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Nottingham Forest saiu do Villa Park com os três pontos após uma vitória por 2 a 1 sobre o Aston Villa na Premier League. Liam Delap abriu o placar segundos após o intervalo, Alysson empatou de cabeça para o Villa após escanteio, e o reserva Igor Jesus marcou no fim para decidir o confronto. O Forest mostrou maior volume de finalizações, cruzamentos mais precisos e melhor trabalho sem a bola, o que fez a diferença no final.
Se você quiser uma análise completa dos dados, a página da partida no Sofascore tem todos os lances e oportunidades registrados, e o hub da Premier League contextualiza esse resultado dentro da rodada.
Como foi o jogo no Villa Park
Após um primeiro tempo equilibrado, em que o Villa teve leve vantagem em posse de bola e xG, o Forest aplicou o primeiro golpe logo após o reinício. Aos 46 minutos, Murillo interceptou e lançou Delap, que finalizou rasteiro no canto oposto para fazer 0-1. O Villa respondeu em jogada de bola parada aos 74 minutos, quando John McGinn cobrou escanteio preciso e Alysson cabeceou para dentro, junto à trave. Com o Villa Park buscando a vitória no final, foi o Forest quem encontrou o momento decisivo.
Pelo lado direito, os visitantes construíram bem o gol aos 88 minutos. Daniel Muñoz e Morgan Gibbs-White participaram da jogada antes de o capitão acionar Igor Jesus com um passe curto; o atacante finalizou de direita, rasteiro no canto esquerdo do gol. O árbitro Andy Madley comandou um segundo tempo agitado, com vários cartões à medida que o ritmo aumentou. O Forest então administrou bem os minutos finais, utilizando jogadores descansados e afastando o perigo para assegurar a vitória.
Estatísticas que favoreceram o Forest
O Forest criou mais e finalizou mais vezes, e esse volume acabou aparecendo no placar. Os visitantes arriscaram 22 chutes contra 7 do Villa e lideraram o xG por 1,92 a 0,82. Foram especialmente produtivos no segundo tempo, superando o Villa em finalizações por 17 a 3 e com xG de 1,61 a 0,18. O domínio veio também pelo território, com o Forest anotando 32 toques na área contra 18 do Villa.
A qualidade nos cruzamentos também fez diferença. O Forest completou 9 de 15, com 60 por cento de acerto, enquanto o Villa acertou 3 de 15, apenas 20 por cento. Os visitantes também progrediram melhor a bola nos momentos decisivos, acertando 86 de 105 passes no terço final (82 por cento), contra 80 de 125 do Villa (64 por cento). Correram mais – 115,6 km ante 108,7 km –, deram mais sprints (115 a 97) e tiveram 65 por cento de sucesso nos desarmes, contra 41 por cento do Villa. Mesmo com menos posse geral, o Forest foi mais eficiente em suas ações.
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Após um primeiro tempo equilibrado, em que o Villa teve leve vantagem em posse de bola e xG, o Forest aplicou o primeiro golpe logo após o reinício. Aos 46 minutos, Murillo interceptou e lançou Delap, que finalizou rasteiro no canto oposto para fazer 0-1. O Villa respondeu em jogada de bola parada aos 74 minutos, quando John McGinn cobrou escanteio preciso e Alysson cabeceou para dentro, junto à trave. Com o Villa Park buscando a vitória no final, foi o Forest quem encontrou o momento decisivo.
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Estatísticas que favoreceram o Forest
O Forest criou mais e finalizou mais vezes, e esse volume acabou aparecendo no placar. Os visitantes arriscaram 22 chutes contra 7 do Villa e lideraram o xG por 1,92 a 0,82. Foram especialmente produtivos no segundo tempo, superando o Villa em finalizações por 17 a 3 e com xG de 1,61 a 0,18. O domínio veio também pelo território, com o Forest anotando 32 toques na área contra 18 do Villa.
A qualidade nos cruzamentos também fez diferença. O Forest completou 9 de 15, com 60 por cento de acerto, enquanto o Villa acertou 3 de 15, apenas 20 por cento. Os visitantes também progrediram melhor a bola nos momentos decisivos, acertando 86 de 105 passes no terço final (82 por cento), contra 80 de 125 do Villa (64 por cento). Correram mais – 115,6 km ante 108,7 km –, deram mais sprints (115 a 97) e tiveram 65 por cento de sucesso nos desarmes, contra 41 por cento do Villa. Mesmo com menos posse geral, o Forest foi mais eficiente em suas ações.
Momentos de brilho do Villa e as falhas decisivas
O Villa começou bem e controlou o primeiro tempo com 63 por cento de posse e uma vantagem de 0,64 no xG. Conquistou 5 escanteios nos 45 minutos iniciais (6 no total), transformando um deles no gol de empate de Alysson após cruzamento preciso de McGinn. Zion Suzuki também manteve o Villa no jogo com 5 defesas e 0,48 gols evitados. O time de Unai Emery entrou no terço final 59 vezes, contra 46 do Forest, e completou 341 passes certos, ante 308 do adversário.
Mas o segundo tempo foi desfavorável. Sofrer um gol cedo forçou o time a buscar o empate, e o Forest se destacou nos contra-ataques e nas jogadas de qualidade pelos lados. A precisão nos cruzamentos e lançamentos do Villa ficou abaixo do esperado, e as 37 rebatidas do Forest anularam constantemente a pressão dos anfitriões. Lesões também atrapalharam, com Pau Torres deixando o campo cedo e Ian Maatsen também substituído mais tarde. Dois amarelos para o time da casa, contra cinco dos visitantes, mostram como o Forest interrompeu o ritmo com seguidas paradas, aproveitando o espaço quando ele finalmente apareceu.
MVP: Atuação completa de Daniel Muñoz pela direita
Pela Nota Sofascore, Daniel Muñoz foi o destaque da partida com 8.0. Ele cumpriu um papel completo pelo lado, apoiando a criação e protegendo a defesa durante os 90 minutos. Muñoz completou 34 de 37 passes, criou 5 chances e acertou 3 de 4 cruzamentos. Além disso, fez 4 desarmes (3 vencidos), recuperou 4 bolas e venceu 7 duelos.
O colombiano percorreu 11,34 km, deu 19 sprints e fez o Forest avançar com 10 conduções e boa progressão. Seu xA de 0,17 mostra a qualidade no serviço, e ele ainda registrou um chute no alvo. Foi peça-chave no lado direito, ao lado de Morgan Gibbs-White, na jogada do gol da vitória de Igor Jesus. Num dia em que o Forest precisava de precisão e equilíbrio pelos lados, Muñoz ofereceu ambos. Logo atrás entre os visitantes vieram Matz Sels e Xaver Schlager, ambos com 7.5, enquanto Gibbs-White tirou 7.4, com 7 passes decisivos e assistência para o gol decisivo aos 88.
Goleiros, cartões e controle do jogo
Ambos os goleiros terminaram com 5 defesas, mas os números mostram cenários distintos. Os 0,48 gols evitados por Suzuki mantiveram o Villa no jogo diante da pressão do Forest no segundo tempo, incluindo 4 defesas dentro da área. Sels igualou nas intervenções, somou 2 socos na bola e lidou com a pressão do Villa nos minutos finais, quando os cruzamentos se multiplicaram. Na defesa, o Forest apostou no volume, terminando com 37 rebatidas contra 12 do Villa e 47 recuperações de bola contra 34.
Os cartões também influenciaram o ritmo e pontos de pressão. O Forest recebeu cinco amarelos – para Murillo, Dan Ndoye, Liam Delap, James McAtee e Xaver Schlager – mas mesmo assim ditou os lances decisivos. Do lado do Villa, Nicolas Jackson e Tyrone Mings foram advertidos em um segundo tempo de perseguição ao resultado. Com quatro impedimentos marcados contra o Forest e um passe em profundidade completado, fica claro que o time apostou em corridas agressivas ao ataque, esticando o time do Villa. Apesar de não ser uma partida de domínio total, os visitantes venceram duelos e bolas divididas suficientes para registrar 4 grandes chances a 2.
Jogador da partida
Pela Nota Sofascore, Daniel Muñoz ficou no topo com 8.0. Os torcedores concordaram, elegendo Muñoz como o preferido com 585 votos em um total de 2124. A sintonia entre algoritmo e público se justifica após uma atuação destacada nos dois lados do campo.