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Minnesota abriu sua campanha na NHL 26/27 com uma vitória tranquila e controlada por 4-2 sobre o Vegas Golden Knights no Xcel Energy Center. Um público de 17.566 pessoas viu o Wild abrir três gols de vantagem ainda no primeiro período e administrar a pressão até o fim. Os chutes a gol terminaram em 28-23 para os anfitriões, com a diferença crucial surgindo nos times especiais. Minnesota converteu 1/1 no power play, enquanto Vegas ficou em 0/5. Essa única conversão, somada a um gol com o goleiro adversário retirado no fim, fizeram a diferença. No Sofascore, você pode mergulhar no box score completo, nas divisões em gelo e conferir a Nota Sofascore de cada jogador à medida que o jogo acontecia.
Início avassalador dita o ritmo
Minnesota fez seu melhor trabalho no início. Matt Boldy abriu o placar aos 12:00, concluindo uma bela jogada iniciada por Quinn Hughes e Olli Maatta. Maxim Shabanov dobrou a vantagem no power play aos 15:32 após uma punição de Dylan Coghlan por tripping, com Hughes anotando sua segunda assistência. Danila Yurov fez 3-0 aos 17:00 em situação de força igual, com assistências de Bobby Brink e Rieger Lorenz. No fim do primeiro período, os chutes estavam 10-6 e os faceoffs 62% para o Wild, uma combinação favorável quando você já tem três no placar.
O período foi marcado por lances duros. Yurov foi penalizado por hooking aos 7:42, depois Jesper Wallstedt pegou um tripping aos 19:14 que Lorenz cumpriu. Vegas usou o físico, liderando nas trombadas por 9-5, mas foi a qualidade dos chutes de Minnesota que contou mais. Oito bloqueios para o Wild contra seis dos Knights ajudaram a segurar a vantagem até o apito. O Wild só cometeu quatro turnovers contra um dos Knights, mas o estrago já estava feito no placar.
Segundo período: Knights reagem, mas Wild controla o ritmo
Vegas diminuiu aos 23:37 com Rasmus Andersson, assistido por Tomas Hertl e Raphael Lavoie. Esse gol coroou o melhor momento 5-contra-5 dos Knights na parte central do jogo. Mesmo assim, Minnesota comandou a maioria dos números no segundo tempo. Os chutes ficaram 12-5 para o Wild e as trombadas, 7-3. Os patinadores de Minnesota tiveram vantagem de 5-0 nos bloqueios do período e 4-0 em roubadas de disco, mantendo ao mínimo as investidas prolongadas de Vegas.
Os faceoffs, porém, penderam claramente para os Knights: 77% no período, um sinal de maior estabilidade dos visitantes. Minnesota cometeu a única penalidade do período, com Blake Coleman punido por slashing aos 32:14, mas o penalty kill continuou perfeito. Já a porcentagem de chutes certos em igualdade numérica no segundo terminou 0/7 para Minnesota e 1/4 para Vegas, mostrando como a eficiência pode inverter o roteiro do período. Ainda assim, com a vantagem reduzida para 3-1 e os anfitriões ganhando o domínio territorial, o Wild foi para o terceiro período em posição sólida.
Terceiro período: pressão de Vegas esbarra em boa gestão do jogo
Os visitantes aumentaram o ritmo com vantagem de 12-6 nos chutes no terceiro. Uma briga geral aos 43:36 para Lorenz e Jeremy Lauzon esquentou o jogo. Vegas então encostou no marcador aos 50: (tempo oficial 50:00), quando William Karlsson marcou após passes de Mitch Marner e Brett Howden. Com tempo no relógio e os Knights embalados, a atmosfera ficou tensa.
Minnesota resistiu à pressão com organização. O Wild teve vantagem de 2-7 em turnovers no período, um número baixo considerando a pressão adversária. Os bloqueios favoreceram Vegas, 10-6, mas o Wild foi seletivo ao fechar os espaços de chute e cuidadoso nas saídas. Uma penalidade de Blake Coleman por tripping aos 59:05 deu a Vegas uma última esperança, mas o Wild fechou a conta no outro lado. Joel Eriksson Ek confirmou o 4-2 com gol no empty net aos 59: , com assistência de Kirill Kaprizov. Os faceoffs ficaram empatados em 50-50 no terceiro, suficiente para os donos da casa protegerem a vantagem até o fim.
Times especiais e goleiros decidiram o placar
O resultado foi definido nos detalhes. Minnesota terminou com 1/1 no power play e 5/5 no penalty kill. Em situações 5-contra-4, o Wild converteu 1/1, enquanto os Knights ficaram em 0/5. Essa vantagem nos times especiais definiu a noite, principalmente com Vegas tendo quatro superioridades numéricas só no terceiro período. A eficiência nos chutes em igualdade numérica favoreceu levemente Minnesota: 3/20 (15%) contra 2/18 (11%) de Vegas.
No gol, Jesper Wallstedt fez 21 defesas, com uma taxa de .913, incluindo 5/5 perfeito no penalty kill. Carter Hart defendeu 24 de 27 (.889), cedendo o único gol em power play. O esforço defensivo em equipe ficou claro nos bloqueios: 19 para Minnesota e 16 para Vegas. As roubadas de disco terminaram 6-3 para o Wild, mais uma pequena vantagem que impediu finalizações dos Knights pelo slot. Os números avançados reforçaram a tendência: Minnesota liderou no Corsi (51,1%) e Fenwick (57,1%), e a média de distância dos chutes das duas equipes foi igual: 10,2. Em resumo, o Wild criou mais volume não bloqueado e converteu a única chance nos times especiais.
Destaques da noite e jogadores que brilharam
Matt Boldy ficou com o prêmio de Primeira Estrela pelo gol inaugural e o +2 em 19:34 no gelo, armando o tom do dominante primeiro período. Jesper Wallstedt recebeu a Segunda Estrela pelo trabalho seguro e pelo aproveitamento perfeito no penalty kill. Kirill Kaprizov foi o Terceiro Destaque, dando assistência no gol que sacramentou a vitória e registrando nove tentativas, sendo quatro no alvo. Quinn Hughes coordenou silenciosamente o ataque da linha azul, com duas assistências — uma delas no power play — além de um bloqueio e uma roubada. Olli Maatta colaborou com assistência em igualdade e liderou Minnesota em bloqueios, com quatro.
Joel Eriksson Ek decretou o fim ao marcar no empty net e venceu 52,9% dos seus faceoffs, tendo o melhor saldo do time (+2), ao lado de Boldy. O gol de Danila Yurov no primeiro período acabou como o da vitória, mesmo com quatro minutos de punição em sua ficha. Do lado de Vegas, William Karlsson marcou e dominou os faceoffs com 78,6% em 14 disputas. O gol de Andersson no segundo deu fôlego aos Knights, com Marner e Hertl contribuindo com assistências. Noah Hanifin liderou Vegas em bloqueios, também com quatro. Para outras análises jogo a jogo e conferir ao vivo a Nota Sofascore de cada atleta, acesse o aplicativo Sofascore e siga a página da NHL.
O que revela este resultado
O 3-0 de Minnesota no primeiro período deu ao time toda a margem necessária. A partir daí, o Wild geriu os riscos, venceu a batalha dos times especiais e contou com uma atuação segura no gol. Vegas reagiu no fim e dominou a posse em faceoffs em partes do segundo e terceiro períodos, mas o 0/5 nas superioridades numéricas foi obstáculo demais. Os Knights também terminaram com mais trombadas e tempo de ataque no fim, mas encontraram uma defesa do Wild bem compacta no penalty kill e um goleiro em ótima fase.
Os números contam uma história simples. Minnesota liderou em chutes (28-23), controlou as tentativas sem bloqueio e bloqueou mais arremessos. O Wild marcou o único gol em power play da noite. Apesar de Vegas ganhar no total de faceoffs (52-48), a eficiência inicial dos anfitriões e o desempenho impecável nos times especiais garantiram os dois pontos. Foi uma vitória profissional e segura no Xcel Energy Center, com uma dose de precisão nos momentos decisivos.
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Os faceoffs, porém, penderam claramente para os Knights: 77% no período, um sinal de maior estabilidade dos visitantes. Minnesota cometeu a única penalidade do período, com Blake Coleman punido por slashing aos 32:14, mas o penalty kill continuou perfeito. Já a porcentagem de chutes certos em igualdade numérica no segundo terminou 0/7 para Minnesota e 1/4 para Vegas, mostrando como a eficiência pode inverter o roteiro do período. Ainda assim, com a vantagem reduzida para 3-1 e os anfitriões ganhando o domínio territorial, o Wild foi para o terceiro período em posição sólida.
Terceiro período: pressão de Vegas esbarra em boa gestão do jogo
Os visitantes aumentaram o ritmo com vantagem de 12-6 nos chutes no terceiro. Uma briga geral aos 43:36 para Lorenz e Jeremy Lauzon esquentou o jogo. Vegas então encostou no marcador aos 50: (tempo oficial 50:00), quando William Karlsson marcou após passes de Mitch Marner e Brett Howden. Com tempo no relógio e os Knights embalados, a atmosfera ficou tensa.
Minnesota resistiu à pressão com organização. O Wild teve vantagem de 2-7 em turnovers no período, um número baixo considerando a pressão adversária. Os bloqueios favoreceram Vegas, 10-6, mas o Wild foi seletivo ao fechar os espaços de chute e cuidadoso nas saídas. Uma penalidade de Blake Coleman por tripping aos 59:05 deu a Vegas uma última esperança, mas o Wild fechou a conta no outro lado. Joel Eriksson Ek confirmou o 4-2 com gol no empty net aos 59: , com assistência de Kirill Kaprizov. Os faceoffs ficaram empatados em 50-50 no terceiro, suficiente para os donos da casa protegerem a vantagem até o fim.
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No gol, Jesper Wallstedt fez 21 defesas, com uma taxa de .913, incluindo 5/5 perfeito no penalty kill. Carter Hart defendeu 24 de 27 (.889), cedendo o único gol em power play. O esforço defensivo em equipe ficou claro nos bloqueios: 19 para Minnesota e 16 para Vegas. As roubadas de disco terminaram 6-3 para o Wild, mais uma pequena vantagem que impediu finalizações dos Knights pelo slot. Os números avançados reforçaram a tendência: Minnesota liderou no Corsi (51,1%) e Fenwick (57,1%), e a média de distância dos chutes das duas equipes foi igual: 10,2. Em resumo, o Wild criou mais volume não bloqueado e converteu a única chance nos times especiais.
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Os números contam uma história simples. Minnesota liderou em chutes (28-23), controlou as tentativas sem bloqueio e bloqueou mais arremessos. O Wild marcou o único gol em power play da noite. Apesar de Vegas ganhar no total de faceoffs (52-48), a eficiência inicial dos anfitriões e o desempenho impecável nos times especiais garantiram os dois pontos. Foi uma vitória profissional e segura no Xcel Energy Center, com uma dose de precisão nos momentos decisivos.