Utah Jazz domina Thunder por 103-69 na NBA Summer League: arremessos, rebotes e equilíbrio em Salt Lake City

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6 de ago. de 2026Utah Jazz domina Thunder por 103-69 na NBA Summer League: arremessos, rebotes e equilíbrio em Salt Lake City

Utah Jazz abriu sua campanha na NBA Summer League com uma vitória contundente de 103-69 sobre o Oklahoma City Thunder, no Jon M. Huntsman Center, em Salt Lake City. Os anfitriões construíram um placar de 30-16 no primeiro quarto e mantiveram o controle em todos os períodos até alcançar uma margem de 34 pontos. Os números contam a história. Utah acertou 52% dos arremessos, dominou os rebotes e distribuiu bem a bola. Oklahoma City não conseguiu encontrar ritmo nos arremessos de três e teve dificuldades para criar boas oportunidades no garrafão.
A Sofascore trouxe todo o lance a lance e o box score enquanto os Jazz lideraram por 37 minutos e 20 segundos, alcançando a maior vantagem de 37 pontos. Para quem gosta de basquete com organização, Utah entregou isso. Perfil de arremessos, rebotes e defesa estiveram alinhados, e o resultado veio naturalmente.
Os arremessos resumiram a história
Utah terminou a partida acertando 44 de 85 arremessos, com 52%, enquanto Oklahoma City converteu 30 de 85, com 35%. Os Jazz foram fortes no garrafão, acertando 31 de 55 em bolas de dois pontos (56%), o que trouxe equilíbrio no jogo de meia quadra. Também acertaram bolas importantes de três, convertendo 13 de 30, para 43%, mantendo a quadra espaçada. O Thunder não conseguiu esse equilíbrio: converteu 21 de 51 em dois pontos (41%) e 9 de 34 em três pontos (26%).
No primeiro intervalo, Utah já tinha 30 pontos, impulsionado pelos arremessos de Eric Dixon e Max Abmas. Blake Hinson contribuiu com bolas de longa distância e os anfitriões não olharam para trás. Confiança no arremesso conta muito na Summer League, e Utah simplificou. Infiltrações, passes para fora e decisões rápidas geraram ótimas oportunidades. Oklahoma City precisou de uma sequência quente, mas a diferença de percentual só aumentou no segundo tempo.
Domínio nos rebotes e nas segundas chances
Os Jazz venceram a batalha dos rebotes por 51 a 33, tirando o drama do final. O rebote defensivo foi decisivo, com Utah pegando 38 contra 22 do OKC — encerrando posses e alimentando o contra-ataque. Nos rebotes ofensivos, Utah também levou a melhor: 13 a 11, somando pontos de bonificação e oportunidades extras. Essa vantagem pode parecer pequena, mas se soma ao restante dos fatores.
Jonas Aidoo ancorou o esforço com 14 rebotes, 11 deles na defesa, e Jaxon Kohler colaborou com nove. Micah Handlogten entrou e manteve o padrão, acrescentando mais cinco em minutos limitados. Pelo Thunder, Brooks Barnhizer lutou para alcançar 10 rebotes, quatro ofensivos, mas a diferença seguiu grande. Quando se vence nos rebotes por 18, sua defesa respira e seus arremessadores ficam mais tranquilos. Utah fez as duas coisas.
Playmaking, defesa e energia
A movimentação de bola diferenciou as equipes. Utah conseguiu 27 assistências contra 15 de Oklahoma City, com armadores encontrando pivôs em movimento e arremessadores esperando livres. Os Jazz também protegeram bem a bola, com 14 desperdícios contra 16 do OKC, garantindo mais arremessos e menos erros que viram contra-ataques. Os roubos de bola foram 13 a 9 para Utah e os tocos ficaram em 7 a 4, mais um sinal de energia e tamanho do time.
Os números do empenho também apareceram: a maior sequência de pontos de Utah foi de 12, enquanto a melhor do OKC ficou em 8. As faltas ficaram equilibradas, 16 para Utah e 17 para Oklahoma City, sem influenciar a disputa. O lance livre quase não fez diferença: Utah acertou 2 de 3, e OKC sequer foi para a linha. O jogo foi limpo, rápido, e Utah venceu nos detalhes que decidem confrontos assim.
Destaques do box score
Jonas Aidoo foi o grande nome da partida. Ele marcou 16 pontos acertando 7 de 8 arremessos, pegou 14 rebotes e distribuiu 4 tocos, incluindo uma rara bola de três. Matthew Cleveland trouxe energia nos dois lados da quadra, com 15 pontos, 5 rebotes e 3 roubos, convertendo 3 de 4 bolas do perímetro. Max Abmas somou 15 pontos e 6 assistências, acertando 3 de 6 de três e controlando o ritmo nos momentos necessários.
O banco também foi fundamental. Bez Mbeng contribuiu com 9 pontos, 7 assistências e 3 roubos em apenas cinco tentativas de arremesso, terminando com o melhor plus-minus do time, +42. Hayden Gray fez 12 pontos e 5 assistências com 4 de 6 nos arremessos, fechando com +38. Eric Dixon marcou 11 e pegou 7 rebotes, enquanto Justin Harmon anotou 11 pontos, 6 rebotes e 2 tocos. A rotação de Utah se encaixou: tinha tamanho no garrafão, arremessos nas alas e vários armadores tomando boas decisões.
Pontos positivos do Thunder
Josh Dix liderou Oklahoma City com 16 pontos em ótima eficiência, acertando 6 de 9 arremessos, sendo 4 de 6 nas bolas de três. Steven Ashworth igualou com 16 pontos e converteu 4 de 5 do perímetro, trazendo o espaçamento que o Thunder precisava. Barnhizer fez duplo-duplo com 15 pontos e 10 rebotes, enfrentando uma noite dura no garrafão. Anthony Pritchard e Bryce Thompson também tiveram seus momentos dentro do garrafão.
O problema foi volume e apoio. Vários arremessadores da rotação não acertaram de fora, deixando o garrafão congestionado e as investidas contestadas. Oklahoma City fechou com 15 assistências, reflexo da dificuldade em criar boas chances diante do tamanho de Utah. Com 26% de aproveitamento nas bolas de três e 41% nos arremessos de dois, o ataque precisaria ser perfeito em outros fundamentos, e Utah não permitiu isso. O Thunder pode ter gostado da qualidade dos arremessos em seus melhores momentos, e vai buscar mais deles nos primeiros quartos.
Como foi o jogo por quartos
O 30-16 de Utah no primeiro quarto definiu o ritmo e a tranquilidade dos donos da casa. Os Jazz misturaram infiltrações no garrafão com bolas de três após pick-and-pop e fecharam o período dominando os rebotes. O segundo quarto foi mais equilibrado (23-21), mas Oklahoma City seguiu com dificuldade para segurar a sequência do adversário. Utah foi ao intervalo vencendo por 53-37, com pontuação balanceada em toda a rotação. Os números já eram decisivos, especialmente nos rebotes e no aproveitamento dos arremessos.
O terceiro quarto definiu a noite. Utah venceu por 26-15, passou da barreira dos 20 pontos de vantagem e administrou o placar no restante do jogo. No quarto período, fechou 24-17 e atingiu os 100 pontos já nos minutos finais, com o banco mantendo o padrão. A maior diferença do jogo chegou a 37 e Utah raramente foi ameaçado: passou apenas 1 minuto e 53 segundos atrás no placar em toda a partida. Se você acompanha o Momento de ataque na Sofascore, o gráfico ficaria estável, depois íngreme e, por fim, tranquilo.
Essa atuação foi um verdadeiro manual para Summer League. Utah priorizou a defesa, dominou os rebotes e permitiu que os arremessos viessem das melhores zonas. Oklahoma City teve dois armadores certeiros do perímetro e um ala forte no rebote, o que são bons sinais para a semana. Para acompanhar o lance a lance, estatísticas e próximos jogos, acesse a Sofascore. O box score da aplicação e a Nota Sofascore oferecem um resumo rápido de quem comandou o resultado e de que forma.
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A Sofascore trouxe todo o lance a lance e o box score enquanto os Jazz lideraram por 37 minutos e 20 segundos, alcançando a maior vantagem de 37 pontos. Para quem gosta de basquete com organização, Utah entregou isso. Perfil de arremessos, rebotes e defesa estiveram alinhados, e o resultado veio naturalmente.
Os arremessos resumiram a história
Utah terminou a partida acertando 44 de 85 arremessos, com 52%, enquanto Oklahoma City converteu 30 de 85, com 35%. Os Jazz foram fortes no garrafão, acertando 31 de 55 em bolas de dois pontos (56%), o que trouxe equilíbrio no jogo de meia quadra. Também acertaram bolas importantes de três, convertendo 13 de 30, para 43%, mantendo a quadra espaçada. O Thunder não conseguiu esse equilíbrio: converteu 21 de 51 em dois pontos (41%) e 9 de 34 em três pontos (26%).
No primeiro intervalo, Utah já tinha 30 pontos, impulsionado pelos arremessos de Eric Dixon e Max Abmas. Blake Hinson contribuiu com bolas de longa distância e os anfitriões não olharam para trás. Confiança no arremesso conta muito na Summer League, e Utah simplificou. Infiltrações, passes para fora e decisões rápidas geraram ótimas oportunidades. Oklahoma City precisou de uma sequência quente, mas a diferença de percentual só aumentou no segundo tempo.
Domínio nos rebotes e nas segundas chances
Os Jazz venceram a batalha dos rebotes por 51 a 33, tirando o drama do final. O rebote defensivo foi decisivo, com Utah pegando 38 contra 22 do OKC — encerrando posses e alimentando o contra-ataque. Nos rebotes ofensivos, Utah também levou a melhor: 13 a 11, somando pontos de bonificação e oportunidades extras. Essa vantagem pode parecer pequena, mas se soma ao restante dos fatores.
Jonas Aidoo ancorou o esforço com 14 rebotes, 11 deles na defesa, e Jaxon Kohler colaborou com nove. Micah Handlogten entrou e manteve o padrão, acrescentando mais cinco em minutos limitados. Pelo Thunder, Brooks Barnhizer lutou para alcançar 10 rebotes, quatro ofensivos, mas a diferença seguiu grande. Quando se vence nos rebotes por 18, sua defesa respira e seus arremessadores ficam mais tranquilos. Utah fez as duas coisas.
Playmaking, defesa e energia
A movimentação de bola diferenciou as equipes. Utah conseguiu 27 assistências contra 15 de Oklahoma City, com armadores encontrando pivôs em movimento e arremessadores esperando livres. Os Jazz também protegeram bem a bola, com 14 desperdícios contra 16 do OKC, garantindo mais arremessos e menos erros que viram contra-ataques. Os roubos de bola foram 13 a 9 para Utah e os tocos ficaram em 7 a 4, mais um sinal de energia e tamanho do time.
Os números do empenho também apareceram: a maior sequência de pontos de Utah foi de 12, enquanto a melhor do OKC ficou em 8. As faltas ficaram equilibradas, 16 para Utah e 17 para Oklahoma City, sem influenciar a disputa. O lance livre quase não fez diferença: Utah acertou 2 de 3, e OKC sequer foi para a linha. O jogo foi limpo, rápido, e Utah venceu nos detalhes que decidem confrontos assim.
Destaques do box score
Jonas Aidoo foi o grande nome da partida. Ele marcou 16 pontos acertando 7 de 8 arremessos, pegou 14 rebotes e distribuiu 4 tocos, incluindo uma rara bola de três. Matthew Cleveland trouxe energia nos dois lados da quadra, com 15 pontos, 5 rebotes e 3 roubos, convertendo 3 de 4 bolas do perímetro. Max Abmas somou 15 pontos e 6 assistências, acertando 3 de 6 de três e controlando o ritmo nos momentos necessários.
O banco também foi fundamental. Bez Mbeng contribuiu com 9 pontos, 7 assistências e 3 roubos em apenas cinco tentativas de arremesso, terminando com o melhor plus-minus do time, +42. Hayden Gray fez 12 pontos e 5 assistências com 4 de 6 nos arremessos, fechando com +38. Eric Dixon marcou 11 e pegou 7 rebotes, enquanto Justin Harmon anotou 11 pontos, 6 rebotes e 2 tocos. A rotação de Utah se encaixou: tinha tamanho no garrafão, arremessos nas alas e vários armadores tomando boas decisões.
Pontos positivos do Thunder
Josh Dix liderou Oklahoma City com 16 pontos em ótima eficiência, acertando 6 de 9 arremessos, sendo 4 de 6 nas bolas de três. Steven Ashworth igualou com 16 pontos e converteu 4 de 5 do perímetro, trazendo o espaçamento que o Thunder precisava. Barnhizer fez duplo-duplo com 15 pontos e 10 rebotes, enfrentando uma noite dura no garrafão. Anthony Pritchard e Bryce Thompson também tiveram seus momentos dentro do garrafão.
O problema foi volume e apoio. Vários arremessadores da rotação não acertaram de fora, deixando o garrafão congestionado e as investidas contestadas. Oklahoma City fechou com 15 assistências, reflexo da dificuldade em criar boas chances diante do tamanho de Utah. Com 26% de aproveitamento nas bolas de três e 41% nos arremessos de dois, o ataque precisaria ser perfeito em outros fundamentos, e Utah não permitiu isso. O Thunder pode ter gostado da qualidade dos arremessos em seus melhores momentos, e vai buscar mais deles nos primeiros quartos.
Como foi o jogo por quartos
O 30-16 de Utah no primeiro quarto definiu o ritmo e a tranquilidade dos donos da casa. Os Jazz misturaram infiltrações no garrafão com bolas de três após pick-and-pop e fecharam o período dominando os rebotes. O segundo quarto foi mais equilibrado (23-21), mas Oklahoma City seguiu com dificuldade para segurar a sequência do adversário. Utah foi ao intervalo vencendo por 53-37, com pontuação balanceada em toda a rotação. Os números já eram decisivos, especialmente nos rebotes e no aproveitamento dos arremessos.
O terceiro quarto definiu a noite. Utah venceu por 26-15, passou da barreira dos 20 pontos de vantagem e administrou o placar no restante do jogo. No quarto período, fechou 24-17 e atingiu os 100 pontos já nos minutos finais, com o banco mantendo o padrão. A maior diferença do jogo chegou a 37 e Utah raramente foi ameaçado: passou apenas 1 minuto e 53 segundos atrás no placar em toda a partida. Se você acompanha o Momento de ataque na Sofascore, o gráfico ficaria estável, depois íngreme e, por fim, tranquilo.
Essa atuação foi um verdadeiro manual para Summer League. Utah priorizou a defesa, dominou os rebotes e permitiu que os arremessos viessem das melhores zonas. Oklahoma City teve dois armadores certeiros do perímetro e um ala forte no rebote, o que são bons sinais para a semana. Para acompanhar o lance a lance, estatísticas e próximos jogos, acesse a Sofascore. O box score da aplicação e a Nota Sofascore oferecem um resumo rápido de quem comandou o resultado e de que forma.