o escanteio e Archie Gray subiu com perfeição para cabecear no canto: 1 a 0. Foi um dos oito chutes do Spurs no primeiro tempo, mas de altíssima qualidade.
O Tottenham foi para o intervalo vencendo por 1 a 0, com um xG de 0,74 a 0,04 na primeira etapa e 78% de posse. Os donos da casa já tinham conquistado seis escanteios antes do intervalo e permitiram apenas um chute no gol do Palace. Gray levou cartão amarelo aos 15 minutos e saiu no intervalo, missão cumprida após marcar com seu único chute e conquistar uma sólida Nota Sofascore de 7,4 em 45 minutos. Sem seu centroavante, o Palace ajustou o esquema e os pontas precisaram ajudar mais na marcação. Mesmo assim, Henderson e a linha defensiva conseguiram ir para o intervalo mantendo o placar apertado para o Tottenham.
Cerco após o intervalo e o gol da vitória
No segundo tempo, o cerco foi implacável. O Tottenham finalizou 26 vezes após o intervalo, conquistou mais 14 escanteios e somou 2,52 de xG na segunda etapa. Henderson fez seis defesas só nesse período, incluindo duas consideradas defesas difíceis. O Palace voltou a ser vazado aos 73 minutos, com mais um gol nascido de escanteio. Pedro Porro recuperou a bola, Mateus Fernandes fez o cruzamento preciso e Jan Paul van Hecke subiu para marcar de cabeça, ampliando para 2 a 0. O lance resumiu a tarde do Spurs: paciência nas entradas, entrega de qualidade e presença dentro da área.
O banco do Tottenham manteve o ritmo alto. Pedro Porro entrou no intervalo e registrou 49 passes, três chutes e uma Nota Sofascore de 7,8. Dejan Kulusevski trouxe fôlego novo no fim, exigindo boa defesa de Henderson em seu único arremate. Conor Gallagher também apareceu em posições ofensivas: três finalizações e 0,464 xG em 27 minutos. Na defesa, Micky van de Ven foi um líder tranquilo — completou 124 de 125 passes — enquanto Andy Robertson criou três chances e acertou quatro cruzamentos antes de sair aos 77 minutos. No fim, o Tottenham terminou com nove finalizações certas, outras 13 bloqueadas e o jogo praticamente todo disputado no terço defensivo do Palace.
MVP: Aula completa de Jan Paul van Hecke
Jan Paul van Hecke esteve em toda parte, com os números comprovando isso. Recebeu Nota Sofascore 9,2, marcou o gol decisivo e ainda acertou a trave. Com a bola, foi um metrônomo: 143 de 151 passes certos e 160 toques — ambos recordes do jogo. Também chamou atenção pelo jogo progressivo, levando a bola por 391,9 metros e acumulando 273,4 metros de progressão total — raro para um zagueiro. No terço final, deu três passes-chave e registrou 0,81 gols esperados com 1,01 xGOT, refletindo o perigo pelo alto. Ganhou quatro disputas aéreas, percorreu 10,22 km e perdeu a posse apenas nove vezes em 93 minutos, com muita compostura.
A atuação de van Hecke refletiu bem a tendência de defensores do Spurs conduzindo o time. Andy Robertson deu três passes-chave, liderou o time em assistências esperadas (0,83), somando ainda dois chutes certos e nota 8,9 Sofascore. Micky van de Ven foi quase perfeito na saída: 124 de 125 passes certos e seis duelos ganhos (nota 8,3). Mateus Fernandes também se destacou nas conexões: quatro passes-chave e 0,54 xA, enquanto Pedro Porro manteve o Palace acuado. Mas o protagonismo do jogo foi de van Hecke, dono das duas áreas e do processo de construção.
Como o jogo foi vencido: território, bolas paradas e paciência
Se você procura um resumo visual deste jogo, comece pela bandeira de escanteio. O Tottenham conquistou 20 escanteios e transformou essas entradas em ambos os gols. O primeiro veio com um cruzamento direto e cabeçada precisa de Archie Gray. O segundo surgiu da calma para recomeçar o lance e cruzamento de Fernandes para a conclusão firme de van Hecke. Esses padrões, além de 90% de acerto nos passes na fase final (372 de 413), explicam porque o Palace passou o dia todo defendendo dentro da pequena área. Os Spurs variaram bem o jogo: 10 cruzamentos certos, 12 de 18 bolas longas precisas e um passe em profundidade perfeito.
Ao seu crédito, o Palace foi guerreiro. Foram 30 desarmes vencidos com aproveitamento de 60% na partida e 71% depois do intervalo. Jaydee Canvot e Tyrick Mitchell somaram 15 cortes, Axel Disasi fez mais oito. Mas, com um a menos e pouca chance de contra-atacar, os visitantes finalizaram apenas duas vezes e fecharam o jogo com 0,14 xG. A média de Nota Sofascore do Tottenham ficou em 8,54 — reflexo claro de como a equipe controlou o jogo. Em resumo: território, paciência e bolas paradas equivaleram a três pontos.
Jogador da partida
Pela Nota Sofascore, Jan Paul van Hecke liderou com 9,2. O torcedor concordou, com van Hecke recebendo 930 dos 1773 votos. Neste jogo, a avaliação e o público escolheram o mesmo jogador.